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A inteligência artificial substituirá o ser humano?

Já parou para pensar que algumas profissões simplesmente não existem mais? Telefonista, datilógrafo, telegrafista, vendedor de enciclopédias, lanterninha de cinema.

Cientes de como o tempo — e a tecnologia — extinguiram algumas funções outrora essenciais, é inevitável que nos perguntemos: quais profissões virão a ser limadas da sociedade num futuro próximo? Será que o excesso de tecnologia vai deixar o próprio ser humano obsoleto? A inteligência artificial será capaz de substituir uma pessoa em sua totalidade?

De acordo com um relatório do Information Services Group (ISG), empresa norte-americana de consultoria e pesquisa em tecnologia, a automação robótica dos processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de 5 a 10 vezes mais rápido, e usando 37% menos recursos, em média. Nesse ritmo, estima-se que até 2050 cerca de 80% das atividades realizadas por seres humanos serão automatizadas.

Sugestão de leitura: Como incrementar novas tecnologias na Gestão Empresarial?

Vamos ficar sem emprego?

Devemos nos lembrar de que esse questionamento homem versus máquina não é de hoje, afinal a grande Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII também trouxe uma série de dilemas semelhantes. No entanto, também é importante frisar que a tecnologia na maioria das vezes extingue alguns aparatos, mas também cria novos, estes quais geralmente continuam dependendo da operação humana.

Quer ver alguns exemplos?

A máquina de datilografar foi substituída pelo computador. As carruagens saíram de cena (pelo menos como meio de transporte principal em áreas urbanas), mas deram lugar aos automóveis (e note que as carroças continuam a existir!). As locadoras de vídeo foram substituídas pelo serviço de streaming. Os smartphones criaram todo um novo mercado; veja o caso dos influenciadores digitais, que têm se mostrado verdadeiras minas de ouro.  De acordo com a Izea, empresa de marketing digital, em 2019 um atleta poderia receber até US$3 milhões por um único post patrocinado em suas redes sociais.  

Nesse cenário, o que devemos ter em mente é que toda inserção tecnológica vai representar um momento de ruptura na sociedade; no entanto, em vez de repelir tais mudanças, devemos abraçá-las. Até porque, na prática, sabemos que a Inteligência Artificial ainda não é perfeitamente capaz de reproduzir exatamente aquele diferencial que torna o humano puramente humano.

Basta pensar nas diferenças que ocorrem quando ligamos para o serviço de atendimento ao consumidor de determinada marca e somos atendidos por robôs, e quando somos atendidos por pessoas.

Sugestão de Leitura: Sustentabilidade e Tecnologia: Como alcançar melhorias para a sua gestão?

Robôs e a Linguagem Humana

Embora os robôs sejam capazes de compreender a linguagem humana e de correlacionar informações, o atendimento humano continua sendo mais completo e mais certeiro. Um funcionário de call center, por exemplo, tem o computador como ferramenta facilitadora (na hora de encontrar e registrar informações, gravar dados, consultar históricos etc), mas ele — a pessoa — continua sendo indispensável, pois ainda realiza um atendimento melhor do que uma gravação.

Sendo assim, não nos enganemos: se por um lado robôs agilizam a produção e melhoram processos, por outro, os seres humanos continuam sendo essenciais para monitorar, interpretar e gerenciar dados. As máquinas tiram um posto de trabalho, porém criam muitos outros. É bem provável que as funções mais promissoras do futuro sejam aquelas ligadas ao gerenciamento e análise de dados: estatístico, gestor de qualidade, gestor de conteúdo, engenheiro de processos e tudo o mais que possa ser ligado a estratégia e gestão da informação.

E tem um outro fator: como humanos, somos seres de necessidades constantes. O filósofo Arthur Schopenhauer dizia que a vontade é a força motriz da existência humana. Sendo assim, ainda que haja a ruptura pós boom tecnológico, novas necessidades sempre serão criadas. Faz parte da nossa natureza.

Sugestão de leitura: Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

O avanço tecnológico é inevitável

Sejamos realistas: o processo de mudança rumo a um mundo cada vez mais tecnológico é inevitável. E isso não é ruim. A melhor forma de se adaptar é questionando: como posso evoluir e me adequar a esse novo futuro? Quais competências devo desenvolver? Que tipo de abertura posso criar no mercado? Como aliar essas novas tendências ao que gosto de fazer?

A partir de agora estaremos sempre diante de um novo e imenso campo a ser explorado.

E respondendo ao título deste texto de forma muito objetiva: muito provavelmente jamais seremos totalmente substituídos por máquinas. Elas vão facilitar muito nosso trabalho, porém, só sobreviverá aquele que estiver disposto a acolher a inovação e fazer dela um fiel aliado.

E você, concorda? Deixe seus comentários abaixo!

Home office: como ter uma gestão descentralizada

De acordo com o IBGE, em 2018 quase 4 milhões de brasileiros já haviam aderido ao modelo home office, o maior número registrado até hoje no país[FL1]. E após a pandemia provocada pelo vírus COVID-19 esse número tem aumentado ainda mais, e tudo indica que será uma nova modalidade de trabalho no período Pós Covid.

Por que ter uma Gestão descentralizada é importante?

Uma das maiores características do home office é ser um modelo de trabalho descentralizado. Sua essência defende que a responsabilidade de gerenciamento de pessoas, dentro de uma organização, não é apenas dos líderes, mas também dos próprios colaboradores.

É nesse processo que auto gestão do home office se destaca. Isso significa que os próprios Colaboradores devem se responsabilizar pela organização de seu tempo e de metas estabelecidas pelo Líder, bem como administração de seu tempo. A responsabilidade de” trabalhar em casa” é enorma, pois exige auto liderança e é preciso estar preparado.

Descentralização das Equipes

A descentralização de equipes através do trabalho remoto é uma tendência que tem ganhado cada vez mais força — e o isolamento social causado pela pandemia do Covid-19, só fez intensificar esse movimento.

Entretanto, muitos gestores ainda torcem o nariz para o formato de trabalho remoto, pois temem perder o controle ou mesmo o senso de autoridade, por vezes necessário, para se fazer uma empresa andar. Porém, é um medo infundado, pois mesmo na gestão descentralizada, os líderes de equipe mantêm papel fundamental. Afinal, eles devem permanecer ativos junto aos membros de sua equipe, tornando-se essenciais na hora de direcionar os rumos dos projetos desenvolvidos pela sua equipe.

Na verdade, o gestor deve enxergar que a postura ativa (e proativa) dos colaboradores vem para facilitar o trabalho de forma geral, de modo que os objetivos da empresa acabam sendo cumpridos com maestria. E quando ocorre de ambos, colaborador e líder, assumirem suas responsabilidade mais fácil é a organização do fluxo do trabalho.

Vantagens da Gestão Descentralizada

Quando bem implementado, o modelo de trabalho descentralizado é repleto de vantagens — e pode abrir caminhos para novos negócios que tornarão a empresa um diferencial no mercado. Os maiores ativos do momento, como a Netflix e o Uber, nasceram exatamente desse modelo descentralizado.

O quadro abaixo mostra o que é importante em cada tipo de gestão:

Gestão centralizada Gestão descentralizada
Cumprimento de carga horária Tarefa entregue no prazo acordado
Adesão aos padrões da empresa Valorização da cultura da empresa
Avaliação anual Feedback constante
Gerenciamento de sistemas Gerenciamento de pessoas

Como podem ver, a gestão descentralizada valoriza resultado e pessoas. Além disso, ela trás outras vantagens.

Diversidade de perfis

Como o home office foca nas tarefas a serem entregues, e não no modo como as pessoas trabalham, é possível contratar uma equipe mais diversificada, inclusive no que diz respeito a questões de acessibilidade, pois ainda existem profissionais com algum tipo de limitação que lhes conferiria dificuldades de ingressar num modelo de trabalho tradicional.

Economia

Devido a descentralização, é possível criar um modelo de trabalho mais econômico, pois a empresa não precisa mais reservar um espaço físico para acomodar seus funcionários. Além disso, a possibilidade de se “trabalhar de qualquer lugar” pode elevar os níveis de produtividade daqueles que desejam um modelo mais flexível. E numa empresa, mais produtividade significa mais lucro.

Sustentabilidade

Energia elétrica, água, papel, copos descartáveis… Todo escritório exige uma estrutura mínima para se trabalhar. Se cada funcionário trabalha de casa, temos menos desperdício. Além disso, sem a necessidade de deslocamento, reduz-se o tráfego nas cidades e, consequentemente, a emissão de poluentes no ar.

Flexibilidade

Cada vez mais, o tempo se torna uma de nossas moedas mais valiosas. Os profissionais que atuam em regime de home office podem ter mais qualidade de vida, pois todo o tempo perdido no deslocamento para o escritório pode ser utilizado para se exercitar, descansar, interagir com a família, fazer cursos etc. Vale até um cochilo de vinte minutos depois do almoço para recarregar as energias.

Atenção ao Modelo de descentralização

  • A gestão descentralizada não é caracterizada pela mera distribuição de tarefas, mas principalmente pela distribuição de informações e pelo compartilhamento das tomadas de decisão.
  • A gestão descentralizada não é sinônimo de desorganização. Pelo contrário. Quanto mais organizados os processos, mais chance de sucesso no modelo descentralizado.

A gestão descentralizada de pessoas pode ser muito benéfica. Mas, é primordial que gestores reconheçam seu papel estratégico e preparem a equipe para atuar com autonomia a responsabilidade.

Hoje, sai na frente a empresa que estiver pronta para descentralizar e delegar a tomada de decisão. Desse modo, o trabalho acaba sendo executado com mais qualidade, a diretoria fica livre para abordar assuntos mais estratégicos, os processos se tornam mais transparentes, as equipes ficam mais engajadas e todo mundo — pessoas e empresa — crescem juntos!

E você, concorda que a gestão descentralizada se tornará cada vez mais benéfica, trazendo mais qualidade de vida para os colaboradores? Deixe seu comentário abaixo!


 [-FL1]Fonte: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/12/18/home-office-bateu-recorde-no-brasil-em-2018-diz-ibge.ghtml

Desburocratização da Legislação Ambiental no Brasil

A importância das questões relacionados ao meio ambiente tem sido premente em toda a sociedade mundial, sendo que cada vez mais crescem as exigências e demandas em torno de iniciativas, práticas, métodos e processos em prol da manutenção da estabilidade do ecossistema onde vivemos.

Burocratização da legislação ambiental no Brasil*

A legislação ambiental brasileira frequentemente é apontada como uma das mais avançadas do mundo; no entanto, em paralelo, também existe uma corrente que questiona o excesso da burocracia que a envolve, visto que são crônicos os problemas de efetividade. Com isso, os resultados concretos em termos de melhoria da qualidade dos parâmetros relacionados ao meio ambiente costumam ser excessivamente demorados, pouco significativos ou incompatíveis com o ritmo de agravamento dos problemas ambientais.

Se por um lado é importante que haja uma regulamentação rígida e uma legislação ambiental abrangente a fim de evitar danos que afetam nossa sociedade como um todo, também há a necessidade de questionar os exageros.

Neste artigo, visamos refletir sobre o excesso de burocracia na legislação ambiental no Brasil, principalmente porque neste momento o Congresso se debruça sobre uma ampla discussão interna para revisão da chamada Lei Geral de Licenciamento Ambiental, cujo texto normativo seria capaz de aplacar as grandes dificuldades relacionadas aos procedimentos licenciatórios referentes às atividades exploradoras de recursos ambientais.

Ela prevê uma ampla revisão de todas as normas, com o objetivo de atualizar, simplificar e consolidar os atos legais, eliminando diretivas obsoletas, reduzindo a complexidade dos processos, fortalecendo a segurança jurídica e, como consequência direta e mais importante, reduzindo o Custo Brasil

As leis em números: cumprimento das Legislações

Em levantamento realizado ao longo de seus mais de vinte anos de atuação, a Verde Ghaia concluiu que atualmente dispomos de cerca de 64.212[1] atos normativos e regramentos técnicos ambientais vigentes no Brasil.

Veja abaixo uma estratificação por origem e tipologia – dados extraídos do Sistema Online de Gestão Integrada |SOGI:

  • Por origem do ato normativo:
Federais 11.583
Estaduais 22.901
Municipais 28.600
NBRs 1.128
Total: 64.212
  • Por tipos normativos:
Leis 27.667
Decretos 9.619
Instruções normativas 2.955
Portarias 9.040
Deliberações 1.550
Decretos-Lei (ainda vigentes) 77  
Resoluções 7.614
NBRs 1.172
Normas IBAMA 968

Um estudo da Confederação Nacional da Industria (CNI), apresentado em novembro de 2019, mostrou que 95,4% dos empresários industriais entendem que o licenciamento ambiental (onde se concentra grande parte das obrigações legais) é uma ferramenta importante para preservação do meio ambiente. No entanto, para 55,2% deles, o modelo atual de legislação não é eficiente.

A eficiência se perde devido ao excesso de burocracia

A justificativa nós já conhecemos: a eficiência se perde devido ao excesso de burocracia. Dentre os pontos destacados estão a demora na análise e na resposta dos órgãos envolvidos e os altos custos acarretados na contratação de empresas de consultoria para elaboração dos estudos ambientais. Ainda de acordo com os ouvidos pela CNI, não há clareza nas informações oficiais e a legislação é de difícil compreensão, além de estar atrelada à já citada insegurança jurídica.

Sem dúvida, o excesso de leis, suas constantes mudanças, e a pluralidade de requisitos legais que tratam o mesmo assunto de forma diversa é um grande dificultador. Isto se dá também porque, em linhas gerais, a regulamentação da política ambiental brasileira segue uma orientação preponderantemente voltada aos instrumentos de comando e controle, baseada na regulação direta das atividades econômicas utilizadoras de recursos ambientais. E os fatores dessa equação são muitos: complexidade, interesses múltiplos e divergentes, além de iniciativas intermináveis e muitas vezes conflitantes.

Sendo assim, nesse contexto, como formular e implementar políticas públicas e realizar uma boa gestão socioambiental com tantos interesses contrapostos e com o amparo em mais de 60 mil exigências legais?

Verde Ghaia: empenhada no cumprimento das Legislações

Nós da Verde Ghaia compreendemos que as legislações precisam se complementar com boas práticas de gestão, sejam elas ambientais, financeiras, de riscos, de saúde e segurança, de regras de compliance, de normas ISO, de processos, de performance, conhecimento, capacitação, responsabilidade socioambiental etc.

E as legislações restritivas devem ser acompanhadas de legislações, planos e programas com políticas de agregação, integridade, oportunidades, benefícios e estímulos.

A aplicação eficaz dos instrumentos legais ambientais pressupõe ainda plena estruturação e capacitação dos órgão públicos vinculados ao tema, bem como empresas conscientes, com boas práticas e comprometimento com o desenvolvimento responsável. Em suma: a Lei Geral do Licenciamento Ambiental é bem-vinda e necessária, mas não funcionará sem a plena colaboração do empresariado e nem tampouco será o remédio para todos os males.


* Texto baseado no original “Legislação ambiental no brasil: panaceia ou equação impossível? Algumas reflexões”, da autoria de Deivison Pedrosa (CEO da Verde Ghaia), Enio Fonseca (Superintendente do IBAMA no Estado de Minas Gerais) e Ricardo Carneiro (Sócio-diretor do Escritório Ricardo Carneiro Advogados Associados).


[1] Dado extraído do Sistema Sogi-Verde Ghaia em novembro de 2019

Retrospectiva Prêmio Compliance Brasil

Em 2013, a Verde Ghaia realizou a 1° Prêmio Compliance Brasil, uma iniciativa para reconhecer as boas práticas e o Controle Legal adotados pelas empresas em todo o Brasil.

A ideia surgiu quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, constatou que muitas das empresas brasileiras não conseguiam estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis aos seus negócios, devido à imensidão de normas e leis existentes em nosso país.

A premiação nasceu desde então, com o único objetivo de estimular e reconhecer às companhias, que de fato, têm se esforçado para alcançar a excelência em sua Gestão Legal. Além disso, a Verde Ghaia visa, também como incentivo direto ao acolhimento de práticas sustentáveis, principalmente quando uma empresa está em compliance. Isso significa que essa empresa passa por constantes monitoramentos, auditorias e fiscalizações, os quais numa cadeia de processos acabam por garantir equilíbrio ambiental.

Receptividade: As Organizações do 1° Prêmio Compliance

A edição de estreia do prêmio foi marcada pela diversidade comercial dos premiados, organizações como Coca-Cola Andina (Rio de Janeiro/RJ), Instituto Biocor (Belo Horizonte/MG), Anglogold Ashanti Mineração (Nova Lima/MG) e Kanjiko (Salto/SP).

O Prêmio Compliance Brasil foi tão bem recebido, que deu origem a uma segunda edição, em 2014, a qual agraciou empresas como Renault (São José Dos Pinhais/PR), Gerdau (Maracanaú/CE) e Leão Alimentos e Bebidas (Linhares/ES).

Em 2017, o Prêmio Compliance Brasil apresentou sua terceira edição. Foram mais de duas mil empresas participantes e muitas novidades: apoio da ABNT e parceira com a HSM Educação Executiva (plataforma online especializada na hospedagem de vídeos sobre empreendedorismo, negociação, marketing, estratégia, finanças e liderança).

A cerimônia do Prêmio Compliance Brasil 2017 também foi um dos eventos em destaque do HSM Expo 2017, que naquele ano também trouxe ao Brasil mais de cem palestrantes nacionais e internacionais, como o nadador e recordista olímpico Michael Phelps, o escritor Adam Grant, Nassim Taleb (uma das maiores autoridades mundiais em Gestão de Risco), e JB Straubel (um dos fundadores da Tesla Motors).

Prêmio Compliance Brasil em 2019

A quarta edição do Prêmio Compliance Brasil, em 2019 voltou a contar com o apoio da ABNT e atestou sua importância, pois muitas das empresas participantes passaram a determinar metas ambientais de curto e médio prazo para que pudessem voltar a ter chances de serem contempladas em edições posteriores.

Foi o caso da Tarkett, líder mundial na indústria de pisos, que levou dois troféus no Prêmio Compliance Brasil 2017. Estimulada pelo reconhecimento, a Tarkett instituiu o “Projeto 2020”, uma matriz com oito objetivos visando o bem-estar das pessoas e do meio ambiente, cujas metas incluem a redução na emissão de gases e a destinação de resíduos industriais a aterros.

O SOGI: aliado da Gestão Corporativa

Todos os clientes do SOGI — Software de Gestão Integrada desenvolvido pela Verde Ghaia — participam automaticamente do Prêmio Compliance Brasil. Isto só acontece porque o SOGI é totalmente alinhado às normas internacionais de certificação ISO. E como o sistema realiza o monitoramento completo de todos os requisitos legais de sua empresa em período integral, é praticamente impossível deixar de cumprir alguma norma.

Quando a Telefônica Brasil foi contemplada no III Prêmio Compliance Brasil, Marcela Rosa, responsável pela Gestão Estratégica de Sustentabilidade, reconheceu a importância do SOGI.

“A gente desenvolveu uma metodologia junto à Verde Ghaia utilizando o SOGI, e conseguimos assim monitorar o atendimento dos fornecedores críticos do SGA através das Liras. A gente ainda tem alguns avanços para fazer, mas é um trabalho que está sendo reconhecido na empresa como uma ferramenta de destaque para esse acompanhamento. Isso não seria possível se a Verde Ghaia não fosse sensível às necessidades da Telefônica e, nessa parceria conseguimos encontrar a melhor solução para os nossos negócios.”

A importância do compliance

“Compliance é uma palavra que eu uso desde o primeiro dia em que comecei a trabalhar na Comau, e acho que isso ajuda muito a gente a entender como deve ser a gestão de uma empresa”, diz o superintendente  Larte Scarpitta.

“A Comau faz parte de um grupo S.A., cuja visão de compliance é muito forte. Temos que atender isso de uma forma muito rígida. Então tudo o que há por trás [do compliance], as certificações ISO, por exemplo, já fazem parte da nossa rotina.”

Carlos Biancardi, performance manager da Nestlé, destaca a parceria de mais de dez anos com a Verde Ghaia.

“Sem essa parceria seria impossível [controlar tão bem nossas normas]. Lembrando que somos uma multinacional, então também estamos sendo regidos por montes de regulamentos de outros mercados. Realmente é uma tarefa bastante árdua, uma vez que são mais de trinta unidades certificadas.Por isso, gostaríamos de agradecer o reconhecimento principalmente da Verde Ghaia e destacar a importância dessa parceria”.

Nove categorias do Prêmio Compliance

– Gestão Integrada

– Meio Ambiente

– Saúde e Segurança

– Segurança de Alimentos

– Qualidade

– Responsabilidade Social

– Personalidade do ano

– Resíduos

– Inovação

Saiba mais sobre o Prêmio Compliance em nosso Site.

Quer dar sua opinião sobre Gestão Corporativa? Deixe seus comentários abaixo!

Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

A Covid-19 provavelmente vai mudar a vida de todo mundo. Não apenas agora, enquanto ocorre o isolamento social, mas de forma mais profunda, criando novos hábitos para um cenário pós-pandemia.

De acordo com Organização Mundial de Saúde, pode ser que cientistas precisem de pelo menos 18 meses para criar uma vacina contra o vírus. Na prática, significa que vamos alternar períodos de isolamento e de permissão de saída, até que as coisas se normalizem de vez.

Obviamente, até lá, todos os setores serão afetados: político, econômico, bem como as relações empresariais e sociais, as manifestações culturais, dentre outros.

Sendo assim, é obrigatório que as empresas repensem sua forma de fazer negócios e implementem soluções definitivas, principalmente para aquelas que fazem uso de recursos remotos e digitais, tais como integração de dispositivos e softwares, vendas via internet e mais. E você também, precisa ter uma mentalidade digital para tudo isso acontecer de forma mais rápida!

A Era Digital chegou, trazendo muitas vantagens

Há tempos já sentimos o peso da chamada Era Digital, o conceito da Internet das Coisas (do inglês Internet of Things), conceito que designa as conexões autônomas entre objetos e a internet no geral, visando tornar o dia a dia das pessoas (ou seja, o nosso!) mais confortável e produtivo.

A Internet das Coisas não se refere apenas a computadores e smartphones, como tenderíamos a pensar. Na verdade, sua aplicação é praticamente ilimitada e pode envolver até objetos originalmente não-eletrônicos, como prestação de serviços em geral.

Como a Internet das Coisas influencia os setores

Percebendo essa nova diâmica da relações de negócios, as organizações precisam se adaptar a essa nova mentalidade, visto a importância da tecnologia para a geração de novos negóciso, fugindo assim do método tradicionalista e “antiquado”. E, todas aquelas empresas que melhor se adaptarem, terão mais chances de se consolidar no mercado, ampliando assim, seu legado.

E quando falamos de Legado, não estamos falando de herança. O conceito de legado no mundo empresarial vai mutio além. Contudo, para explicar sobre o termo sem fugir do assunto aqui, sugerimos a leitura de dois conteúdos sobre o assunto Legado.

  1. Futuro: o quanto ele influencia no seu legado?
  2. Futuro, auto-disrupção e legado: a incrível palestra de Tiago Mattos

Retomando o assunto do nosso artigo, saiba como a Internet das Coisas está influenciando os setores:

1. Agronegócio

É um setor que tem se beneficiado imensamente da tecnologia. Isso porque, é importante aumentar a produtividade por hectare sem ignorar questões de segurança (como contaminação, principalmente de alimentos) e ao mesmo tempo manter a qualidade.

Outro ponto de destaque são os maquinários que têm ficado mais modernos, permitido integração com a internet. Essa velocidade e interação, permitem mais precisão nos dados sobre qualidade do solo, mudanças climáticas, pragas, características biológicas de fauna e flora, além de proporcionar melhorias quanto ao desenvolvimento na área genética.

Os setores de distribuição também têm se aproveitado de rastreamentos via satélite, visando realizar entregas mais precisa dos perecíveis agrícolas.

2. Comunicação

Sem dúvida um dos setores mais afetados pela tecnologia, pois a mentalidade digital modificou totalmente nossa maneira de se comunicar e consumir, principalmente nesse momento de isolamento social. Como consequência do isolamento, buscamos por mais agilidade, velocidade e menos trabalho.

Nas organizações isso também mudou. O contato com clientes tem sido mais rápido (envios de contrato imediato por e-mail, pagamentos via internet banking etc). Destaca-se também, os mais diversos tipos de softwares de gestão, acessados por diversas pessoas simultaneamente e tudo via internet. Claro que há muito mais novidades, basta apenas pesquisar. E por falar em pesquisa, os mecanismos de pesquisas estão ficando mais precisos na hora de buscar alguma informação.

A publicidade digital também trouxe muitos ganhos nessa nova forma de se fazer negócios, facilitando o alcançar pessoas diversas até mesmo para empresas de pequeno porte.

Importante: não há mais pretexto para não responder a clientes e fornecedores, por isso deslizes desse tipo são imperdoáveis. Otimize a comunicação em sua empresa ao máximo.

3. Indústria

A integração entre humanos e máquinas certamente deixou a manufatura mais eficiente, reduzindo falhas e tornando mais eficiente o aproveitamento do tempo de trabalho, com cada vez mais volume de produção num período mais curto.

Hoje temos até impressoras 3D, que facilitam muito a fabricação de protótipo a um custo relativamente baixo. E essas impressoras são usadas até em restaurantes para fabricação de comida no Japão. Com todos os avanços trazidos pela tecnologia, certamente o monitoramento eletrônico dos processos produtivos têm se tornado mais simples e ágil.

4. Saúde

Outra área em desenvolvimento acelerado, impulsionado principalmente pela nanotecnologia e pela biologia sintética (que já reproduz até tecidos que podem imitar a pele), proporcionando a descoberta de novos tratamentos e excelentes reparações em caso de danos causados por acidentes (como queimaduras e amputações). O registro do histórico dos pacientes em plataformas digitais também é uma realidade que facilita os tratamentos.

Diante dos exemplos acima, analise em qual ramo sua empresa se encaixa e procure aproveitar tudo o que a tecnologia tem a oferecer. Pesquise, leia… Não há absolutamente nenhuma área da vida que não tenha sigo beneficiada pela tecnologia.

A seguir, veja também como expandir seus negócios aproveitando ao máximo tudo o que a Era Digital tem a oferecer.

Descubra a necessidade das pessoas

Às vezes temos a sensação de que tudo, do qual o mundo necessita, já foi inventado. Aí um dia, aparece uma ideia inovadora e você diz: “Puxa, por que não pensei nisso antes?” A verdade é que sempre existe algo a se inventar. E não necessariamente, é um produto físico, palpável! Pense nisso!

Muitas vezes, é uma ideia que, quando bem executada, pode gerar lucro; basta pensarmos em negócios como o AirBnb ou o Uber. Mas como ter aquela “grande ideia” que pode mudar os rumos de sua empresa? Simples: pesquise o mercado, procure entender as necessidades das pessoas. Isso porque, quando você compreende intimamente o que está faltando, consegue desenvolver o produto e/ou serviço atendendo realmente o que as pessoas buscam, isso é preencher o nicho e entender as pessoas.

Realize testes

Descobriu um novo nicho a ser preenchido? Vá com calma. Faça testes para inseri-lo no mercado. Aproveite esses testes para corrigir falhas e melhorar o desempenho.

Não necessariamente, todas as ideias vão funcionar no início (ou mesmo que funcione de algum lento), repense suas estratégias, mas não desanime. Faz parte!

Apresente vantagens competitivas

Se você não pretende apresentar um novo produto e/ou serviço ao mercado e sua intenção é apenas diversificar os canais de ofertas, do que sua empresa já possui, então crie diferenciais.

Ofereça vantagens competitivas ao consumidor ou aos fornecedores, de modo que seja possível se destacar dos demais.

Crie um plano de ação com foco em resultados

Se você tem um restaurante e pretende entrar no mercado de entregas em domicílio, não adianta apenas contratar um entregador e comprar embalagens. O processo de transição é muito mais complexo do que isso. E esse conceito vale para toda e qualquer empresa, de qualquer ramo.

É preciso definir indicadores e montar um plano sólido de ação, sempre mirando nos resultados. Uma dica sobre planejamento é fazer uso da Metodologia SMART. Leia sobre esse assunto.

Não ignore as Redes Sociais

Muitas empresas ainda insistem em ignorar o poder das redes sociais. Ou então, até criam perfis/páginas para o seu negócio, mas o fazem de forma displicente.

Portanto, se for aderir às redes sociais, faça-o de forma consciente, com o empenho necessário; se possível, contrate um social media para gerir os perfis e criar ações que realmente façam a diferença perante o consumidor.

Atenção apenas à coleta de dados. Embora ela seja útil para personalizar e racionalizar processos produtivos, atendimentos, ofertas, fiscalizações e todo o tipo de interação, é preciso cuidado para não quebrar a confiança com seu cliente — não deixe de se atentar às leis.

Qual é o papel de um gestor na Era Digital?

Outro grande destaque nessa nova forma de se fazer negócios, é o paple do gestor. Ele deve pensar na tecnologia como um aliado para melhorar e agilizar seus processos de forma produtiva, gerando aproximação e integração com seus parceiros, funcionários, fornecedores e clientes. Além disso, ter a tecnologia como apoio é reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos e serviços que sua empresa oferece.

Sendo assim, o gestor deve se atualizar, não apenas ficando atento às inovações tecnológicas que surgem a todo momento, como também demonstrar disposição para investir na transformação digital da sua equipe, de modo que todos possam estar alinhados às estratégias.

Como aproveitar as vantagens da Tecnologia?

Para aproveitar as vantagens da tecnologia é importante que gestor compreeenda o porquê de te-la como alidada. E eis, algumas dicas de como a tecnologia pode trazer vantagens:

  • Permite formar uma equipe multidisciplinar com foco em inovação;
  • Permite envolver vários perfis de usuários com as mais diversas habildiade (quanto mais diversidade, melhores as ideias que surgem).
  • Usar a tecnologia para integração dos departamentos;
  • Fazer com que os departamentos realizem seus processos de forma padronizada;
  • Tornar os processos disponíveis para conhecimento geral;
  • Gerar dados mais assertivos e promissores para tomada de decisão;
  • Evitar perda de dados e informações importantes;
  • Agilizar processos operacionais, permitindo focar em processos estratégicos.

Bem, essas são apenas algumas vantagens de se investir, cada vez mais em ferramentas digitais, ou se preferir softwares. Eles prometem crescer mais ainda com a chegada de novas tecnologias, como a Inteligência Artificial.

Consegue perceber como é importante que a sua empresa se mantenha conectada a esse nova mentalidade? Use este período de quarentena para pesquisar seus concorrentes e entender o quanto você avançou ou precisa avançar para se destacar no mercado.

Seja criativo, inovador e disruptivo, esse Novo Mundo, não é só tecnológico, ele também é do Homem que souber usar a sua criatividade, inovação e disrupção ao seu favor, a favor da empresa e a favor da Sociedade. Reflita!

Até porque, é possível que as empresas e as pessoas resistentes à tecnologia não sobrevivam se não se adaptarem a esse novo mercado, caso elas se oponham a inovar nos negócios e na vida pessoal.

Já somos digitais e não há mais volta!

Como ajudar seu time a gerenciar as tarefas e manter os processos?

Metodologia SMART: o trabalho em equipe já tem um quê de ser naturalmente complicado. Afinal, nem sempre é fácil alinhar tantos raciocínios, hábitos e estilos de trabalhar de cada integrante da equipe. Principalmente nesse período de isolamento social.

É extamente sobre isso, que queremos apresentar nesse artigo: estratégias com base em metodologias que podem ajudar a sua equipe a trabalharem home office sem perder o foco na estratégia principal.

Preparamos algumas dicas para sua Equipe não se perder na hora de gerenciarem suas tarefas para que possam manter os processos ‘caminhando’ adequadamente.

O que é a Metodologia SMART?

Você já ouviu falar da metodologia SMART? Embora tenha sido criada por um administrador, seu foco está nas pessoas e não nas organizações.

Ela foi criada por Peter Drucker (1909-2005), um professor e administrador austríaco considerado o pai da administração moderna. Ele foi um dos pensadores mais reconhecidos do século XX. Era conhecido pelas suas primorosas análises sobre os efeitos da globalização na economia e nas organizações. Drucker dizia que “a administração moderna é a ciência que aborda as pessoas nas organizações”. Mais do que administrar, ele sempre se preocupou com pessoas.

A metodologia SMART é um acrônimo com a palavra inglesa “smart”, que em português significa esperto, inteligente. É uma ferramenta muito útil para as equipes se manterem alinhadas, mesmo à distância. Isso porque, é uma ferramenta ideal para detalhar melhor as tarefas essenciais que deverão ser realizadas para se conquistar uma meta ou objetivo.

5 atributos da Metodologia SMART

S – Specific |Específico: Refere-se a especificar o objetivo, ou seja, definir muito bem a meta.

Ao fazer planos, muita gente comete o erro de estabelecer os objetivos de forma ampla, generalizada. É como dizer “Eu quero ficar rico”. Mas rico, o quanto? E de onde virá a riqueza? E qual o prazo estipulado para ganhar o dinheiro?

É diferente de: “Dentro de cinco anos, pretendo ganhar o dobro do que ganho hoje”. Mesmo que a meta não seja atingida, pelo menos ela foi concebida de forma específica e direta. E desse modo fica muito mais fácil atingir um objetivo.

A meta pode ser vista como uma definição de um caminho traçado, estrategicamente, pela empresa para se alcançar um objetivo em comum. A meta pode ser setorial ou global. Contanto, que seja bem definida, ou seja, bem descrita, detalhada, planejada e alinhada a um objetivo específico para que seja bem executada).

M – Measureable |Mensurável: É o ato de medir o quanto de seu objetivo foi atingido, bem como identificar o momento em que se alcançou a meta.

Este pilar está relacionado à necessidade de monitorar o plano estratégico, verificando se está produzindo resultados ou se abordagem escolhida carece de modificações. Para que você possa mensurar seu processo de maneira eficaz, divida-o em etapas e determine marcos.

Envolva toda a equipe e faça com que todos sejam responsáveis por algum passo no processo. É importante não deixar ninguém de fora, pois o funcionário que se sentir desvalorizado pode se tornar desmotivado.

A – Attainable |Atingível: Chegar à meta desejada é atingível, ou seja, está dentro de suas possibilidades?

É comum o gestor confundir metas desafiadoras com metas impossíveis. As metas desafiadoras podem até fazer bem para a equipe, pois funcionam como um incentivo, principalmente para aqueles indivíduos que gostam desse tipo de estímulo. Já as metas impossíveis acabam desgastando a equipe desnecessariamente e podem causar uma série de conflitos.

R – Relevant |Relevante: Relevância se refere à importância dos marcos do plano estratégico dentro do projeto como um todo.

E também inclui o impacto na empresa, no projeto em si ou até mesmo na carreira dos envolvidos. Sendo assim, demonstre a cada funcionário como o objetivo pode ser bom para eles (pode representar várias coisas: um case de sucesso na carreira, um aumento de salário em função da prosperidade da empresa, possibilidades de promoção ou aprendizado).

Importante: não exagere ou minta ao apresentar a relevância dos planos a cada um. Um funcionário que se sente enganado é um funcionário pronto para abandonar o barco a qualquer instante.

T – Time based|Temporal: Este pilar significa que a meta deve ter um limite de tempo para acontecer, ou seja, um prazo.

Assim, como no exemplo acima, do “Eu quero ficar rico”, você não pode simplesmente dizer “Quero que minha empresa se torne a mais lucrativa de seu nicho”. Em quanto tempo isso vai ocorrer? Cem anos? Dois anos? Sessenta anos? Parece óbvio, mas determinar prazos é importante para evitar problemas como a procrastinação das atividades.

Prazos para os marcos do planejamento

Inclusive, chamamos a sua atenção para os prazos, pois é importante que você determine prazos para todos os marcos do planejamento.

Um exemplo de meta realista: “Em um ano, desejo aumentar meu faturamento em 2%”. Perceba que a meta foi estabelecida de maneira específica, com um prazo e de modo que o resultado pode ser medido, com números que permitam um comparativo de todo o período. Também é um objetivo realista (afinal, não está sendo almejado um aumento de faturamento em 60%, algo totalmente fora da realidade).

E muito provavelmente pode ser alcançado dentro das possibilidades da empresa (a não ser que nos últimos anos ela tenha apresentado resultados pífios e nenhum replanejamento para mudar a situação).

A metodologia SMART ajuda muito no caso de funcionários que necessitam de uma liderança mais assertiva, aqueles que têm dificuldade para realizar uma tarefa, se não houver um chefe comandando o passo a passo, por exemplo. Este é um perfil clássico que não costuma se dar muito bem no home office, portanto, precisa de um “guia” para conseguir concluir suas funções.

Dicas finais para o gestor

Lembrando que não basta apenas passar tarefas à equipe, baseando-se na metodologia SMART. Existem mais alguns pontos que o gestor deve observar ao longo do processo, e que podem ser de grande ajuda:

  • Conheça seus objetivos: ao definir a meta a ser cumprida, saiba bem onde está pisando. Conheça o mercado, os concorrentes, os clientes… Quanto mais sólidos os dados em mãos, mais chances de se chegar ao objetivo.
  • Defina as etapas por prioridades: lembra-se da parte de definir marcos no projeto? Defina também aqueles que são prioritários. Um plano de análise de riscos pode ser essencial aqui. Se não souber como fazer, a ISSO 31000 pode ajudar.
  • Envolva apenas as pessoas necessárias em cada etapa de uma tarefa: é interessante que TODA a equipe esteja envolvida no plano em sei e nos processos, mas não precisa envolver todo mundo em absolutamente tudo. Escolha coordenadores em cada área, de modo que todo mundo participe, mas apenas uns poucos gerenciem. Senão fica uma bagunça.
  • Identifique gargalos e não tenha medo de buscar novos métodos e/ou novas maneiras de se fazer as tarefas: a cada fechamento de etapa, é hora de analisar os resultados. É aí que você vê o que está funcionando e o que não está.
  • Use ferramentas online para orientá-lo no cumprimento das etapas: em tempos de home office, as ferramentas online são indispensáveis. Pesquise todas aquelas pertinentes para sua empresa (se você tiver um departamento de TI, converse com a equipe; eles certamente estarão por dentro das novidades). Um exemplo é o Trello, um aplicativo que funciona como “post its online”. Ele é uma espécie de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban” (termo japonês que significa “cartão”).
  • Avalie os resultados: isto inclui a avaliação dos objetivos e também do desempenho das pessoas. Não deixe de conversar com a equipe de tempos em tempos. Esteja aberto a ouvir sugestões, desabafos etc. O trabalho em home office às vezes pode ser mais estressante do que no escritório, e é importante verificar a saúde mental de sua equipe e verificar se todos estão conseguindo cumprir seus objetivos. Lembre-se: quanto mais as equipes se envolverem e se sentirem envolvidas, mais fácil será manter os processos em dia.

Você já fez ou faz uso da Metodologia SMART ou outra metodologia? Deixe seu comentário, ele pode ser muito válido para os outros leitores?

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Primeiros sinais de falha do nosso “Modus Operandi”

Modus operandi (é uma expressão em latim que significa “modo de operação”. É utilizada para designar um modo de agir, operar ou executar uma atividade, geralmente seguindo um conjunto de procedimentos sempre semelhantes, tratando-os com se fossem códigos.

Em administração de empresas, modus operandi designa a maneira de realizar determinada tarefa de acordo com um padrão pré-estabelecido, o qual dita a forma esperada de se proceder em processos, rotinas etc.

Empresas de ontem e de Hoje

A história da Administração surgiu no ano 5 mil a.C., na Suméria, quando seus habitantes buscavam modos de melhorar a resolução de seus problemas práticos — daí surgiu a arte e o exercício de administrar.

Já o modelo administrativo da estrutura organizacional como conhecemos surgiu com a Teoria Clássica da Administração, em 1916, na Europa, criada por Henri Fayol. Tal teoria se caracterizava pela busca da máxima eficiência e pela visão do homem econômico, e surgiu devido às necessidades oriundas da Revolução Industrial. De acordo com o chamado Fayolismo, as funções básicas do administrador eram planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar.

Muitos princípios da administração, embora muito antigos, prevalecem até hoje, já que carregam conceitos cuja contribuição é inquestionável. No entanto, a tecnologia tem incitado novas necessidades, fazendo com que tais modelos careçam de complementação/adaptação para que se adequem à realidade atual.

O mundo da transformação e da inovação

O mundo digital possibilitou o surgimento de empresas bem diferentes daqueles modelos clássicos que já conhecemos. Modelos de negócio inéditos têm surgido a todos instante, agitando completamente as regras do mercado. Basta pensar nos modelos antigos (hotéis, táxis, magazines) e em seus “primos” modernos (AirBnb, Uber, Amazon).

E o que todos esses novos negócios têm em comum? Simples: uma gestão descentralizada. A Era Digital, na qual todos vivemos hiperconectados, não comporta mais aquele antigo modelo linear industrial, onde a hierarquia tinha muito peso e era seguida uma gestão vertical.

O susto com o Covid-19

A chegada do vírus Covid-19 — que fez surgir uma pandemia mundial e obrigou as pessoas a se fecharem em suas casas — deu um susto em muitas empresas, principalmente naquelas que ainda estavam acostumadas ao velho modelo de gestão.

A questão é que é um modelo centralizado, ou seja, com decisões centradas na mão de poucos, já não funciona tão bem mais. Descobriu-se que no que diz respeito ao trabalho remoto — que se mostrou obrigatoriamente necessário neste momento de crise — é um modelo completamente defasado, que prejudica a fluidez necessária em todos os processos de produção. Isso só mostra que nosso modus operandi corporativo já vem caducando e que há tempos o mercado vem apontando para novas direções.

E mesmo depois desta crise do Covid-19, é bobagem recuar. A empresa que não se adequar simplesmente perderá espaço e competitividade.

Metodologias ágeis

Um modo de se adequar a esse novo formato administrativo sem maiores impactos é adotando o modelo de Metodologias ágeis. As Metodologias ágeis são conjuntos de práticas que proporcionam uma forma de gerenciar projetos muito mais adaptável às mudanças.

É um modelo resiliente, cujos processos são estruturados em ciclos curtos, de modo que a cada novo ciclo é entregue um conjunto de funcionalidades pré-determinado.

As Metodologias ágeis são tão importantes que foram estruturadas em padrões descritos num manifesto — o Manifesto Ágil —, uma declaração de valores e princípios essenciais para o desenvolvimento de softwares. Ele foi publicado em 2001, em Utah, nos Estados Unidos, e é obra de 17 desenvolvedores que compartilhavam ideais comuns sobre a fluidez do desenvolvimento de programas de computador.

Valores imprescindíveis às organizações

Embora o Manifesto Ágil seja fundamentado no desenvolvimento de softwares, seus quatro valores podem ser adaptados a outra setores. Veja só:

  • Processos e ferramentas são importantes, mas a interação e comunicação entre indivíduos é mais importante ainda;
  • Clientes querem um produto que funcione, portanto a documentação só é importante se agregar real valor ao processo;
  • A colaboração com o cliente vai muito além da negociação de contratos, pois é essencial que as decisões sejam tomadas em conjunto;
  • Responder às mudanças é mais eficaz do que seguir um plano engessado;

Notamos que são princípios muito adequados ao exercício do trabalho remoto, no qual a colaboração entre colegas é essencial e as ordens são menos centralizadas. Há mais espaço para mudanças e o foco é no resultado.

Repense seu modelo Modus Operandi

E não pensa que essa mudança de paradigma vai “estragar” sua empresa. Pelo contrário! Gestores têm comprovado inúmeras vantagens ao adotar um modelo de trabalho não-linear:

  • As equipes são autogerenciáveis; é um modelo que acaba criando colaboradores mais proativos e criativos.
  • Sem a “pressão do chefe”, a equipe costuma demonstrar mais produtividade e eficiência.
  • As equipes se tornam mais engajadas e motivadas, e com isso há redução de falhas nos processos.

É a Era da Confiança, na qual cada pessoa é seu próprio chefe. Mas atenção: isso não significa relaxar nas responsabilidades ou mesmo ignorar a presença do gestor. O gestor continuará ali, porém funcionando como um mentor, como um núcleo de informações, e ao mesmo tempo sendo um colaborador ativo.

É infeliz que tenhamos precisado de uma emergência na saúde em escala mundial para alertar sobre nossos modelos de trabalho. Mas a mudança é real e já está acontecendo.

Repense seu modus operandi — vai ser essencial para a sobrevivência da sua empresa.

Home office: hora de descobrir suas novas habilidades

Um fato: nem todo mundo nasceu para o home office. Normal. Muita gente necessita de um ritual para funcionar: acordar no mesmo horário, trocar de roupa, tomar o café, pegar o carro ou ônibus, chegar ao escritório, conversar um pouco com os colegas. Essas pessoas, são aquelas que a rotina faz papel de acessório para determinar bem os limites entre lazer e trabalho.

Trabalho Remoto: existe um perfil adequado?

Não é que exista um perfil ideal para o trabalho remoto. Há perfil que tem facilidade em lidar com os atropelos e manter o pique das atividades profissionais e outros que tem dificuldade para trabalhar em casa. Normalmente esse último perfil se entrega ao extremo: ou trabalha além da conta, ou procrastina.

No entanto, diante de todas as mudanças que estamos enfrentando com a pandemia do Covid-19, o trabalho remoto acabou se tornando obrigação em muitos setores devido a pandemia. E aí, não há negociação! É preciso se adaptar.

Caso, você seja do grupo que não gosta muito de trabalhar em home office, que tal parar de amaldiçoar o momento e tentar descobrir novas habilidades?

Descubra novas habilidades para sua vida profissional

Veja como você pode se reinventar, desenvolvendo aptidões que podem te acompanhar não só na vida profissional, como na vida pessoal. Abaixo, seguem aglumas dicas importantes! Boa leitura!

Inteligência emocional

A inteligência emocional é um conceito da psicologia que descreve a capacidade de reconhecer e avaliar não apenas os próprios sentimentos, como os sentimentos alheios, bem como a capacidade de lidar com eles. É um conceito que já vem sendo aplicado no meio corporativo há tempos. Quando você trabalha longe de seus colegas, precisa ser ainda mais habilidoso. A comunicação tem de ser clara para evitar mal entendidos.

E também faz-se necessário captar o sentimento do dia ao lidar com os colegas, pois quando todos trabalham em casa, os problemas pessoais inevitavelmente se misturam à rotina (ainda mais em tempos de pandemia, quando quase todos estão com crianças, idosos e cônjuges confinados no lar). A inteligência emocional é primordial aqui.

Caso você não seja muito bom no trato emocional, é hora de desenvolver essa habilidade; e o melhor jeito de fazê-lo, é escutando o que o outro tem a dizer. Escute mais e fale menos. Você vai desenvolver uma empatia incrível.

Gestão de tempo

É possível trabalhar, ajudar o filho nas tarefas escolares, lavar a louça do almoço e até mesmo fazer uma pausa para o cafezinho? Sim. O segredo é se planejar. Para não se enrolar, defina muito bem as pautas do dia, preferencialmente colocando tudo por escrito.

Execute as tarefas que exigem mais atenção nos momentos em que sua concentração está mais aguçada ou quando a movimentação na casa for menor (quando os filhos tiram uma soneca à tarde, por exemplo). Deixe os familiares cientes de sua rotina, para que respeitem os telefonemas e videoconferências.

E nunca empurre tarefas complexas ou enfadonhas para o final do dia, pois a tendência é procrastinar. E seja realista quanto à sua produtividade, evitando agendar coisas demais para o mesmo período. Importante: cumpra o horário de almoço e faça pausas. E não estenda o expediente para além do necessário.

Destreza tecnológica

Você nunca usou o Zoom? Não sabe bater ponto pelo Tangerino? É péssimo enviando arquivos pelo WhatsApp? Nunca usou o Trello? É hora de aprender tudo isso.

Pode ser meio chato no começo, mas a tecnologia é realmente surpreendente quando bem aplicada. O trabalho vai ficar muito mais fácil.

Organização impecável

O home office não funciona bem se não houver organização. Para começar, mantenha sua rotina, como se fosse trabalhar fora de casa: acorde sempre no mesmo horário, tome seu café, leia as notícias do dia e comece a trabalhar pontualmente.

Mantenha a mesa de trabalho limpa, e limpe também o desktop do computador, evitando polui-lo com arquivos desnecessários. Se puder providenciar um cantinho especial para o trabalho, melhor, preferencialmente com todo o material de escritório ao alcance (grampeador, impressora, tesoura, papeis etc).

Poder de concentração

Muita gente que se considera dispersa está se surpreendendo durante o home office ao descobrir possuir grande poder de concentração. Se você acha que ainda precisa exercitar esse lado, tire proveito de técnicas para fazer o trabalho render.

O método Pomodoro, que existe sprints de trabalho sem interrupções, é um bom jeito de se começar. Outra medida é definir muito bem as tarefas que pretende concluir no dia, e cumpri-las religiosamente. Tome muito cuidado também com a tentação de conferir as redes sociais ou de dar uma espiadinha naquele filme na TV. Você está em casa, mas ainda está trabalhando.

Quem não se comunica, se trumbica

Esta famosa frase era dita por Abelardo Barbosa, o Chacrinha, considerado um dos maiores comunicadores do rádio e da televisão brasileira. Caso você tenha dificuldades para se comunicar, o trabalho remoto não vai deixar muita opção: você vai ter de se adaptar. Aprenda a redigir e-mails breves e diretos (e aproveite para aprimorar a gramática, caso necessário); desenvolva o discurso para falar ao telefone ou em vídeo-chamadas; saiba delegar sem deixar dúvidas.

Se você acha que sua capacidade de comunicação deixa a desejar, converse com colegas para saber em quais pontos precisa melhorar. Vale até mesmo treinar discursos sozinhos na hora do banho ou na frente do espelho.

Marketing pessoal

Não use o home office como pretexto para se isolar. Trabalhar fisicamente distante de colegas e clientes exige mais dedicação na promoção de sua imagem, principalmente quando você deseja ser lembrado para aquele projeto importante.

Cuide das suas redes sociais, em especial aquelas voltadas para o ambiente corporativo (como o LinkedIn). Telefone para clientes vez ou outra, e não deixe de sondar o nível de satisfação deles. Coloque-se disponível para tirar dúvidas de colegas e auxiliar em atividades específicas.

Estar bem é trabalhar bem

Um amigo comentou que o home office o ensinou a coar o cafezinho perfeito. Parece bobagem, mas às vezes é esse café o responsável por proporcionar prazer a um dia particularmente difícil. Valorize os pequenos aprendizados: a capacidade de preparar rapidamente um almocinho gostoso, aquela prática de 15 minutos de HIIT para aquecer o corpo, o cochilo de dez minutos depois da refeição, o banho no meio da tarde só para aliviar as tensões, o crochê que você aprendeu pelo Youtube para relaxar depois do expediente.

Lembre-se de que não somos feitos só de trabalho. Tudo o que aprendemos nos torna mais sábios e melhores. Acima de tudo, o home office proporciona autoconhecimento.

Aproveite para se tornar um ser humano melhor!

Pilar da inovação no reverso do COVID-19

Há trinta anos, a escola de negócios suíça IMD (International Institute for Management Development) divulga um ranking de competitividade digital, no qual são avaliados mais de sessenta países.

A pesquisa se baseia em indicadores estatísticos e nos resultados de uma pesquisa de opinião realizadas com executivos que passaram ao menos um ano vivendo em cada país pesquisado. Nesse estudo são avaliados aspectos como agilidade tecnológica, uso de big data e analytics e capacidade de se antecipar às mudanças no mercado.

Na edição 2019, 63 países foram avaliados. O Brasil ficou na 59ª posição geral, na frente apenas da Croácia, Argentina, Mongólia e Venezuela. Na prática, isso significa que ainda somos menos “digitais” do que pensamos.De acordo com o mesmo estudo da IMD, o Brasil ainda é um país que apresenta muitos obstáculos para abrir novos negócios e cuja legislação ainda carece de desenvolvimento em pesquisa e tecnologia.

Além disso, nossas empresas ainda necessitam de mais agilidade, flexibilidade e acesso a capital para investir em tecnologias, bem como de mais interesse em construir parcerias entre empresas e universidades.

Pilar da inovação no reverso do COVID-19. Brasil ainda é um país que apresenta muitos obstáculos para abrir novos negócios.

Um choque no mercado

Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, tem uma frase muito emblemática sobre o relacionamento das empresas brasileiras com a tecnologia: “Muitas empresas pensam que são digitais só porque têm funcionários usando computador e smartphone; mas a maioria delas ainda são incrivelmente analógicas”.

Certamente essas empresas ilusoriamente digitais sentiram o choque no momento em que foram atingidas pelo impacto global causado pelo vírus COVID19. Não precisamos entrar em detalhes sobre a pandemia, afinal o assunto tem sido abordado maciçamente em todos os veículos. Nossa proposta é fazer um convite à reflexão em relação à sua situação profissional, à situação da sua empresa: como esse novo panorama foi encarado? Sua organização já dispunha de um cenário favorável para instituir o home office? Quais funções puderam ser adaptadas para o ambiente externo da empresa?

A grande falha é que muita gente ainda pensa que, para haver a estrutura do home office, basta um computador, conexão com a internet e um smartphone. A ilustração do trabalho remoto ainda é fantasiosa, como uma cena de filme, e o COVID19 fez com que muitas empresas acabassem descobrindo as dificuldades de implementação deste modelo de forma atabalhoada, sem qualquer tipo de planejamento ou preparo. Às vezes o conhecimento sobre o modelo de trabalho remoto até existe, mas é apenas teórico, jamais prático.

Sua empresa preparada o tempo todo?

Há anos temos enfrentado uma corrida exaustiva para transformar os negócios analógicos em digitais, mas só agora — diante da extrema necessidade — as empresas estão tendo exata noção de seu posicionamento tecnológico num mercado onde só os fortes aguentam o tranco. Agora, mais do que nunca é hora de rever seu modelo de negócios. Veja como adaptar sua empresa para o trabalho remoto:

Análise de funções e cargos. Algumas funções podem ser realizadas à distância, já outras, não tem jeito: precisam ser dentro da empresa. Liste todos os cargos existentes em sua organização, definindo quais podem ser feitos por home office e quais têm de ser presenciais. No caso dos cargos de trabalho in loco, defina formas de desonerar os funcionários. Pode ser montando escalas, reduzindo a carga horária etc.

Gestão em primeiro lugar. Se necessário, revise processos e recorra a modelos de gestão (como o PDCA) ou a normatizações internacionais para reformular seu gerenciamento (a ISO 9001, por exemplo, tem enfatizado a análise de riscos, fator muito importante em momentos de urgência como este).

Avaliação da comunicação. Lembre-se de que toda comunicação entre funcionários será feita por telefone ou internet. Busque saber quais softwares atendem melhor às necessidades da empresa, principalmente para a realização de conferências e reuniões. Tenha consciência de que alguns processos podem ficar mais lentos devido a deficiências tecnológicas ou mesmo dificuldades humanas (Exemplo: o funcionário está em teleconferência, mas ao mesmo tempo está dando atenção a outra atividade).

Perfil dos funcionários. Nem todo mundo nasceu para fazer home office. Algumas pessoas têm muita dificuldade de se concentrar fora do ambiente de trabalho ou acabam se dividindo entre tarefas do escritório e atividades em casa (serviços domésticos, filhos etc). Num momento como este, em que não há muita escolha — afinal estamos cumprindo uma quarentena —, é preciso conscientizar a todos de seus deveres e responsabilidades. E também é preciso que a própria empresa saiba equilibrar as coisas para que seu pessoal não acabe sobrecarregado. Ninguém precisa de mais estresse.

Apoio tecnológico. Em alguns casos, é preciso fornecer acesso à rede interna da empresa, de modo que o funcionário possa acessá-la de casa. Verifique se há estrutura para tal. O ideal também é que equipamentos como celulares e laptops sejam fornecidos pelo empregador. Prepare-se para os custos. O ideal é que isso faça parte do orçamento da empresa desde sua fundação.

Metodologia ágil. Conheça a importância da metodologia ágil, que, sob o conceito da Tecnologia da Informação (TI), é um formato mais eficiente para se criar programas, cuja abordagem confere muito mais flexibilidade aos profissionais de TI, pois o planejamento e a execução de todas as rotinas são mais interativos. Saiba mais neste artigo sobre essas metodologias!

Escolha de ferramentas. Faça uma pesquisa minuciosa para descobrir todas as ferramentas ideais para sua empresa. Isto inclui hardwares e, principalmente, softwares.

A Verde Ghaia tem investido em diversos serviços e produtos com foco em tecnologia, automação e inteligência artificial a fim de auxiliar no planejamento de ações estratégicas. Certamente ela possui a ferramenta ideal para sua empresa.

Hora de mudar

Devido ao baixo nível de concorrência, foco em commodities, pouco incentivo à inovação e foco insuficiente em pesquisas científicas, infelizmente o Brasil ainda é pouco afeito às soluções empresariais. Não é à toa que a pandemia do COVID19 desesperou alguns empresários, pouco preparados para adaptar seu modelo de negócios às necessidades que passaram a surgir neste novo cenário. Infelizmente, muitos gestores só pensam na solução de um problema quanto este bate à porta. Só que isso pode ser fatal num mercado no qual é importante se destacar da concorrência.

Portanto, agora é o momento para aprender as lições e começar a pensar num jeito diferente de trabalhar, abrindo possibilidades para transformações completas. Mesmo depois que a quarentena acabar, a ordem é não se acomodar. Algumas mudanças de mentalidade, inclusive, podem vir a ser definitivas.

A Verde Ghaia — uma empresa sempre à frente — acredita que este é um momento para dar espaço a ideias inovadoras, que alimentarão o mercado com soluções mais ágeis e eficazes perante aqueles que demandam novos produtos, como o setor privado, por exemplo. E está aberta a desenvolver produtos que possam suprir essa lacuna, oferecendo também a melhor consultoria.

Não espere por uma nova emergência para agir. Adapte-se. O mercado não espera.

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Saiba o que são empresas B-Corps!

Você já ouviu falar das empresas B-Corps? Num resumo, só para contextualizarmos, uma empresa B é aquela que tem o desenvolvimento social e ambiental como um de seus principais objetivos. Ela equilibra o lucro com o bem-estar de todos.  

o que são empresas B? B-corps

O conceito foi criado nos Estados Unidos pela B-Lab, uma organização sem fins lucrativos, fundada em 2006 na Pensilvânia; daí o “B” quando nos referimos às empresas B (que também pode ser B de “benéfico”). Em inglês, as empresas B são chamadas B-Corps (uma contração para B Corporations).

Toda empresa classificada como B possui uma certificação reconhecida internacionalmente, a qual atesta que tal organização atende a determinados padrões de transparência, responsabilidade, sustentabilidade e desempenho cujo objetivo é criar valor para a sociedade. A empresa B visa como modelo de negócios o desenvolvimento social e ambiental. Toda empresa certificada pelo Sistema B possui como objetivo solucionar problemas socioambientais.

Atualmente, existem quase mil empresas B distribuídas por trinta países e sessenta setores (sendo que 75 delas estão na América Latina).

No Brasil, o conceito de empresa B é relativamente recente e tem sido liderado pelo Comitê pela Democratização da Informática (CDI) — uma organização sem fins lucrativos que se utiliza da tecnologia para combater a pobreza e estimular o empreendedorismo — numa parceria com o Sistema B (representante do movimento pelas B-Corps na América Latina), e já possuí 46 empresas com o certificado.

Como se tornar uma empresa B?

Muitas empresas e empresários têm focado na transparência em suas relações, voltando seus esforços para redução dos impactos sociais e ambientais. O empresário compreende que possui poder de mercado, e que além de entregar produtos e serviços de qualidade, pode fazer uso desse poder para solucionar problemas ambientais e sociais.

Se você pretende que sua organização faça parte do seleto grupo das empresas B, deve estar ciente do seguinte. A empresa B*:

  • Compromete-se em criar impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.
  • Aumenta o dever fiduciário de acionistas e gestores, buscando sempre incluir interesses não financeiros/lucrativos.
  • Compromete-se em operar sob altos padrões de gestão e transparência.
  • Faz parte de uma comunidade interdependente, onde um é responsável por inspirar o outro.

(*Fonte: Sistema B)

Passos para ser uma empresa B

Para se tornar uma empresa B, a organização deve seguir um a série de passos:

  1. Completar a Avaliação de Impacto B, ferramenta gratuita no site Sistema B. Essa avaliação foi desenvolvida para medir e gerir o impacto positivo de sua empresa em seus trabalhadores, comunidade, consumidores e meio ambiente, considerando o impacto das operações no dia a dia e como modelo de negócio.
  2. Completar o questionário de divulgação, o qual considera qualquer impacto negativo significativo, a revisão de antecedentes e um canal público de denúncias ou reclamações. Esse questionário permite que a empresa compartilhe com o B-Lab, de maneira confidencial, qualquer prática sensível, multas ou sanções recebidas pela empresa ou suas filiais.
  3. Passar por uma análise de elegibilidade.
  4. Preparar-se para a etapa de verificação. Nesta fase ocorrerá o fornecimento de uma série de documentos para preparo da auditoria.
  5. Passar pela verificação em si (auditoria da B-Lab).
  6. Passar por uma revisão de antecedentes, a qual inclui uma revisão de registros públicos, fontes de notícias e mecanismos de busca pelo nome da empresa, suas marcas, executivos/fundadores e outros temas relevantes.
  7. Passar por uma revisão presencial. A cada ano, 10% das Empesas B Certificadas são selecionadas aleatoriamente para uma revisão aprofundada e presencial, como parte dos requisitos para a recertificação. Isso é fundamental para manter a credibilidade do selo de Empresa B.
  8. Divulgar publicamente o Relatório de Impacto B no site www.bcorporation.net (não há quebra de confidencialidade dos dados).
  9. Modificar estatutos e/ou figura jurídica da empresa, de acordo com as leis de cada país.
  10. Pagar pelo custo anual da certificação, que varia de acordo com o faturamento anual da empresa.

Prêmio Compliance e empresa B: o que elas têm em comum?

O Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade é uma premiação de abrangência nacional realizada pela Verde Ghaia. Seu objetivo é celebrar o controle legal e as boas práticas sustentáveis das empresas brasileiras, incentivando a gestão ambiental transparente.

Uma empresa B certamente estará alinhada ao Prêmio Compliance Brasil, visto que o objetivo da premiação é exatamente incentivar as melhores práticas sustentáveis e de compliance, contribuindo para um mundo melhor.

Os vencedores do Prêmio Compliance Brasil certamente têm mais chances de se tornar uma empresa B; e toda empresa certificada como B tem maiores chances de sair vencedora do Prêmio Compliance Brasil. Uma relação na qual todos saem ganhando. E a sociedade ganha muito mais!

Em 2020, o Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade celebrará sua quinta edição com uma grande festa em São Paulo (SP) no dia 18 de junho, e contará com um apoio valioso, pois será realizado em parceria com o Grupo Voto.

Visite o site: https://premiocompliancebrasil.com.br/

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