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Artigos mais lidos em Setembro

Acompanhe os artigos mais lidos do mês de Setembro e fique por dentro dos temas mais buscados pelos nossos leitores.

No Blog do SOGI, você encontra assuntos relacionados a Softwares para ajudá-lo na sua gestão de Saúde e segurança, perigos e riscos, controle de licenças, monitoramento de requisitos legais, gestão de riscos, gestão em compliance em sustentabilidade.

Aproveite e acompanhe os novos artigos sobre Compliance – ESG e fique por dentro deste conceito que está mexendo com o mercado de investimento.

Boa leitura!


compliance

Empresas que buscam por práticas em Compliance

Uma empresa que implementa uma gestão em Compliance, busca ampliar a visão de todo o negócio, incluindo os seus riscos, além de atender aos requisitos legais aplicáveis.


Riscos e Oportunidades

Você sabe a quais Riscos a sua organização está exposta?

Conheça quais são os riscos do seu negócio; o que é gestão de riscos e como você pode fazer uma gestão estratégica destes riscos em sua empresa.


Legislação ambiental

O que saber sobre Renovação de LO (Licença de Operação)?

O procedimento de licenciamento ambiental autoriza não apenas a operação de empreendimentos e atividades, mas também a localização, instalação e até uma possível ampliação da empresa.


Consultoria em Gestão de Energia

O que é o Módulo GRC: Governança, Risco e Compliance?

SOGI GRC é indicado para todas as empresas que precisam de uma gestão preventiva, ética e eficaz de seus riscos.


SSO - ISO 45001 - DDS

Conceito e aplicação da Segurança no trabalho

Acidentes acontecem, e muitas vezes não podem ser previstos. A Gestão em SSO existe com a finalidade de minimizar os riscos, e proteger os funcionários dentro do ambiente – seja ele corporativo, fabril, comercial e etc.


gestão de risco

Como ajudar seu time a gerenciar as tarefas e manter os processos?

Metodologia S.M.A.R.T: o trabalho em equipe já tem um quê de ser naturalmente complicado. Mas, pode ser muito mais fácil e simples!


Consultoria em Gestão de Energia

Quais benefícios ao adotar Consultoria em Gestão de Energia?

Entenda o que é consultoria em Gestão de Energia e como gerenciar os recursos de forma mais eficiente!


SSO - ISO 45001

Como gerenciar Requisitos de Saúde e Segurança – ISO 45001?

As organizações se baseiam na norma ISO 45001 para fazer o levantamento de Perigos e Riscos em Saúde e Segurança (PRSSO) respeitando e cumprindo as orientações estabelecidos pelos requisitos.


gestão da qualidade

Gestão de Fornecedores: você avalia a satisfação dos consumidores?

A gestão de fornecedores é primeiro passo para a satisfação do seu cliente. É preciso compreender que satisfação e expectativa do cliente são dois termos distintos e que, se não forem bem gerenciados, podendo gerar frustrações nos resultados da sua estratégia.


Artigos mais lidos de Agosto

Confira os artigos mais lidos do Blog do SOGI no mês de agosto!

São vários conteúdos, diversos temas relacionados a Saúde e Segurança, Inteligência Artificial, Riscos, Licenaças e muito mais! Ao final desse post, você ainda pode conferir os lançamentos de produtos e serviços mais recentes da VG.

Corre lá e confira! Fique por dentro das novidades e mantenha a sua forma de fazer gestão sempre atualizada!

Até breve e boa leitura!


Artigos importantes para sua Gestão

Riscos e Oportunidades

Você sabe a quais Riscos a sua organização está exposta?

Já parou para pensar em todos os riscos que seu negócio possui? Saber quais são os riscos e como gerenciá-los, é parte essencial da sua gestão!


Indicadores de Gestão

O que saber sobre Renovação de LO (Licença de Operação)?

Entenda o que é a Licença Ambiental de Operação e qual a sua importância para o empreendimento.


como escolher o melhor software para sistema de gestão

Auditoria de Conformidade Legal através do LIRA-SOGI

A auditoria de conformidade legal contribui com a verificação do atendimento aos Requisitos Legais, ajudando sua organização a se manter em conformidade.


produtos orgânicos

Cuidados que os restaurantes devem ter ao estocarem os alimentos

Em restaurante de pequeno porte, até as redes mais importante, ainda existem dúvidas de como estocar os alimentos. E não é para menos! Os alimentos demandam de muito cuidado!


SSO - Módulo PRSSO

A Revolução Industrial: marco da evolução da Saúde e Segurança dos Trabalhadores

No Brasil, a evolução mais significativa na indústria se deu por volta da década 1930; mas só em 1970, quando registrávamos quantidades altíssimas de acidentes laborais, começou a haver algum tipo de preocupação.


gestão de risco e compliance

A inteligência artificial aliada ao compliance ambiental

Na maioria dos Estados brasileiros não existe automação no fluxo de processos administrativos ambientais e nem a padronização de documentos. Mas, existem ferramentas diversas para essa gestão. Confira!


Como Monitorar o Risco Normativo da organização?

Faça Gestão de Riscos com a LIA e tenha indicadores relevantes com dados consistentes e estratégicos para sua gestão de normas legislativas e normativas.


Gestão 4.0 - deivison pedroza

Por que toda organização deve se preparar para Auditoria?

Se você quer gestão mais estratégia para os seus negócios, é importante identificar as oportunidades de melhorias e tomar decisões eficazes para o crescimento sustentável da organização.


Consultoria em Gestão de alimentos

Por que contratar Consultoria em Segurança de Alimentos?

Cumpra as obrigações legais, compreendendo o porque “uma série de normas” são essenciais para a segurança dos alimentos que chegam até o seu consumidor final.


Lançamentos Recentes da VG

VG Play – Plataforma de Educação Continuada da Verde Ghaia que vai te manter constantemente atualizado! É o seu Netflix, só que voltado para o conhecimento.


Legislação Comentada – lançamento da Verde Ghaia que vai acrescentar muito à sua gestão legal. São vídeos produzidos pela nossa equipe de advogados especializados que explicam diversos pontos polêmicos das legislações ambientais, trabalhistas e de saúde e segurança ocupacional.


Consultoria Online – Nova forma de Implantar Sistemas de Gestão e garantir que a sua empresa mantenha as certificações ISOs. O mundo mudou e nós mudamos junto, com soluções ainda mais tecnológicas!


LGPD: como organizar e manter seguro os processos da sua empresa?

Há algum tempo, a segurança de dados e informações tem sido assunto muito discutido nas organizações. E tudo, é claro, num tom polêmico devido às várias tentativas de prorrogação de algo inevitável.  Embora o objetivo da LGPD seja a proteção de dados e informações como instrumento de segurança jurídica, o assunto tem dividido opiniões.

O objetivo desse artigo é apresentar o contexto da Lei que até o momento, entra em vigência imediatamente segundo o Senado Brasileiro ( ainda dependendo de Sanção), com o objetivo de dar a você leitor, fontes de cunho impessoal, para formação da sua opinião.

Boa leitura!

LGPD: entrou em vigor ou não?

Ontem, 26.08.2020, houve no Senado a votação da Medida Provisória nº 959 que altera a data de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados, conhecida como LGPD, para 03 de maio de 2021. Isso ocasionou o adiamento da norma, que não mais ocorrerá em 2021. Contudo, nos termos do artigo 62, § 12º, da Constituição Federal, considerando a aprovação parcial do projeto de conversão da MP em Lei, a Medida Provisória 959 se mantém integralmente vigente, até que seja sancionado ou vetado o projeto.

Além disso, ontem foi publicado também Decreto nº 10.474 pela Presidência da República que aprova a estrutura regimental da Autoridade Nacional de Proteção de Dados – ANPD. Isso significa que, em breve, a fiscalização referente a proteção de dados será efetiva. Cabendo as organizações se reestruturarem seus processos internos, para não sofrerem sanções desnecessárias.

Apesar desse cenário instável em relação a aprovação da lei LGPD para este ano, a VG tem aconselhado aos seus clientes se adequem urgentemente a esta norma, posto que ela será aprovada e entrará em vigor, com a aprovação pelo Congresso Nacional e sanção da Presidência da República. A VG acredita que independente da aprovação agora ou mais tardia, as organizações precisam implementar seus processos internos com foco na proteção e segurança dos dados e informações de seus clientes.

Estamos todos ansiosos quanto a questão de vigência da norma, se ela será resolvida ou não, entretanto, a única certeza que temos até o momento é que estamos todos diante de um cenário de incerteza e insegurança jurídica de dados e informações.

Por fim, como o adiamento foi derrubado, a assessoria de imprensa do senado alega que a LGPD passaria a valer já a partir de hoje, quinta feira, 27 de agosto de 2020, com ou sem a sanção do presidente.

Nós especialistas, acreditamos que não seria o caso de já entrar em vigor a partir de amanhã, retroagindo no dia 14/08/2020, somos positivos no sentido de que só valerá após a sanção presidencial, que deve ocorrer em 15 dias uteis após o recebimento do projeto na casa civil.

Sugestão de leitura: O que é LGPD? Como ela funciona?

Há previsão para aprovação do projeto de conversão da MP em lei?

De acordo com o art. 66, da Constituição Federal, o Senado deverá enviar o projeto de conversão da MP em Lei ao Presidente Jair Bolsonaro, que poderá aprovar, vetar total ou parcialmente e até mesmo se silenciar. No entanto, o que importa realmente é que o Presidente poderá concordar ou não com a decisão do Senado em prejudicar o artigo 4º da MP que determina que não deverá ocorrer adiamento da LGPD.

Pode-se pensar, nesse momento, em alguns possíveis cenários quanto à vigência da LGPD:

A MP 959|2020 não é convertida em lei: hipótese em que a LGPD entra em vigor imediatamente, sendo as sanções aplicáveis apenas a partir de agosto de 2021 conforme o RJET;

A MP 959|2020 é convertida em lei, vigorando com o RJET: a LGPD entraria em vigor no dia 3 de maio de 2021, no entanto, as sanções seriam aplicáveis apenas a partir de agosto de 2021;

A MP 959|2020 é convertida em lei revogando o RJET: a LGPD entraria em vigor no dia 3 de maio de 2021 em sua integralidade, com a possibilidade de aplicação das sanções.

Diante do exposto, recomendamos novamente aos nossos clientes que se adequem à LGPD o quanto antes, tendo em vista que, a qualquer momento, ela poderá entrar em vigor, com a aprovação pelo Congresso Nacional e sanção da Presidência da República.

Esse cenário de incerteza é uma grave ameaça a segurança jurídica dos dados e informações, visto que pode haver cenários no qual as organizações podem sofrer graves sanções previstas no Marco Civil da Internet, esperando pela votação da lei para se adequarem. Por isso, a VG salienta mais uma vez, a importância de implementar um sistema de segurança da informação, assegurando a saúde empresarial.

Sugestão de Leitura: Lei de proteção aos dados pessoais: como ela afetará a relação entre as empresas e seus clientes?

Processo de Implementação de um Sistema de Segurança da Informação

Independente do seu ramo de atividade, mas, principalmente para aqueles que desenvolvem softwares, as organizações deverão adequar os procedimentos internos dos processos, no que tange a norma de proteção de dados. Mesmo que a LGPD não tenha sido aprovada até o momento, ela está em tramitação no Congresso e em estado em evidência, trazendo à tona discussões sobre formas das organizações implementarem e monitorarem seu sistema de informação.

Salientamos, que a LGPD possui conexão muito forte com o sistema da Informação, por isso, é preciso estruturar os processos das áreas internas no tocante às diretrizes da norma. Inclusive, há a norma ISO 27001 que aborda essa temática, preparando as organizações para as mudanças de mercado.

A Verde Ghaia acredita que a prevenção é o ponto mais importante para o crescimento das organizações. Por isso, a VG tem se preparado para esse momento há um bom, primeiro por ter em seu DNA a inovação, o futuro e segundo por estar sempre antenada nas mudanças e transformações do mercado, como ocorreu esse ano, o mundo inteiro migrou do analógico para o digital, fortalecendo ainda mais a Projeto de lei de proteção de dados.

A primeira transformação começou dentro da própria VG, com SOGI Lira sobre a temática de proteção dos dados e o início da implementação do sistema de proteção de dados e informação com base na LGPD, no Marco Civil da Internet e com referências normativas, como, por exemplo, a interface muito próxima à ISO 37001.

Sugestão de Leitura: Como manter seus dados seguros em mundo virtual?

Importância de um Sistema de Gestão com Proteção de Dados

A implementação de um sistema de gestão de proteção de dados, é um tópico muito importante para as empresas se adequarem e manterem seu crescimento saudável, sem qualquer tipo de surpresa. Além disso, muitas ações relacionadas a proteção de dados têm conexão com a proteção de eventuais desvios e subornos nas organizações, por isso essa conexão entre as duas áreas é tão importante.

Aproveito para convidá-los a conhecer a Legislação Comentada que trata de assuntos jurídicos variados, como a LGPD. Ou acesse o VGPlay, uma plataforma de lifelong learning, com conteúdos voltados para o desenvolvimento profissional e a gestão empresarial.

Deivison Pedroza – CEO do Grupo Verde Ghaia


Sugestão de Leitura: Proteção de Dados e Compliance no Contexto atual

A inteligência artificial substituirá o ser humano?

Já parou para pensar que algumas profissões simplesmente não existem mais? Telefonista, datilógrafo, telegrafista, vendedor de enciclopédias, lanterninha de cinema.

Cientes de como o tempo — e a tecnologia — extinguiram algumas funções outrora essenciais, é inevitável que nos perguntemos: quais profissões virão a ser limadas da sociedade num futuro próximo? Será que o excesso de tecnologia vai deixar o próprio ser humano obsoleto? A inteligência artificial será capaz de substituir uma pessoa em sua totalidade?

De acordo com um relatório do Information Services Group (ISG), empresa norte-americana de consultoria e pesquisa em tecnologia, a automação robótica dos processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de 5 a 10 vezes mais rápido, e usando 37% menos recursos, em média. Nesse ritmo, estima-se que até 2050 cerca de 80% das atividades realizadas por seres humanos serão automatizadas.

Sugestão de leitura: Como incrementar novas tecnologias na Gestão Empresarial?

Vamos ficar sem emprego?

Devemos nos lembrar de que esse questionamento homem versus máquina não é de hoje, afinal a grande Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII também trouxe uma série de dilemas semelhantes. No entanto, também é importante frisar que a tecnologia na maioria das vezes extingue alguns aparatos, mas também cria novos, estes quais geralmente continuam dependendo da operação humana.

Quer ver alguns exemplos?

A máquina de datilografar foi substituída pelo computador. As carruagens saíram de cena (pelo menos como meio de transporte principal em áreas urbanas), mas deram lugar aos automóveis (e note que as carroças continuam a existir!). As locadoras de vídeo foram substituídas pelo serviço de streaming. Os smartphones criaram todo um novo mercado; veja o caso dos influenciadores digitais, que têm se mostrado verdadeiras minas de ouro.  De acordo com a Izea, empresa de marketing digital, em 2019 um atleta poderia receber até US$3 milhões por um único post patrocinado em suas redes sociais.  

Nesse cenário, o que devemos ter em mente é que toda inserção tecnológica vai representar um momento de ruptura na sociedade; no entanto, em vez de repelir tais mudanças, devemos abraçá-las. Até porque, na prática, sabemos que a Inteligência Artificial ainda não é perfeitamente capaz de reproduzir exatamente aquele diferencial que torna o humano puramente humano.

Basta pensar nas diferenças que ocorrem quando ligamos para o serviço de atendimento ao consumidor de determinada marca e somos atendidos por robôs, e quando somos atendidos por pessoas.

Sugestão de Leitura: Sustentabilidade e Tecnologia: Como alcançar melhorias para a sua gestão?

Robôs e a Linguagem Humana

Embora os robôs sejam capazes de compreender a linguagem humana e de correlacionar informações, o atendimento humano continua sendo mais completo e mais certeiro. Um funcionário de call center, por exemplo, tem o computador como ferramenta facilitadora (na hora de encontrar e registrar informações, gravar dados, consultar históricos etc), mas ele — a pessoa — continua sendo indispensável, pois ainda realiza um atendimento melhor do que uma gravação.

Sendo assim, não nos enganemos: se por um lado robôs agilizam a produção e melhoram processos, por outro, os seres humanos continuam sendo essenciais para monitorar, interpretar e gerenciar dados. As máquinas tiram um posto de trabalho, porém criam muitos outros. É bem provável que as funções mais promissoras do futuro sejam aquelas ligadas ao gerenciamento e análise de dados: estatístico, gestor de qualidade, gestor de conteúdo, engenheiro de processos e tudo o mais que possa ser ligado a estratégia e gestão da informação.

E tem um outro fator: como humanos, somos seres de necessidades constantes. O filósofo Arthur Schopenhauer dizia que a vontade é a força motriz da existência humana. Sendo assim, ainda que haja a ruptura pós boom tecnológico, novas necessidades sempre serão criadas. Faz parte da nossa natureza.

Sugestão de leitura: Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

O avanço tecnológico é inevitável

Sejamos realistas: o processo de mudança rumo a um mundo cada vez mais tecnológico é inevitável. E isso não é ruim. A melhor forma de se adaptar é questionando: como posso evoluir e me adequar a esse novo futuro? Quais competências devo desenvolver? Que tipo de abertura posso criar no mercado? Como aliar essas novas tendências ao que gosto de fazer?

A partir de agora estaremos sempre diante de um novo e imenso campo a ser explorado.

E respondendo ao título deste texto de forma muito objetiva: muito provavelmente jamais seremos totalmente substituídos por máquinas. Elas vão facilitar muito nosso trabalho, porém, só sobreviverá aquele que estiver disposto a acolher a inovação e fazer dela um fiel aliado.

E você, concorda? Deixe seus comentários abaixo!

Home office: como ter uma gestão descentralizada

De acordo com o IBGE, em 2018 quase 4 milhões de brasileiros já haviam aderido ao modelo home office, o maior número registrado até hoje no país[FL1]. E após a pandemia provocada pelo vírus COVID-19 esse número tem aumentado ainda mais, e tudo indica que será uma nova modalidade de trabalho no período Pós Covid.

Por que ter uma Gestão descentralizada é importante?

Uma das maiores características do home office é ser um modelo de trabalho descentralizado. Sua essência defende que a responsabilidade de gerenciamento de pessoas, dentro de uma organização, não é apenas dos líderes, mas também dos próprios colaboradores.

É nesse processo que auto gestão do home office se destaca. Isso significa que os próprios Colaboradores devem se responsabilizar pela organização de seu tempo e de metas estabelecidas pelo Líder, bem como administração de seu tempo. A responsabilidade de” trabalhar em casa” é enorma, pois exige auto liderança e é preciso estar preparado.

Descentralização das Equipes

A descentralização de equipes através do trabalho remoto é uma tendência que tem ganhado cada vez mais força — e o isolamento social causado pela pandemia do Covid-19, só fez intensificar esse movimento.

Entretanto, muitos gestores ainda torcem o nariz para o formato de trabalho remoto, pois temem perder o controle ou mesmo o senso de autoridade, por vezes necessário, para se fazer uma empresa andar. Porém, é um medo infundado, pois mesmo na gestão descentralizada, os líderes de equipe mantêm papel fundamental. Afinal, eles devem permanecer ativos junto aos membros de sua equipe, tornando-se essenciais na hora de direcionar os rumos dos projetos desenvolvidos pela sua equipe.

Na verdade, o gestor deve enxergar que a postura ativa (e proativa) dos colaboradores vem para facilitar o trabalho de forma geral, de modo que os objetivos da empresa acabam sendo cumpridos com maestria. E quando ocorre de ambos, colaborador e líder, assumirem suas responsabilidade mais fácil é a organização do fluxo do trabalho.

Vantagens da Gestão Descentralizada

Quando bem implementado, o modelo de trabalho descentralizado é repleto de vantagens — e pode abrir caminhos para novos negócios que tornarão a empresa um diferencial no mercado. Os maiores ativos do momento, como a Netflix e o Uber, nasceram exatamente desse modelo descentralizado.

O quadro abaixo mostra o que é importante em cada tipo de gestão:

Gestão centralizada Gestão descentralizada
Cumprimento de carga horária Tarefa entregue no prazo acordado
Adesão aos padrões da empresa Valorização da cultura da empresa
Avaliação anual Feedback constante
Gerenciamento de sistemas Gerenciamento de pessoas

Como podem ver, a gestão descentralizada valoriza resultado e pessoas. Além disso, ela trás outras vantagens.

Diversidade de perfis

Como o home office foca nas tarefas a serem entregues, e não no modo como as pessoas trabalham, é possível contratar uma equipe mais diversificada, inclusive no que diz respeito a questões de acessibilidade, pois ainda existem profissionais com algum tipo de limitação que lhes conferiria dificuldades de ingressar num modelo de trabalho tradicional.

Economia

Devido a descentralização, é possível criar um modelo de trabalho mais econômico, pois a empresa não precisa mais reservar um espaço físico para acomodar seus funcionários. Além disso, a possibilidade de se “trabalhar de qualquer lugar” pode elevar os níveis de produtividade daqueles que desejam um modelo mais flexível. E numa empresa, mais produtividade significa mais lucro.

Sustentabilidade

Energia elétrica, água, papel, copos descartáveis… Todo escritório exige uma estrutura mínima para se trabalhar. Se cada funcionário trabalha de casa, temos menos desperdício. Além disso, sem a necessidade de deslocamento, reduz-se o tráfego nas cidades e, consequentemente, a emissão de poluentes no ar.

Flexibilidade

Cada vez mais, o tempo se torna uma de nossas moedas mais valiosas. Os profissionais que atuam em regime de home office podem ter mais qualidade de vida, pois todo o tempo perdido no deslocamento para o escritório pode ser utilizado para se exercitar, descansar, interagir com a família, fazer cursos etc. Vale até um cochilo de vinte minutos depois do almoço para recarregar as energias.

Atenção ao Modelo de descentralização

  • A gestão descentralizada não é caracterizada pela mera distribuição de tarefas, mas principalmente pela distribuição de informações e pelo compartilhamento das tomadas de decisão.
  • A gestão descentralizada não é sinônimo de desorganização. Pelo contrário. Quanto mais organizados os processos, mais chance de sucesso no modelo descentralizado.

A gestão descentralizada de pessoas pode ser muito benéfica. Mas, é primordial que gestores reconheçam seu papel estratégico e preparem a equipe para atuar com autonomia a responsabilidade.

Hoje, sai na frente a empresa que estiver pronta para descentralizar e delegar a tomada de decisão. Desse modo, o trabalho acaba sendo executado com mais qualidade, a diretoria fica livre para abordar assuntos mais estratégicos, os processos se tornam mais transparentes, as equipes ficam mais engajadas e todo mundo — pessoas e empresa — crescem juntos!

E você, concorda que a gestão descentralizada se tornará cada vez mais benéfica, trazendo mais qualidade de vida para os colaboradores? Deixe seu comentário abaixo!


 [-FL1]Fonte: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/2019/12/18/home-office-bateu-recorde-no-brasil-em-2018-diz-ibge.ghtml

Desburocratização da Legislação Ambiental no Brasil

A importância das questões relacionados ao meio ambiente tem sido premente em toda a sociedade mundial, sendo que cada vez mais crescem as exigências e demandas em torno de iniciativas, práticas, métodos e processos em prol da manutenção da estabilidade do ecossistema onde vivemos.

Burocratização da legislação ambiental no Brasil*

A legislação ambiental brasileira frequentemente é apontada como uma das mais avançadas do mundo; no entanto, em paralelo, também existe uma corrente que questiona o excesso da burocracia que a envolve, visto que são crônicos os problemas de efetividade. Com isso, os resultados concretos em termos de melhoria da qualidade dos parâmetros relacionados ao meio ambiente costumam ser excessivamente demorados, pouco significativos ou incompatíveis com o ritmo de agravamento dos problemas ambientais.

Se por um lado é importante que haja uma regulamentação rígida e uma legislação ambiental abrangente a fim de evitar danos que afetam nossa sociedade como um todo, também há a necessidade de questionar os exageros.

Neste artigo, visamos refletir sobre o excesso de burocracia na legislação ambiental no Brasil, principalmente porque neste momento o Congresso se debruça sobre uma ampla discussão interna para revisão da chamada Lei Geral de Licenciamento Ambiental, cujo texto normativo seria capaz de aplacar as grandes dificuldades relacionadas aos procedimentos licenciatórios referentes às atividades exploradoras de recursos ambientais.

Ela prevê uma ampla revisão de todas as normas, com o objetivo de atualizar, simplificar e consolidar os atos legais, eliminando diretivas obsoletas, reduzindo a complexidade dos processos, fortalecendo a segurança jurídica e, como consequência direta e mais importante, reduzindo o Custo Brasil

As leis em números: cumprimento das Legislações

Em levantamento realizado ao longo de seus mais de vinte anos de atuação, a Verde Ghaia concluiu que atualmente dispomos de cerca de 64.212[1] atos normativos e regramentos técnicos ambientais vigentes no Brasil.

Veja abaixo uma estratificação por origem e tipologia – dados extraídos do Sistema Online de Gestão Integrada |SOGI:

  • Por origem do ato normativo:
Federais 11.583
Estaduais 22.901
Municipais 28.600
NBRs 1.128
Total: 64.212
  • Por tipos normativos:
Leis 27.667
Decretos 9.619
Instruções normativas 2.955
Portarias 9.040
Deliberações 1.550
Decretos-Lei (ainda vigentes) 77  
Resoluções 7.614
NBRs 1.172
Normas IBAMA 968

Um estudo da Confederação Nacional da Industria (CNI), apresentado em novembro de 2019, mostrou que 95,4% dos empresários industriais entendem que o licenciamento ambiental (onde se concentra grande parte das obrigações legais) é uma ferramenta importante para preservação do meio ambiente. No entanto, para 55,2% deles, o modelo atual de legislação não é eficiente.

A eficiência se perde devido ao excesso de burocracia

A justificativa nós já conhecemos: a eficiência se perde devido ao excesso de burocracia. Dentre os pontos destacados estão a demora na análise e na resposta dos órgãos envolvidos e os altos custos acarretados na contratação de empresas de consultoria para elaboração dos estudos ambientais. Ainda de acordo com os ouvidos pela CNI, não há clareza nas informações oficiais e a legislação é de difícil compreensão, além de estar atrelada à já citada insegurança jurídica.

Sem dúvida, o excesso de leis, suas constantes mudanças, e a pluralidade de requisitos legais que tratam o mesmo assunto de forma diversa é um grande dificultador. Isto se dá também porque, em linhas gerais, a regulamentação da política ambiental brasileira segue uma orientação preponderantemente voltada aos instrumentos de comando e controle, baseada na regulação direta das atividades econômicas utilizadoras de recursos ambientais. E os fatores dessa equação são muitos: complexidade, interesses múltiplos e divergentes, além de iniciativas intermináveis e muitas vezes conflitantes.

Sendo assim, nesse contexto, como formular e implementar políticas públicas e realizar uma boa gestão socioambiental com tantos interesses contrapostos e com o amparo em mais de 60 mil exigências legais?

Verde Ghaia: empenhada no cumprimento das Legislações

Nós da Verde Ghaia compreendemos que as legislações precisam se complementar com boas práticas de gestão, sejam elas ambientais, financeiras, de riscos, de saúde e segurança, de regras de compliance, de normas ISO, de processos, de performance, conhecimento, capacitação, responsabilidade socioambiental etc.

E as legislações restritivas devem ser acompanhadas de legislações, planos e programas com políticas de agregação, integridade, oportunidades, benefícios e estímulos.

A aplicação eficaz dos instrumentos legais ambientais pressupõe ainda plena estruturação e capacitação dos órgão públicos vinculados ao tema, bem como empresas conscientes, com boas práticas e comprometimento com o desenvolvimento responsável. Em suma: a Lei Geral do Licenciamento Ambiental é bem-vinda e necessária, mas não funcionará sem a plena colaboração do empresariado e nem tampouco será o remédio para todos os males.


* Texto baseado no original “Legislação ambiental no brasil: panaceia ou equação impossível? Algumas reflexões”, da autoria de Deivison Pedrosa (CEO da Verde Ghaia), Enio Fonseca (Superintendente do IBAMA no Estado de Minas Gerais) e Ricardo Carneiro (Sócio-diretor do Escritório Ricardo Carneiro Advogados Associados).


[1] Dado extraído do Sistema Sogi-Verde Ghaia em novembro de 2019

Retrospectiva Prêmio Compliance Brasil

Em 2013, a Verde Ghaia realizou a 1° Prêmio Compliance Brasil, uma iniciativa para reconhecer as boas práticas e o Controle Legal adotados pelas empresas em todo o Brasil.

A ideia surgiu quando Deivison Pedroza, CEO da Verde Ghaia, constatou que muitas das empresas brasileiras não conseguiam estar em dia com todos os requisitos legais aplicáveis aos seus negócios, devido à imensidão de normas e leis existentes em nosso país.

A premiação nasceu desde então, com o único objetivo de estimular e reconhecer às companhias, que de fato, têm se esforçado para alcançar a excelência em sua Gestão Legal. Além disso, a Verde Ghaia visa, também como incentivo direto ao acolhimento de práticas sustentáveis, principalmente quando uma empresa está em compliance. Isso significa que essa empresa passa por constantes monitoramentos, auditorias e fiscalizações, os quais numa cadeia de processos acabam por garantir equilíbrio ambiental.

Receptividade: As Organizações do 1° Prêmio Compliance

A edição de estreia do prêmio foi marcada pela diversidade comercial dos premiados, organizações como Coca-Cola Andina (Rio de Janeiro/RJ), Instituto Biocor (Belo Horizonte/MG), Anglogold Ashanti Mineração (Nova Lima/MG) e Kanjiko (Salto/SP).

O Prêmio Compliance Brasil foi tão bem recebido, que deu origem a uma segunda edição, em 2014, a qual agraciou empresas como Renault (São José Dos Pinhais/PR), Gerdau (Maracanaú/CE) e Leão Alimentos e Bebidas (Linhares/ES).

Em 2017, o Prêmio Compliance Brasil apresentou sua terceira edição. Foram mais de duas mil empresas participantes e muitas novidades: apoio da ABNT e parceira com a HSM Educação Executiva (plataforma online especializada na hospedagem de vídeos sobre empreendedorismo, negociação, marketing, estratégia, finanças e liderança).

A cerimônia do Prêmio Compliance Brasil 2017 também foi um dos eventos em destaque do HSM Expo 2017, que naquele ano também trouxe ao Brasil mais de cem palestrantes nacionais e internacionais, como o nadador e recordista olímpico Michael Phelps, o escritor Adam Grant, Nassim Taleb (uma das maiores autoridades mundiais em Gestão de Risco), e JB Straubel (um dos fundadores da Tesla Motors).

Prêmio Compliance Brasil em 2019

A quarta edição do Prêmio Compliance Brasil, em 2019 voltou a contar com o apoio da ABNT e atestou sua importância, pois muitas das empresas participantes passaram a determinar metas ambientais de curto e médio prazo para que pudessem voltar a ter chances de serem contempladas em edições posteriores.

Foi o caso da Tarkett, líder mundial na indústria de pisos, que levou dois troféus no Prêmio Compliance Brasil 2017. Estimulada pelo reconhecimento, a Tarkett instituiu o “Projeto 2020”, uma matriz com oito objetivos visando o bem-estar das pessoas e do meio ambiente, cujas metas incluem a redução na emissão de gases e a destinação de resíduos industriais a aterros.

O SOGI: aliado da Gestão Corporativa

Todos os clientes do SOGI — Software de Gestão Integrada desenvolvido pela Verde Ghaia — participam automaticamente do Prêmio Compliance Brasil. Isto só acontece porque o SOGI é totalmente alinhado às normas internacionais de certificação ISO. E como o sistema realiza o monitoramento completo de todos os requisitos legais de sua empresa em período integral, é praticamente impossível deixar de cumprir alguma norma.

Quando a Telefônica Brasil foi contemplada no III Prêmio Compliance Brasil, Marcela Rosa, responsável pela Gestão Estratégica de Sustentabilidade, reconheceu a importância do SOGI.

“A gente desenvolveu uma metodologia junto à Verde Ghaia utilizando o SOGI, e conseguimos assim monitorar o atendimento dos fornecedores críticos do SGA através das Liras. A gente ainda tem alguns avanços para fazer, mas é um trabalho que está sendo reconhecido na empresa como uma ferramenta de destaque para esse acompanhamento. Isso não seria possível se a Verde Ghaia não fosse sensível às necessidades da Telefônica e, nessa parceria conseguimos encontrar a melhor solução para os nossos negócios.”

A importância do compliance

“Compliance é uma palavra que eu uso desde o primeiro dia em que comecei a trabalhar na Comau, e acho que isso ajuda muito a gente a entender como deve ser a gestão de uma empresa”, diz o superintendente  Larte Scarpitta.

“A Comau faz parte de um grupo S.A., cuja visão de compliance é muito forte. Temos que atender isso de uma forma muito rígida. Então tudo o que há por trás [do compliance], as certificações ISO, por exemplo, já fazem parte da nossa rotina.”

Carlos Biancardi, performance manager da Nestlé, destaca a parceria de mais de dez anos com a Verde Ghaia.

“Sem essa parceria seria impossível [controlar tão bem nossas normas]. Lembrando que somos uma multinacional, então também estamos sendo regidos por montes de regulamentos de outros mercados. Realmente é uma tarefa bastante árdua, uma vez que são mais de trinta unidades certificadas.Por isso, gostaríamos de agradecer o reconhecimento principalmente da Verde Ghaia e destacar a importância dessa parceria”.

Nove categorias do Prêmio Compliance

– Gestão Integrada

– Meio Ambiente

– Saúde e Segurança

– Segurança de Alimentos

– Qualidade

– Responsabilidade Social

– Personalidade do ano

– Resíduos

– Inovação

Saiba mais sobre o Prêmio Compliance em nosso Site.

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Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

A Covid-19 provavelmente vai mudar a vida de todo mundo. Não apenas agora, enquanto ocorre o isolamento social, mas de forma mais profunda, criando novos hábitos para um cenário pós-pandemia.

De acordo com Organização Mundial de Saúde, pode ser que cientistas precisem de pelo menos 18 meses para criar uma vacina contra o vírus. Na prática, significa que vamos alternar períodos de isolamento e de permissão de saída, até que as coisas se normalizem de vez.

Obviamente, até lá, todos os setores serão afetados: político, econômico, bem como as relações empresariais e sociais, as manifestações culturais, dentre outros.

Sendo assim, é obrigatório que as empresas repensem sua forma de fazer negócios e implementem soluções definitivas, principalmente para aquelas que fazem uso de recursos remotos e digitais, tais como integração de dispositivos e softwares, vendas via internet e mais. E você também, precisa ter uma mentalidade digital para tudo isso acontecer de forma mais rápida!

A Era Digital chegou, trazendo muitas vantagens

Há tempos já sentimos o peso da chamada Era Digital, o conceito da Internet das Coisas (do inglês Internet of Things), conceito que designa as conexões autônomas entre objetos e a internet no geral, visando tornar o dia a dia das pessoas (ou seja, o nosso!) mais confortável e produtivo.

A Internet das Coisas não se refere apenas a computadores e smartphones, como tenderíamos a pensar. Na verdade, sua aplicação é praticamente ilimitada e pode envolver até objetos originalmente não-eletrônicos, como prestação de serviços em geral.

Como a Internet das Coisas influencia os setores

Percebendo essa nova diâmica da relações de negócios, as organizações precisam se adaptar a essa nova mentalidade, visto a importância da tecnologia para a geração de novos negóciso, fugindo assim do método tradicionalista e “antiquado”. E, todas aquelas empresas que melhor se adaptarem, terão mais chances de se consolidar no mercado, ampliando assim, seu legado.

E quando falamos de Legado, não estamos falando de herança. O conceito de legado no mundo empresarial vai mutio além. Contudo, para explicar sobre o termo sem fugir do assunto aqui, sugerimos a leitura de dois conteúdos sobre o assunto Legado.

  1. Futuro: o quanto ele influencia no seu legado?
  2. Futuro, auto-disrupção e legado: a incrível palestra de Tiago Mattos

Retomando o assunto do nosso artigo, saiba como a Internet das Coisas está influenciando os setores:

1. Agronegócio

É um setor que tem se beneficiado imensamente da tecnologia. Isso porque, é importante aumentar a produtividade por hectare sem ignorar questões de segurança (como contaminação, principalmente de alimentos) e ao mesmo tempo manter a qualidade.

Outro ponto de destaque são os maquinários que têm ficado mais modernos, permitido integração com a internet. Essa velocidade e interação, permitem mais precisão nos dados sobre qualidade do solo, mudanças climáticas, pragas, características biológicas de fauna e flora, além de proporcionar melhorias quanto ao desenvolvimento na área genética.

Os setores de distribuição também têm se aproveitado de rastreamentos via satélite, visando realizar entregas mais precisa dos perecíveis agrícolas.

2. Comunicação

Sem dúvida um dos setores mais afetados pela tecnologia, pois a mentalidade digital modificou totalmente nossa maneira de se comunicar e consumir, principalmente nesse momento de isolamento social. Como consequência do isolamento, buscamos por mais agilidade, velocidade e menos trabalho.

Nas organizações isso também mudou. O contato com clientes tem sido mais rápido (envios de contrato imediato por e-mail, pagamentos via internet banking etc). Destaca-se também, os mais diversos tipos de softwares de gestão, acessados por diversas pessoas simultaneamente e tudo via internet. Claro que há muito mais novidades, basta apenas pesquisar. E por falar em pesquisa, os mecanismos de pesquisas estão ficando mais precisos na hora de buscar alguma informação.

A publicidade digital também trouxe muitos ganhos nessa nova forma de se fazer negócios, facilitando o alcançar pessoas diversas até mesmo para empresas de pequeno porte.

Importante: não há mais pretexto para não responder a clientes e fornecedores, por isso deslizes desse tipo são imperdoáveis. Otimize a comunicação em sua empresa ao máximo.

3. Indústria

A integração entre humanos e máquinas certamente deixou a manufatura mais eficiente, reduzindo falhas e tornando mais eficiente o aproveitamento do tempo de trabalho, com cada vez mais volume de produção num período mais curto.

Hoje temos até impressoras 3D, que facilitam muito a fabricação de protótipo a um custo relativamente baixo. E essas impressoras são usadas até em restaurantes para fabricação de comida no Japão. Com todos os avanços trazidos pela tecnologia, certamente o monitoramento eletrônico dos processos produtivos têm se tornado mais simples e ágil.

4. Saúde

Outra área em desenvolvimento acelerado, impulsionado principalmente pela nanotecnologia e pela biologia sintética (que já reproduz até tecidos que podem imitar a pele), proporcionando a descoberta de novos tratamentos e excelentes reparações em caso de danos causados por acidentes (como queimaduras e amputações). O registro do histórico dos pacientes em plataformas digitais também é uma realidade que facilita os tratamentos.

Diante dos exemplos acima, analise em qual ramo sua empresa se encaixa e procure aproveitar tudo o que a tecnologia tem a oferecer. Pesquise, leia… Não há absolutamente nenhuma área da vida que não tenha sigo beneficiada pela tecnologia.

A seguir, veja também como expandir seus negócios aproveitando ao máximo tudo o que a Era Digital tem a oferecer.

Descubra a necessidade das pessoas

Às vezes temos a sensação de que tudo, do qual o mundo necessita, já foi inventado. Aí um dia, aparece uma ideia inovadora e você diz: “Puxa, por que não pensei nisso antes?” A verdade é que sempre existe algo a se inventar. E não necessariamente, é um produto físico, palpável! Pense nisso!

Muitas vezes, é uma ideia que, quando bem executada, pode gerar lucro; basta pensarmos em negócios como o AirBnb ou o Uber. Mas como ter aquela “grande ideia” que pode mudar os rumos de sua empresa? Simples: pesquise o mercado, procure entender as necessidades das pessoas. Isso porque, quando você compreende intimamente o que está faltando, consegue desenvolver o produto e/ou serviço atendendo realmente o que as pessoas buscam, isso é preencher o nicho e entender as pessoas.

Realize testes

Descobriu um novo nicho a ser preenchido? Vá com calma. Faça testes para inseri-lo no mercado. Aproveite esses testes para corrigir falhas e melhorar o desempenho.

Não necessariamente, todas as ideias vão funcionar no início (ou mesmo que funcione de algum lento), repense suas estratégias, mas não desanime. Faz parte!

Apresente vantagens competitivas

Se você não pretende apresentar um novo produto e/ou serviço ao mercado e sua intenção é apenas diversificar os canais de ofertas, do que sua empresa já possui, então crie diferenciais.

Ofereça vantagens competitivas ao consumidor ou aos fornecedores, de modo que seja possível se destacar dos demais.

Crie um plano de ação com foco em resultados

Se você tem um restaurante e pretende entrar no mercado de entregas em domicílio, não adianta apenas contratar um entregador e comprar embalagens. O processo de transição é muito mais complexo do que isso. E esse conceito vale para toda e qualquer empresa, de qualquer ramo.

É preciso definir indicadores e montar um plano sólido de ação, sempre mirando nos resultados. Uma dica sobre planejamento é fazer uso da Metodologia SMART. Leia sobre esse assunto.

Não ignore as Redes Sociais

Muitas empresas ainda insistem em ignorar o poder das redes sociais. Ou então, até criam perfis/páginas para o seu negócio, mas o fazem de forma displicente.

Portanto, se for aderir às redes sociais, faça-o de forma consciente, com o empenho necessário; se possível, contrate um social media para gerir os perfis e criar ações que realmente façam a diferença perante o consumidor.

Atenção apenas à coleta de dados. Embora ela seja útil para personalizar e racionalizar processos produtivos, atendimentos, ofertas, fiscalizações e todo o tipo de interação, é preciso cuidado para não quebrar a confiança com seu cliente — não deixe de se atentar às leis.

Qual é o papel de um gestor na Era Digital?

Outro grande destaque nessa nova forma de se fazer negócios, é o paple do gestor. Ele deve pensar na tecnologia como um aliado para melhorar e agilizar seus processos de forma produtiva, gerando aproximação e integração com seus parceiros, funcionários, fornecedores e clientes. Além disso, ter a tecnologia como apoio é reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos e serviços que sua empresa oferece.

Sendo assim, o gestor deve se atualizar, não apenas ficando atento às inovações tecnológicas que surgem a todo momento, como também demonstrar disposição para investir na transformação digital da sua equipe, de modo que todos possam estar alinhados às estratégias.

Como aproveitar as vantagens da Tecnologia?

Para aproveitar as vantagens da tecnologia é importante que gestor compreeenda o porquê de te-la como alidada. E eis, algumas dicas de como a tecnologia pode trazer vantagens:

  • Permite formar uma equipe multidisciplinar com foco em inovação;
  • Permite envolver vários perfis de usuários com as mais diversas habildiade (quanto mais diversidade, melhores as ideias que surgem).
  • Usar a tecnologia para integração dos departamentos;
  • Fazer com que os departamentos realizem seus processos de forma padronizada;
  • Tornar os processos disponíveis para conhecimento geral;
  • Gerar dados mais assertivos e promissores para tomada de decisão;
  • Evitar perda de dados e informações importantes;
  • Agilizar processos operacionais, permitindo focar em processos estratégicos.

Bem, essas são apenas algumas vantagens de se investir, cada vez mais em ferramentas digitais, ou se preferir softwares. Eles prometem crescer mais ainda com a chegada de novas tecnologias, como a Inteligência Artificial.

Consegue perceber como é importante que a sua empresa se mantenha conectada a esse nova mentalidade? Use este período de quarentena para pesquisar seus concorrentes e entender o quanto você avançou ou precisa avançar para se destacar no mercado.

Seja criativo, inovador e disruptivo, esse Novo Mundo, não é só tecnológico, ele também é do Homem que souber usar a sua criatividade, inovação e disrupção ao seu favor, a favor da empresa e a favor da Sociedade. Reflita!

Até porque, é possível que as empresas e as pessoas resistentes à tecnologia não sobrevivam se não se adaptarem a esse novo mercado, caso elas se oponham a inovar nos negócios e na vida pessoal.

Já somos digitais e não há mais volta!

Como ajudar seu time a gerenciar as tarefas e manter os processos?

Metodologia SMART: o trabalho em equipe já tem um quê de ser naturalmente complicado. Afinal, nem sempre é fácil alinhar tantos raciocínios, hábitos e estilos de trabalhar de cada integrante da equipe. Principalmente nesse período de isolamento social.

É extamente sobre isso, que queremos apresentar nesse artigo: estratégias com base em metodologias que podem ajudar a sua equipe a trabalharem home office sem perder o foco na estratégia principal.

Preparamos algumas dicas para sua Equipe não se perder na hora de gerenciarem suas tarefas para que possam manter os processos ‘caminhando’ adequadamente.

O que é a Metodologia SMART?

Você já ouviu falar da metodologia SMART? Embora tenha sido criada por um administrador, seu foco está nas pessoas e não nas organizações.

Ela foi criada por Peter Drucker (1909-2005), um professor e administrador austríaco considerado o pai da administração moderna. Ele foi um dos pensadores mais reconhecidos do século XX. Era conhecido pelas suas primorosas análises sobre os efeitos da globalização na economia e nas organizações. Drucker dizia que “a administração moderna é a ciência que aborda as pessoas nas organizações”. Mais do que administrar, ele sempre se preocupou com pessoas.

A metodologia SMART é um acrônimo com a palavra inglesa “smart”, que em português significa esperto, inteligente. É uma ferramenta muito útil para as equipes se manterem alinhadas, mesmo à distância. Isso porque, é uma ferramenta ideal para detalhar melhor as tarefas essenciais que deverão ser realizadas para se conquistar uma meta ou objetivo.

5 atributos da Metodologia SMART

S – Specific |Específico: Refere-se a especificar o objetivo, ou seja, definir muito bem a meta.

Ao fazer planos, muita gente comete o erro de estabelecer os objetivos de forma ampla, generalizada. É como dizer “Eu quero ficar rico”. Mas rico, o quanto? E de onde virá a riqueza? E qual o prazo estipulado para ganhar o dinheiro?

É diferente de: “Dentro de cinco anos, pretendo ganhar o dobro do que ganho hoje”. Mesmo que a meta não seja atingida, pelo menos ela foi concebida de forma específica e direta. E desse modo fica muito mais fácil atingir um objetivo.

A meta pode ser vista como uma definição de um caminho traçado, estrategicamente, pela empresa para se alcançar um objetivo em comum. A meta pode ser setorial ou global. Contanto, que seja bem definida, ou seja, bem descrita, detalhada, planejada e alinhada a um objetivo específico para que seja bem executada).

M – Measureable |Mensurável: É o ato de medir o quanto de seu objetivo foi atingido, bem como identificar o momento em que se alcançou a meta.

Este pilar está relacionado à necessidade de monitorar o plano estratégico, verificando se está produzindo resultados ou se abordagem escolhida carece de modificações. Para que você possa mensurar seu processo de maneira eficaz, divida-o em etapas e determine marcos.

Envolva toda a equipe e faça com que todos sejam responsáveis por algum passo no processo. É importante não deixar ninguém de fora, pois o funcionário que se sentir desvalorizado pode se tornar desmotivado.

A – Attainable |Atingível: Chegar à meta desejada é atingível, ou seja, está dentro de suas possibilidades?

É comum o gestor confundir metas desafiadoras com metas impossíveis. As metas desafiadoras podem até fazer bem para a equipe, pois funcionam como um incentivo, principalmente para aqueles indivíduos que gostam desse tipo de estímulo. Já as metas impossíveis acabam desgastando a equipe desnecessariamente e podem causar uma série de conflitos.

R – Relevant |Relevante: Relevância se refere à importância dos marcos do plano estratégico dentro do projeto como um todo.

E também inclui o impacto na empresa, no projeto em si ou até mesmo na carreira dos envolvidos. Sendo assim, demonstre a cada funcionário como o objetivo pode ser bom para eles (pode representar várias coisas: um case de sucesso na carreira, um aumento de salário em função da prosperidade da empresa, possibilidades de promoção ou aprendizado).

Importante: não exagere ou minta ao apresentar a relevância dos planos a cada um. Um funcionário que se sente enganado é um funcionário pronto para abandonar o barco a qualquer instante.

T – Time based|Temporal: Este pilar significa que a meta deve ter um limite de tempo para acontecer, ou seja, um prazo.

Assim, como no exemplo acima, do “Eu quero ficar rico”, você não pode simplesmente dizer “Quero que minha empresa se torne a mais lucrativa de seu nicho”. Em quanto tempo isso vai ocorrer? Cem anos? Dois anos? Sessenta anos? Parece óbvio, mas determinar prazos é importante para evitar problemas como a procrastinação das atividades.

Prazos para os marcos do planejamento

Inclusive, chamamos a sua atenção para os prazos, pois é importante que você determine prazos para todos os marcos do planejamento.

Um exemplo de meta realista: “Em um ano, desejo aumentar meu faturamento em 2%”. Perceba que a meta foi estabelecida de maneira específica, com um prazo e de modo que o resultado pode ser medido, com números que permitam um comparativo de todo o período. Também é um objetivo realista (afinal, não está sendo almejado um aumento de faturamento em 60%, algo totalmente fora da realidade).

E muito provavelmente pode ser alcançado dentro das possibilidades da empresa (a não ser que nos últimos anos ela tenha apresentado resultados pífios e nenhum replanejamento para mudar a situação).

A metodologia SMART ajuda muito no caso de funcionários que necessitam de uma liderança mais assertiva, aqueles que têm dificuldade para realizar uma tarefa, se não houver um chefe comandando o passo a passo, por exemplo. Este é um perfil clássico que não costuma se dar muito bem no home office, portanto, precisa de um “guia” para conseguir concluir suas funções.

Dicas finais para o gestor

Lembrando que não basta apenas passar tarefas à equipe, baseando-se na metodologia SMART. Existem mais alguns pontos que o gestor deve observar ao longo do processo, e que podem ser de grande ajuda:

  • Conheça seus objetivos: ao definir a meta a ser cumprida, saiba bem onde está pisando. Conheça o mercado, os concorrentes, os clientes… Quanto mais sólidos os dados em mãos, mais chances de se chegar ao objetivo.
  • Defina as etapas por prioridades: lembra-se da parte de definir marcos no projeto? Defina também aqueles que são prioritários. Um plano de análise de riscos pode ser essencial aqui. Se não souber como fazer, a ISSO 31000 pode ajudar.
  • Envolva apenas as pessoas necessárias em cada etapa de uma tarefa: é interessante que TODA a equipe esteja envolvida no plano em sei e nos processos, mas não precisa envolver todo mundo em absolutamente tudo. Escolha coordenadores em cada área, de modo que todo mundo participe, mas apenas uns poucos gerenciem. Senão fica uma bagunça.
  • Identifique gargalos e não tenha medo de buscar novos métodos e/ou novas maneiras de se fazer as tarefas: a cada fechamento de etapa, é hora de analisar os resultados. É aí que você vê o que está funcionando e o que não está.
  • Use ferramentas online para orientá-lo no cumprimento das etapas: em tempos de home office, as ferramentas online são indispensáveis. Pesquise todas aquelas pertinentes para sua empresa (se você tiver um departamento de TI, converse com a equipe; eles certamente estarão por dentro das novidades). Um exemplo é o Trello, um aplicativo que funciona como “post its online”. Ele é uma espécie de quadro virtual para gerenciamento de tarefas que segue o método “kanban” (termo japonês que significa “cartão”).
  • Avalie os resultados: isto inclui a avaliação dos objetivos e também do desempenho das pessoas. Não deixe de conversar com a equipe de tempos em tempos. Esteja aberto a ouvir sugestões, desabafos etc. O trabalho em home office às vezes pode ser mais estressante do que no escritório, e é importante verificar a saúde mental de sua equipe e verificar se todos estão conseguindo cumprir seus objetivos. Lembre-se: quanto mais as equipes se envolverem e se sentirem envolvidas, mais fácil será manter os processos em dia.

Você já fez ou faz uso da Metodologia SMART ou outra metodologia? Deixe seu comentário, ele pode ser muito válido para os outros leitores?

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Primeiros sinais de falha do nosso “Modus Operandi”

Modus operandi (é uma expressão em latim que significa “modo de operação”. É utilizada para designar um modo de agir, operar ou executar uma atividade, geralmente seguindo um conjunto de procedimentos sempre semelhantes, tratando-os com se fossem códigos.

Em administração de empresas, modus operandi designa a maneira de realizar determinada tarefa de acordo com um padrão pré-estabelecido, o qual dita a forma esperada de se proceder em processos, rotinas etc.

Empresas de ontem e de Hoje

A história da Administração surgiu no ano 5 mil a.C., na Suméria, quando seus habitantes buscavam modos de melhorar a resolução de seus problemas práticos — daí surgiu a arte e o exercício de administrar.

Já o modelo administrativo da estrutura organizacional como conhecemos surgiu com a Teoria Clássica da Administração, em 1916, na Europa, criada por Henri Fayol. Tal teoria se caracterizava pela busca da máxima eficiência e pela visão do homem econômico, e surgiu devido às necessidades oriundas da Revolução Industrial. De acordo com o chamado Fayolismo, as funções básicas do administrador eram planejar, organizar, coordenar, comandar e controlar.

Muitos princípios da administração, embora muito antigos, prevalecem até hoje, já que carregam conceitos cuja contribuição é inquestionável. No entanto, a tecnologia tem incitado novas necessidades, fazendo com que tais modelos careçam de complementação/adaptação para que se adequem à realidade atual.

O mundo da transformação e da inovação

O mundo digital possibilitou o surgimento de empresas bem diferentes daqueles modelos clássicos que já conhecemos. Modelos de negócio inéditos têm surgido a todos instante, agitando completamente as regras do mercado. Basta pensar nos modelos antigos (hotéis, táxis, magazines) e em seus “primos” modernos (AirBnb, Uber, Amazon).

E o que todos esses novos negócios têm em comum? Simples: uma gestão descentralizada. A Era Digital, na qual todos vivemos hiperconectados, não comporta mais aquele antigo modelo linear industrial, onde a hierarquia tinha muito peso e era seguida uma gestão vertical.

O susto com o Covid-19

A chegada do vírus Covid-19 — que fez surgir uma pandemia mundial e obrigou as pessoas a se fecharem em suas casas — deu um susto em muitas empresas, principalmente naquelas que ainda estavam acostumadas ao velho modelo de gestão.

A questão é que é um modelo centralizado, ou seja, com decisões centradas na mão de poucos, já não funciona tão bem mais. Descobriu-se que no que diz respeito ao trabalho remoto — que se mostrou obrigatoriamente necessário neste momento de crise — é um modelo completamente defasado, que prejudica a fluidez necessária em todos os processos de produção. Isso só mostra que nosso modus operandi corporativo já vem caducando e que há tempos o mercado vem apontando para novas direções.

E mesmo depois desta crise do Covid-19, é bobagem recuar. A empresa que não se adequar simplesmente perderá espaço e competitividade.

Metodologias ágeis

Um modo de se adequar a esse novo formato administrativo sem maiores impactos é adotando o modelo de Metodologias ágeis. As Metodologias ágeis são conjuntos de práticas que proporcionam uma forma de gerenciar projetos muito mais adaptável às mudanças.

É um modelo resiliente, cujos processos são estruturados em ciclos curtos, de modo que a cada novo ciclo é entregue um conjunto de funcionalidades pré-determinado.

As Metodologias ágeis são tão importantes que foram estruturadas em padrões descritos num manifesto — o Manifesto Ágil —, uma declaração de valores e princípios essenciais para o desenvolvimento de softwares. Ele foi publicado em 2001, em Utah, nos Estados Unidos, e é obra de 17 desenvolvedores que compartilhavam ideais comuns sobre a fluidez do desenvolvimento de programas de computador.

Valores imprescindíveis às organizações

Embora o Manifesto Ágil seja fundamentado no desenvolvimento de softwares, seus quatro valores podem ser adaptados a outra setores. Veja só:

  • Processos e ferramentas são importantes, mas a interação e comunicação entre indivíduos é mais importante ainda;
  • Clientes querem um produto que funcione, portanto a documentação só é importante se agregar real valor ao processo;
  • A colaboração com o cliente vai muito além da negociação de contratos, pois é essencial que as decisões sejam tomadas em conjunto;
  • Responder às mudanças é mais eficaz do que seguir um plano engessado;

Notamos que são princípios muito adequados ao exercício do trabalho remoto, no qual a colaboração entre colegas é essencial e as ordens são menos centralizadas. Há mais espaço para mudanças e o foco é no resultado.

Repense seu modelo Modus Operandi

E não pensa que essa mudança de paradigma vai “estragar” sua empresa. Pelo contrário! Gestores têm comprovado inúmeras vantagens ao adotar um modelo de trabalho não-linear:

  • As equipes são autogerenciáveis; é um modelo que acaba criando colaboradores mais proativos e criativos.
  • Sem a “pressão do chefe”, a equipe costuma demonstrar mais produtividade e eficiência.
  • As equipes se tornam mais engajadas e motivadas, e com isso há redução de falhas nos processos.

É a Era da Confiança, na qual cada pessoa é seu próprio chefe. Mas atenção: isso não significa relaxar nas responsabilidades ou mesmo ignorar a presença do gestor. O gestor continuará ali, porém funcionando como um mentor, como um núcleo de informações, e ao mesmo tempo sendo um colaborador ativo.

É infeliz que tenhamos precisado de uma emergência na saúde em escala mundial para alertar sobre nossos modelos de trabalho. Mas a mudança é real e já está acontecendo.

Repense seu modus operandi — vai ser essencial para a sobrevivência da sua empresa.

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