fevereiro 2020 - SOGI
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Vem aí! Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade 2020

Excelência na gestão corporativa. É exatamente o que queremos para os nossos clientes e demais empresas brasileiras.

O Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade é uma premiação de abrangência nacional realizada pelo Grupo Verde Ghaia em parceria com a Revista Voto.

Convite para participar do Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade. Grupo Verde Ghaia e Revista Voto.
Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade

Prêmio Compliance: excelência na Gestão Corporativa

O Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade é uma iniciativa que certifica a excelência da gestão corporativa. Associar sua marca a ele é uma grande oportunidade de chancelar seus compromissos com as diretrizes da integridade.

É justamente esse o foco da premiação, uma vez que a gestão corporativa é avaliada. Além disso, a excelência de uma gestão corporativa está relacionada às soluções intuitivas, ágeis e eficazes. Contudo, exige-se dessa solução a simplicidade e facilidade de seu manuseio.

Outro destaque relevante na gestão corporativa é que ela visa esclarecer sobre o funcionamento das organizações, focando em atuações mais integradas, ou seja, não dando mais espaço as ações isoladas entre os setores e pessoas.

Desse modo, o objetivo de uma Gestão Corporativa eficiente é fazer com que as organizações atuem de maneira uniforme e coerente com seus valores, missão, propósito, legado. E é exatamente assim, que as metodologias aplicadas nas análises dos dados do concorrentes visa: comportamento coerente entre discurso e ação.

Sugestão de leitura: O que você pode aprender com os vencedores do Prêmio Compliance e melhorar sua gestão?

Qual o objetivo do Prêmio Compliance?

O objetivo desse Prêmio é incentivar as empresas brasileiras a implementarem o compliance e as práticas sustentáveis em todos os seus processos. É uma forma de celebrar o controle legal e as boas práticas sustentáveis das empresas brasileiras, incentivando assim, uma gestão ambiental transparente.

Em 2020, o Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade celebrará sua quinta edição com uma grande festa de premiação em São Paulo (SP) no dia 18 de junho, e contará com um apoio valioso, pois será realizado em parceria com o Grupo Voto.

Nesta edição, 2020, nove categorias serão contempladas. Dentre elas, duas novas categorias que merecem sua atenção! Essas categorias visam homenagear empresas que não são clientes da Verde Ghaia, mas que possuem nas suas inter-relações a integridade, ética e transparência.

As categorias são:

– Gestão Integrada

– Meio Ambiente

– Saúde e Segurança

– Segurança de Alimentos

– Qualidade

– Responsabilidade Social

– Resíduos

Personalidade do ano

– PICS – Pacto de Integridade e Compliance pela Sustentabilidade.

Sugestão de leitura: Prêmio Compliance Brasil: empresas que buscam o Compliance Sustentável

Convite para participar do Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade. Grupo Verde Ghaia e Revista Voto.

Excelência na Gestão Corporativa?

O Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade é baseado em pesquisas com amostras de aproximadamente duas mil organizações de grande e médio que estejam dentro nos critérios de busca da excelência em gestão por meio da obtenção de certificações internacionais, do cumprimento da legislação aplicável ao negócio e da implantação de ações capazes de promover a melhoria contínua de seus processos, produtos e serviços.

A Metodologia do V Prêmio Compliance Brasil de Sustentabilidade é baseada em um sistema de pontuação, a partir de critérios estabelecidos para cada categoria: Meio Ambiente, Saúde e Segurança Ocupacional, Qualidade, Responsabilidade Social, Gestão Integrada.

As análises são divididas em duas esferas: quantitativa e qualitativa. Considera-se nessas análises os dados de janeiro de 2019 a dezembro de 2019 e o nível de atendimento da empresa quanto aos requisitos legais aplicáveis ao seu ramo de atividade.

Quem pode participar?

Todas as organizações que realizam o monitoramento de seu Desempenho Legal através da metodologia descrita no edital (regulamento da premiação). Além disso, é importante que o cliente faça uso do SOGI – Software Online de Gestão Integrada e que tenha realizado sua auditoria em 2019.

Portanto, para concorrer ao Prêmio, a uma das categorias de Sistema de Gestão, esteja em dia com a sua Auditoria e tenha seus dados atualizados em seu Sistema SOGI. Lembrando que todos os clientes do SOGI já estão automaticamente inscritos.

Sugestão de Leitura: Venha viver a experiência do Prêmio Compliance Brasil!

Não é cliente Verde Ghaia, e quer participar?

Quem ainda não é cliente Verde Ghaia, mas deseja apresentar suas boas práticas, poderá se inscrever em uma das categorias: PICS e Personalidade do Ano. Ambas as categorias, possuem suas especificações técnicas que podem ser lidas no regulamento – site do Prêmio Compliance Brasil.

A Categoria PICS tem como objetivo homenagear empresas brasileiras que não utilizam o SOGI como ferramenta de sua gestão legal. Mas, são empresas atentas ao mercado digital, utilizando outras formas inteligentes e ágeis em sua forma de fazer gestão de seus processos internos, contribuindo assim, para a melhoria contínua.

A categoria Personalidade do Ano é o grande destaque. Ela foi pensada com o objetivo de reconhecer pessoas que tenham tido uma trajetória marcante tanto no desenvolvimento da organização, da comunidade quanto do país, essas trajetórias serão avaliadas quanto a interferência direta, na qualidade de vida da população brasileira.

As personalidades serão avaliadas pelas Equipes do Grupo Verde Ghaia e da Revista Voto, visando premiar a personalidade, que tenha, através de suas ações e atitudes colaborado para um mundo melhor.

Os cases poderão ser enviados para a Equipe da Verde Ghaia, através do e-mail: comunicacao@verdeghaia.com.br.


Participe do Prêmio Compliance 2020!

O gerenciamento de não conformidades

Muitas empresas ainda não sabem avaliar, se o modo como controlam as suas não conformidades é a mais adequada. No artigo de hoje, discutiremos formas fáceis de controlar as NCs e ainda tratá-las. Boa leitura!

O gerenciamento de não conformidades. Muitas empresas ainda não sabem avaliar, se o modo como controlam as suas não conformidades é a mais adequada.

Quando se fala em construir um banco de dados controlado, que tipo de ferramenta vem à sua mente? Aposto que você pensou no Excel, certo? No entanto, essa ideia não poderia estar mais equivocada. Embora muita gente utilize o Excel, como ferramenta de controle, por incrível que pareça, ele não é nem um pouco adequado para esse tipo de serviço. O Excel é sim, uma ótima ferramenta para muitas outras coisas. Mas, não para o controle e gestão de suas não conformidades.

Para começo de conversa, gerenciar conformidades através de planilhas é um tanto artesanal; isso significa que sua gestão precisará de uma pessoa “por conta” para inserir dados e também analisá-las. E, como estamos falando de controle de processos, a história é completamente diferente. Um controle de dados realizado de forma artesanal, fica bastante suscetível a falhas e, consequentemente tomadas de decisão indevidas.

Por que não usar planilhas para controlar as não conformidades?

Além disso, utilizar planilhas para controle de não conformidades pode ocasionar outro problema: qualquer dado salvo fica estagnado, pois não permite qualquer tipo de interação online. Mas, você dizer, “Ah, mas isso não é um problema. Eu posso salvar minha planilha numa rede, e assim possibilitar que ela seja acessada por vários colaboradores!” Sim, é possível e você pode! Contudo, você estará criando um novo empecilho. Se você usa esse tipo de ferramenta com frequência, certamente já sabe que, uma vez aberta em determinada máquina, uma planilha não pode ser aberta simultaneamente em outro computador. E quando muitas pessoas acessam vários dados, mesmo que seja para visualizar informações, corre-se o risco de seus dados serem apagados.

Na prática, se você estiver realizado a atualização dos dados na planilha de controle, seu colega não poderá acessar o arquivo enquanto você não fechá-lo. Ora, altamente improdutivo! Já imaginou quantas atualizações deixam de ser feitas, porque você estava esperando seu colega fechar a planilha? Além de ter que aguardar, corre-se o risco de alguém esquecer de reabrir o arquivo para registrar os dados. As informações acabam sendo perdidas.

Como controlar as Não Conformidades?

Outra questão importante: um banco de dados para controlar não conformidades, não é eficaz. Isso porque, banco de dados, muitas vezes, somente agrupa informações, mas não alerta a respeito das pendências. Digamos que daqui há um mês, sua empresa passará por uma importante auditoria ambiental. Como ter certeza de que está tudo certo? Por mais que os dados estejam sendo inseridos corretamente na planilha, ela ainda será totalmente dependente de alguém para que conferir se está tudo em conformidade.

Para simplificar esse controle de gestão de não conformidades, as empresas buscam por ferramentas mais ágeis, de modo que possa ser operado por várias pessoas ao mesmo tempo e que as informações não sejam perdidas. Sem falar que há ferramentas que controlam muito melhor todos os dados que foram inseridos, alterados, modificados e apagados e que oferecem backup, em caso de fatalidades.

Por que usar um Software para controlar as não conformidades?

Um software eficiente e compatível ao controle e gerenciamento das não conformidades deve não apenas armazenar os dados, como também ser capaz de emitir alertas sobre pendências, bem como indicar as respectivas tratativas adequadas.

Se você ainda usa planilhas, entenda que as desvantagens para controle de dados são numerosos, visto que o gerenciar e monitorar exigem especificidades muito além do que essas planilhas podem oferecer. Quando uma planilha fica extensa demais, seu nível de complexidade é diretamente proporcional. Isso prejudica não apenas o controle dos dados, como também se apresenta como um problema físico, pois os arquivos ficam mais sujeitos a travamentos e corrupções; além disso, corre-se o risco de serem apagados facilmente ou apresentar um histórico deficiente para as tomadas de decisão.

Mas por que, há ainda, pessoas que costumam recorrer às planilhas? Muitas vezes, ocorre que o gestor não consegue convencer a direção da sua empresa ou a área de compras, a investir num bom software de gestão. E em outros casos, existem a falta de desconhecimento da necessidade e importância da gestão de TNCs.

Software para Tratamento de Não Conformidades

O Módulo TNC (Tratamento de Não Conformidades) da Verde Ghaia, foi desenvolvido exatamente para deixar o processo de gestão das não conformidades muito mais eficaz e estratégico.

O SOGI TNC é indicado para empresas que precisam gerenciar com precisão todas as não conformidades relacionadas ao seu ramo de atividade, processos, produtos e auditorias (tanto internas quanto externas). Deste modo, as ações corretivas e preventivas se tornam muito mais fáceis e seguras de serem tomadas.

Dentre suas várias funções estratégicas, o Módulo TNC possibilita a correlação mais rápida entre as não conformidades e os requisitos normativos aplicáveis à organização. Com ele você pode cadastrar ações, bem como correlacionar os profissionais responsáveis pela abordagem de cada uma delas.

Também é possível criar e gerenciar planos de ação adaptados às necessidades da empresa, incluindo a identificação das causas de uma não conformidade através da técnica de árvore de porquês.

O que o SOGI oferece a sua gestão de TNC?

– Criação e gerenciamento de ações imediatas, tanto corretivas quanto preventivas;

– Possibilidade de delegar responsabilidades ao longo de todo o fluxo do tratamento da não conformidade;

– Definição de ações preventivas, corretivas e emergenciais (personalizadas), determinando os responsáveis e prazos para cada ação;

– Envio de notificações sobre pendências com a devida antecedência;

– Geração de relatórios e gráficos gerenciais;

– Espaço para anexar documentos (tais como evidências);

– Mapeamento preventivo de possíveis desvios ao longo de todo o processo de gestão, o qual inclui a verificação de não conformidades semelhantes;

– Análise de desvios e de não conformidades do processo de forma estruturada, abordando todas as etapas de um plano de ação para o tratamento de não conformidades: causa raiz, avaliação de eficácia, ação imediata, análise crítica etc;

– Interface com espaço para atualização de riscos e oportunidades identificados quando o planejamento já se encontra vigente;

– Controle das permissões de acessos de usuários ou alterações nas planilhas online;

– Diferentemente dos controles de planilhas, o Módulo TNC pode ser acessado simultaneamente por várias pessoas;

– Não trava ao abrigar grande volume de informações;

– É capaz de alertar sobre pendências e ações corretivas.

Evidências de atendimento aos requisitos legais com SOGI TNC

Além disso, ao adquirir o Módulo SOGI TNC, também é possível contar com a assessoria de especialistas da Verde Ghaia, os quais ajudarão a inserir no sistema as evidências de atendimento ou não atendimento aos requisitos legais.

O Módulo TNC possui interface amigável e de fácil utilização. E mesmo sendo online, apresenta 100% de confidencialidade e segurança de suas informações. “Ah, mas então é a planilha, o grande vilão da minha vida profissional?” Não mesmo!! Ele é excelente para várias funcionalidades, porém, não é ideal para um tratamento eficaz de não conformidades.

Lembre-se de quanto menos tempo, sua empresa gastar em atividades operacionais, mais tempo ela terá para se dedicar às atividades estratégicas. Quando uma organização não consegue gerir bem seus processos, só tem a perder. O tratamento de uma não conformidade envolve não apenas correção, mas também prevenção, palavra-chave dentro daquelas empresas que desejam atingir um novo patamar de qualidade.

Se você também deseja melhorar sua gestão, fale com nosso consultor! Será um prazer ajudá-lo a conquistar melhoria contínua em seus processos.

O que é uma Auditoria interna para certificação da qualidade ISO 9001?

A norma ISO 9001 define requisitos para o sistema de gestão da qualidade (SGQ) e a forma como uma empresa deve ser gerenciada, tendo o objetivo de identificar e atender as necessidades dos clientes. Ela é aplicada em todo o mundo e seu foco principal é a melhoria contínua da qualidade dos produtos e serviços de uma organização e a satisfação de seus clientes.

Qualquer empresa, de qualquer porte e segmento e de qualquer lugar do mundo pode implementar um sistema de gestão da qualidade e buscar a certificação ISO 9001.

Quando Implementar a Norma ISO 9001:2015?

Entretanto, a decisão de implantar a norma ISO 9001 em uma organização deve partir da alta direção, tendo um papel fundamental na documentação, implantação e manutenção do SGQ. E, caso você tenha decidido pela certificação, você deverá passar pela auditoria ISO 9001 para verificar se a sua organização atende aos requisitos da norma.

Primeiro será feita uma auditoria interna, na qual o auditor pode ser da própria empresa ou pode ser um terceirizado. A tarefa desse auditor interno é verificar se tudo está conforme e o que precisa ser solucionado antes de receber a próxima auditoria e, assim, diminuir a chance de reprovação. Ele pode participar na auditoria de certificação e na auditoria de recertificação da ISO 9001.

Depois da auditoria interna é realizada a auditoria final, também chamada de auditoria de conformidade. Nela o auditor entrevista o responsável por cada processo para acompanhar cada passo, verificando a conformidade dos produtos e serviços ofertados. Caso esteja tudo conforme à norma, a organização recebe o certificado que vale em todo o mundo.

Dada a importância do processo de auditoria interna para certificação da qualidade, pensamos em escrever um artigo sobre este tema, explicando com mais detalhes o que significa essa auditoria interna, alguns princípios que podem – e devem – ser utilizados pelos gestores para sua realização e também alguns pontos que você deve sempre se lembrar quando for fazer uma auditoria interna.

O que é Auditoria Interna para Certificação da Qualidade?

A própria norma ISO 9001 diz sobre auditoria interna:

“A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados para prover informação sobre se o sistema de gestão da qualidade:

a) está conforme com:

– os requisitos da própria organização para o seu sistema de gestão da qualidade;

– os requisitos desta Norma;

b) está implementado e mantido eficazmente”.

Ou seja, uma auditoria interna para certificação da qualidade tem o objetivo de fornecer informações sobre o sistema de gestão da qualidade, preparando a empresa para a norma ISO 9001 e deixando indicações para a melhoria contínua dos processos.

Através dessa auditoria interna será possível verificar se o SGQ estará conforme através da análise do funcionamento de seus processos bem como a qualidade com que estão sendo executados. E as informações obtidas irão auxiliar nos processos de tomada de decisão referentes ao SGQ, de forma que atinja a excelência nos seus resultados.

Alguns exemplos do que pode ser analisado em uma auditoria interna são a análise das reclamações dos clientes e compreender como estas reclamações podem estar relacionadas à falta de qualidade de um processo; verificar se todos os colaboradores estão cientes da política de qualidade da empresa e como isso afeta a rotina de trabalho, tanto positiva quanto negativamente; e identificar se os planos de ação que estão em andamento estão surtindo o efeito desejado.

Auditoria Interna para certificação da qualidade

Vale destacar que a auditoria interna para certificação da qualidade, por fornecer informações sobre o SGQ, tem a capacidade de promover melhorias em toda a organização, e não somente nos aspectos exigidos pela norma ISO 9001. Então, você pode realizar uma auditoria interna para obter uma certificação, a manutenção da certificação ou apenas para avaliar o seu desempenho da qualidade, verificando o que poderia funcionar melhor com algumas mudanças.

A norma ISO 9001 não exige uma periodicidade regular da auditoria interna. Entretanto, para que a auditoria tenha resultados e realmente ofereça melhorias para seu SGQ, é preciso que haja uma rotina de avaliações, ou períodos de intervalos planejados. E é você mesmo, gestor, que determina o período em que devem ser feitas estas auditorias, considerando as especificidades da sua própria organização.

Alguns princípios para realizar a auditoria interna

Quem sempre realiza auditorias internas para certificação da qualidade sabe que existem alguns princípios essenciais utilizados pelos gestores em sistemas de gestão da qualidade para conduzir a auditoria para a certificação. Por exemplo:

  1. Definir metas para estabelecer objetivos compreensíveis para todos, tais como: o que será analisado, em quanto tempo e por quais motivos? O que se espera obter com cada análise?
  1. Entender os processos e o contexto da organização em relação à própria norma ISO 9001, para verificar o que já está sendo cumprido e o que ainda está distante do ideal, bem como onde ainda precisa trabalhar mais ou verificar os impactos dos possíveis riscos existentes. Esse conhecimento também permite conhecer os problemas de cada área da empresa e as melhorias que podem ser feitas;
  1. Procurar sempre a conformidade, comparando critérios com evidências para gerar constatações. Se não achar, então registrar uma não-conformidade;
  1. Não utilizar formatos prontos de auditoria, mas considerar as particularidades da sua empresa, levando em conta a natureza dos processos, o ramo de atuação, a cultura, a política e, principalmente, o contexto em que ela está inserida;
  1. Ser perfeccionista para olhar todos os detalhes e trabalhar de forma antecipada, organizando as etapas antes para preparar as ações com tempo hábil;
  1. Trabalhar de forma que a auditoria seja compreendida por todos como parte de um processo de melhoria da organização, para evitar aquele medo que existe sobre auditorias, ou aquela visão de que os auditores são “os chatos”;
  1. Utilizar a tecnologia para melhorar a execução das auditorias, tornando todo o processo mais fácil, seguro, confiável e rápido. Nós da Verde Ghaia podemos ajudar seu negócio fornecendo toda a tecnologia necessária para promover a excelência do seu sistema de gestão da qualidade, junto com uma assessoria personalizada para atender as suas necessidades. Se quiser saber mais sobre isso, após a leitura deste artigo entre em contato conosco.
  1. Mudar a visão sobre os problemas. Problemas são oportunidades de melhoria. Portanto, nada de ter medo ou receio de falar sobre eles. Pense sempre que são a chance de melhorarmos cada vez mais.

O que é importante saber sobre auditorias internas para a certificação ISO 9001

Uma auditoria interna permite analisar de perto os processos da organização, os planos de ação, a evolução do SGQ e as tratativas de não-conformidade. As não conformidades apresentadas pela auditoria interna são importantes para que a organização possa alinhá-las, visto que a auditoria funciona como um processo de verificação de atendimento aos requisitos da norma em questão.

Neste caso, a auditoria interna para a certificação da qualidade, que vai validar se os processos estão de acordo com o que foi planejado, é uma forma de se preparar para a auditoria externa, possibilitando antecipar possíveis não conformidades e erros, como também melhorar a qualidade dos processos sem a necessidade de que um auditor externo venha a exigir isso da empresa.

Passando pela etapa seguinte, da auditoria externa, é obtida a recomendação para a certificação, que leva aproximadamente 40 dias para ser emitida e precisa ser disponibilizada para conhecimento dos clientes de acordo com o manual da norma.

Como tornar sua Auditoria mais efetiva?

Para tornar mais efetivo ainda o processo de auditoria, o melhor seria contratar um auditor de fora da empresa, pois ele será capaz de analisar todos os dados do modo mais imparcial possível. Por exemplo, a Verde Ghaia possui uma auditoria interna ISO 9001 que traz uma perspectiva imparcial sobre o SGQ da empresa, avaliando a sua performance, o atendimento aos requisitos da norma ISO 9001, os pontos fortes e possibilidades de melhoria para o sistema.

Portanto, realizar uma auditoria interna para a certificação da qualidade significa ter “a casa arrumada”, dando a certeza de que existe na organização um sistema de gestão da qualidade funcionando corretamente e com excelência.


Torne sua Auditoria mais Efetiva, fale conosco e melhore seus resultados!


Gestão de fornecedores: o que é? E como fazer com excelência

Vamos imaginar que você investe muito dinheiro para lançar um novo produto. Está tudo indo muito bem, a estratégia de produção já foi aprovada, já foi verificada a execução correta dela, todos os colaboradores estão envolvidos, o marketing e a comunicação estão funcionando perfeitamente.

Porém, o fornecedor está demorando para entregar a matéria-prima, o material que chega está fora das especificações combinadas, ou na hora de distribuir o produto ele sofre danos.

De que adiantou todo o seu investimento dentro da sua empresa se o problema acontece com os fornecedores? Você terá um ótimo trabalho colocado em risco, gerando prejuízo porque não ter uma gestão de fornecedores ou se detectar qualquer tipo de falha na gestão.

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O que poderia evitar uma situação como essa?

Sem dúvida uma gestão de fornecedores eficiente. Dada a importância desse assunto e sabendo que ela pode ser o calcanhar de Aquiles de uma organização, neste artigo vamos mostrar como fazer a gestão de fornecedores, de modo que ela seja eficiente para maximizar a produtividade e os lucros e minimizar os custos operacionais.

O que é a gestão de fornecedores

De acordo com o Artigo 3º do Código de Defesa do Consumidor, fornecedor é “toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços”.

Diante disso, a gestão de fornecedores é um processo de análise e de controle de todas as atividades operacionais de uma empresa e de seus fornecedores, incluindo identificação, aquisição e gerenciamento de produtos, suprimentos e/ou recursos necessários para administrar uma empresa como também a seleção e a avaliação dos fornecedores.

Alguns dos objetivos da gestão de fornecedores é a possibilidade de controlar custos, alocar os recursos de forma mais eficiente e coletar informações para serem usadas em decisões estratégicas, aumentando assim os lucros da organização.

Quais os tipos de fornecedores que existem?

Há diferentes tipos de fornecedores e para cada negócio há o mais adequado. Mas basicamente podemos dividi-los em três tipos principais: monopolista, habitual ou especial.

  • Monopolistas: são os fornecedores de produtos exclusivos. Geralmente fixam o preço que acham interessante para a sua empresa, cobrando pela exclusividade do produto ao defenderem o valor agregado. Eles não têm concorrentes e o interesse pela aquisição de seus produtos ou serviços parte do comprador. Caso a empresa necessite de algum produto comercializado e não substituível, ela torna-se dependente deste fornecedor.
  • Habituais: são os fornecedores chamados de tradicionais, que normalmente dispõem dos produtos básicos necessários para o funcionamento da empresa. Estes fornecedores são sempre consultados durante o processo de compra (cotações/negociações). Por terem uma grande concorrência, dependem do comprador para fechar o negócio. A vantagem deste caso é a facilidade que se tem de melhorar os preços de venda.
  • Especiais: são fornecedores ocasionais, que normalmente suprem eventos diferenciados ou atípicos. Eles podem ser desde gêneros alimentícios provenientes de determinados locais até artigos de decoração relacionados ao tema. Geralmente os produtos não estão disponíveis nos fornecedores habituais.

A compra desses tipos de fornecedores pode ser direta, ou seja, de insumos e matérias-primas para produção da atividade principal da empresa; ou indireta, de insumos e matérias-primas de suporte, tais como materiais de escritório, serviços de viagens, computadores, limpeza, entre outros.

Como avaliar a qualidade dos Fornecedores para minha empresa?

 Para avaliar os fornecedores e analisar a sua eficiência, é necessário levar alguns fatores em conta, como por exemplo:

  • O atendimento deles em relação à possibilidade de negociação de prazos, produtos, formas de pagamento;
  • Agilidade na entrega;
  • A localização do fornecedor, ou seja, se estão localizados próximo à empresa ou não (isso contribui para a estratégia de logística e de redução de custos);
  • Relação custo-benefício, para analisar se os preços correspondem à média do mercado, se a qualidade do produto justifica o preço cobrado;
  • Experiência no mercado, como por exemplo verificar se há referências positivas dele em seu ramo de atuação;
  • Se respeitam as normas de segurança, de saúde e ambientais e as certificações de fornecedores, que são as garantias de produtos ou de prestação de serviços de qualidade;
  • Se existem sigilos de informações em relação aos negócios realizados;
  • Uso de tecnologias adequadas; e
  • Disponibilidade de atender a sua empresa, ou seja, ter a certeza de que vai dar conta de entregar tudo o que você precisa da forma que você definiu, apesar de todos os outros clientes que este fornecedor já possua.

A importância da gestão de fornecedores

A importância de cada um destes fatores depende da atividade desempenhada por cada empresa. Por isso, um fator pode ter mais peso que o outro na hora de fazer a seleção dos fornecedores. Mas o importante é sempre buscar conhecer cada fornecedor e a qualidade do que ele entrega, pois isso permite que a empresa planeje melhor as suas tomadas de decisões operacionais e avalie se os seus fornecedores em questão poderão atender a toda a sua demanda.

É essa atitude que vai garantir a eficiência e a qualidade na prestação de serviço e a agilidade na entrega do que você precisa.

A gestão de fornecedores, por ser o coração da empresa e um dos temas mais estratégicos da organização, está diretamente ligada à produtividade e à eficiência de sua empresa. E algumas de suas vantagens demonstram essa importância:

  • Não ficar com produtos em falta no estoque;
  • Controlar os prazos de entregas e de pagamentos, dando maior segurança para cumprimento dos compromissos assumidos;
  • Realizar boas negociações de preço e opções de pagamento;
  • Verificar possíveis falhas em todos estes processos, reduzindo-as;
  • Maior racionalização na cadeia de suprimentos, consolidando-a;
  • Não correr o risco de ficar sem produto por conta de má seleção de fornecedores, entre outras vantagens.

Por isso, a gestão de fornecedores permite que a organização reduza seus custos e tenha vantagem competitiva diante dos concorrentes, se destaque no mercado e possibilite oferecer preços mais atrativos aos clientes, não deixando de entregar produtos de qualidade e dentro do prazo.

Ou seja, é garantia de boas vendas e de sucesso!

SOGI SUPPLIER - Como fazer a gestão de fornecedores com excelência.

Como fazer a gestão de fornecedores com excelência

E então, depois de entender o que é a gestão de fornecedores, quais os tipos existentes, como avalia-los para o seu negócio e as vantagens que tudo isso traz para sua empresa, agora vamos falar sobre como fazer a gestão de fornecedores com excelência.

Um dos primeiros passos na gestão de fornecedores é ter um sistema de gestão informatizado, que permita que você economize tempo em todo esse processo e tenha fácil acesso a todas as informações necessárias. Tendo esse sistema bem estruturado, é possível passar para os passos seguintes:

  • Quais os objetivos da sua empresa: um passo fundamental é ter bem claro quais são os objetivos da sua empresa e de todos os seus setores. Ao ter claro o que se quer, é muito mais fácil saber o que você precisa.
  • Organização! Crie e mantenha processos organizados para todos os setores da sua empresa. Todos mesmos, desde colaboradores até os suprimentos. É isso que vai permitir a redução dos riscos e a otimização dos processos.
  • Qual o custo e valor de toda a cadeia, desde a criação de produtos até o consumidor final? Ou seja, analise e avalie qual o custo-benefício de cada fornecedor a ser escolhido.
  • Manter um bom relacionamento com os fornecedores é essencial, porque vai garantir boas negociações, bons produtos e inúmeras vantagens. Traduzindo: um bom relacionamento vai trazer um ganho enorme de eficiência e de tempo para você e seu negócio.
  • Atenção para a logística de seus fornecedores! Isso inclui saber administrar os estoques, ter cuidado ao manusear os suprimentos e conferir sempre o embalamento dos produtos.

Gestão de Fornecedores deve ser um Processo Contínuo

Outra questão muito importante sobre a gestão de fornecedores é que ela deve ser um processo contínuo dentro de sua empresa, para que nada passe despercebido e coloque todo o trabalho em risco. Por isso, a gestão deve ser eficiente para poder ser estabelecida uma boa relação com os fornecedores, visando manter o controle e o monitoramento das atividades e assim obter todas as vantagens que esse processo traz.

Por fim, a gestão dos fornecedores é de extrema importância para qualquer organização que deseja reduzir custos, ter eficiência, otimizar processos, ter um melhor direcionamento de recursos e que deseja ganhar competitividade e crescer de forma sustentável, entregando sempre qualidade para seus clientes.


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Avaliação da conformidade: saiba se seus processos atendem aos requisitos?

No dia a dia, como você pode ter a certeza de que o produto que você comprou, é exatamente, como está indicado que ele deve ser? Ou como você pode acreditar que o laboratório que realiza seus exames de sangue está dando os resultados corretos?

E naqueles casos em que você pode precisar utilizar um extintor de incêndio, como você tem a garantia de que eles funcionarão corretamente, na hora que você mais precisar? Ou ainda, como você pode ter a certeza de que o sistema de segurança que você utiliza está verdadeiramente protegendo você contra hackers? Ou que a previsão de redução das emissões dos gases do efeito estufa é apropriada para evitar um cenário catastrófico de aquecimento global?

O que dá a você garantia disso tudo? É a Avaliação da Conformidade. E é sobre isso que discutiremos hoje. Boa leitura!

O que é avaliação da conformidade?

Mesmo que você ainda não saiba o que isso signifique, a Avaliação da Conformidade é muito importante em nosso cotidiano. Por isso, é importante continuar lendo esse artigo, para que além de conhecer em mais detalhes o que é a avaliação da conformidade e suas formas, você também entenderá os recursos que podem ser utilizados para realizá-la nos processos organizacionais.

E tudo será apresentado com base no que o próprio CASCO, da sigla em inglês Committee on Conformity Assessment (Comitê de Avaliação da Conformidade) da ISO (International Organization for Standardization), defende e trabalha em todo o mundo. 

Entendo como a Avaliação da Conformidade nos processos

A avaliação da conformidade envolve um conjunto de processos que mostram que seu produto, serviço ou sistema atende aos requisitos de um padrão.

Em outras palavras, avaliação da conformidade é a demonstração de que os requisitos especificados relacionados a um produto, processo, pessoa ou organismo do sistema foram atendidos.

Ao realizar o processo de avaliação da conformidade, ela vai automaticamente:

  • Fornecer aos consumidores e outras partes interessadas maior confiança de que um produto, serviço, processo, sistema de gerenciamento ou pessoa executará conforme o esperado.
  • Oferecer à sua empresa uma vantagem competitiva.
  • Assegurar de que aquilo que prestadores de serviços e fabricantes se propõem a entregar atendam às especificações e às expectativas do cliente ou aos requisitos do mercado.
  • Também vai ajudar a garantir que as condições de saúde, segurança, qualidade ou meio ambiente sejam atendidas, ou seja, que todos os requisitos aplicáveis estão sendo cumpridos.
Avaliação da Conformidade e Compliance

As formas de avaliação da conformidade

Existem várias formas de realizar uma avaliação da conformidade. As principais são credenciamento, certificação, testes, inspeção, validação e verificação.

O credenciamento é um atestado de terceiros relacionado a um órgão de avaliação da conformidade que transmite uma demonstração formal de sua competência para executar tarefas específicas de avaliação da conformidade. Esse atestado é o termo formal para a emissão de um certificado ou declaração de conformidade após a revisão de todas as informações necessárias (como relatório de auditoria, relatório de teste, relatório de inspeção) e a decisão subsequente.

A certificação é a provisão por um organismo independente de garantia por escrito (um certificado) de que o produto, serviço ou sistema em questão atende a requisitos específicos. A certificação também é conhecida como avaliação da conformidade de terceiros.

Muitas empresas e organizações decidem obter a certificação de um dos padrões do sistema de gerenciamento da ISO, como a ISO 9001. Essa é uma maneira de mostrar ao mercado internacional que a organização possui um sistema de gerenciamento de qualidade eficaz.

O teste é a determinação de uma ou mais características de um objeto de avaliação da conformidade, como um produto, material ou processo, de acordo com um procedimento. Geralmente é realizado por um laboratório.

Por exemplo, lembra que falamos sobre como ter a garantia de que seus exames de sangue apresentarão os resultados corretos? Então, a análise do sangue é feita em relação a várias características, para mostrar a presença de uma doença ou distúrbio genético. Para que os resultados sejam confiáveis, existem vários padrões que os laboratórios podem – e devem – seguir. E um dos comitês que desenvolvem esses padrões é o CASCO/ISO.

Por sua vez, a inspeção descreve a verificação regular de um produto, processo ou instalação para garantir que atendam aos critérios especificados. Em uma inspeção, geralmente o inspetor toma a decisão no momento da inspeção usando seu conhecimento profissional. Os extintores de incêndio, por exemplo, precisam de inspeções regulares para garantir a segurança do uso.

Validação e Verificação: Confirmando uma reivindicação

Por último e não menos importante, tanto a validação quanto a verificação são a confirmação de uma reivindicação, através do fornecimento de evidência objetiva, de que os requisitos foram cumpridos. Essa reivindicação é uma informação desejada pelo cliente, podendo representar uma situação em um determinado momento ou pode abranger um período de tempo.

Porém, há uma diferença fundamental entre validação e verificação. A validação é aplicada a reivindicações relacionadas a um uso futuro pretendido com base nas informações projetadas (confirmação de plausibilidade). Ou seja, trata-se de uma reivindicação sobre o resultado de atividades futuras.

Já a verificação é considerada um processo para avaliar uma reivindicação com base em dados e informações históricas para determinar se a reivindicação está correta e se está em conformidade com os requisitos especificados. Ela está relacionada a eventos que já ocorreram ou resultados que já foram obtidos (confirmação de veracidade).

Organismos envolvidos na avaliação de conformidade

Um organismo de avaliação da conformidade executa serviços de avaliação da conformidade. Como exemplos podem ser citados os laboratórios de teste, organismos de inspeção, organismos de certificação e organismos de verificação e validação.

Quem avalia a consistência, imparcialidade e competência de um organismo de avaliação da conformidade é um organismo de acreditação.

Quem pode realizar uma avaliação da conformidade?

São três as maneiras de realizar uma avaliação da conformidade:

  • A primeira é uma declaração pessoal feita, por exemplo, pelo fabricante ou pelo fornecedor de serviços;
  • A segunda é uma declaração feita, por exemplo, pelo cliente no fornecedor;
  • A terceira é uma declaração feita por organizações independentes, como organismo de certificação, laboratório, organismo de inspeção, organismo de acreditação, etc.

Os recursos que podemos usar para uma avaliação de conformidade

Para quem deseja conhecer mais sobre avaliação da conformidade e como funciona, o CASCO, da ISO, elaborou ferramentas que podem ajudar e muito nesse processo, chamados de CASCO Toolbox. Este Comitê desenvolveu padrões de avaliação de conformidade relacionados às práticas de avaliação de conformidade, que abrangem tópicos como a operação de organismos de certificação, laboratórios de teste, marcas de conformidade, acreditação e reconhecimento mútuo dos resultados da avaliação de conformidade.

Um recurso interessante e que está disponível para quem quiser acessar são as apresentações digitais do CASCO que destacam os principais elementos-chave das avaliações da conformidade. E o melhor de tudo é que os slides podem ser usados por qualquer pessoa que faça uma apresentação ou simplesmente para aprender sobre o novo padrão.

O kit de apresentação de avaliação da conformidade pode ser acessado no site Isotc. Você ainda, encontrará um conjunto de apresentações composto por nove módulos sobre avaliação da conformidade, desenvolvidos por especialistas do do CASCO, em que estão explicados os principais aspectos relacionados à avaliação da conformidade. Nos slides você pode adicionar suas próprias imagens ou gráficos, ou se basear neles para criar suas próprias apresentações ou materiais de aprendizagem.

Para obter mais informações sobre a CASCO e a avaliação da conformidade segundo o comitê. E nós da Verde Ghaia, também temos muitos artigos e materiais sobre assunto.

Dá uma olhadinha em nosso blog para saber mais sobre o assunto! Se quiser mais informações sobre Avaliação da Conformidade, fale conosco!


Auditoria interna para identificação de irregularidades nos processos

A auditoria Interna pode ajudar na identificação de irregularidades nos processos internos, visando que episódios de fraude e vazamento de informações sejam corrigidos.

Pesquisas realizadas em todo o mundo nos últimos anos revelaram que as organizações vêm sofrendo com altos índices de irregularidades. Dados da americana Kroll demonstraram que no Brasil 74% das organizações teriam sofrido ao menos um episódio de fraude nos 12 meses anteriores à pesquisa. Já a consultora KPMG verificou que a apropriação indébita de recursos da empresa (roubos de estoque, por exemplo) representa 56% das ocorrências que acontecem dentro das organizações.

E sabe quem são os responsáveis pela maior parte do vazamento das informações ou das irregularidades? Segundo a consultoria PwC, 41% das empresas afirmam que os principais responsáveis são os próprios colaboradores. Para a Kroll, esse número chega a 81%.

Boa leitura!

Irregularidades: insegurança no ambiente de trabalho

Estas irregularidades podem causar altas perdas financeiras, gerar um clima de desconfiança e insegurança no ambiente de trabalho. Além disso, provoca suspeitas sobre a gestão da empresa, manchando a imagem da organização perante os consumidores, investidores e o mercado.

Diante de um cenário tão sério e preocupante, como se proteger e se manter seguro? Como evitar e combater as irregularidades dos processos, como propina, corrupção, fraudes e erros dentro de uma organização? A resposta é simples: realize auditorias internas, tornando-a um agente fiscalizador destas irregularidades.

E se você tem dúvidas da importância e de como realizar esse processo, não se preocupe, esse artigo foi feito exatamente para explicar tudo a você sobre esse assunto.

Nova versão da ISO 19011: Diretrizes para a realização de Auditorias Internas

Auditoria interna: redução de irregularidades

As irregularidades assumem inúmeras e de diversas formas, modalidades e características dentro e fora das organizações. Elas se tornaram complexas e sofisticadas, acompanhando o progresso tecnológico e absolutamente ninguém está imune a elas.

Para evitar que elas aconteçam, seja em forma de fraudes, corrupção, propina ou até erros, são necessárias ações, medidas e controles eficazes, que acompanhem as várias mudanças tecnológicas, e que possam preveni-las e/ou rapidamente identificá-las. Atualmente, uma das maneiras mais eficazes de identificar estas irregularidades é a auditoria interna.

Por ser uma forma de avaliar a eficiência de algum processo específico dentro de uma organização, ela fornece sugestões, análises, apreciações e informações relativas às atividades e processos examinados, inclusive recomendando melhorias e a implantação de controles internos eficazes.

Por isso, a auditoria interna pode ser considerada um importante instrumento proativo de controle, de proteção e de segurança internos de uma empresa. Auditoria Interna é uma ótima maneira de garantir uma melhoria contínua dos seus processos.

Porque contratar uma Auditoria Interna?

No caso de identificar erros e fraudes, a auditoria interna é de extrema importância porque ela permite avaliar a eficiência dos controles utilizados pela empresa e se suas atividades estão sendo executadas conforme o planejado, bem como definir os riscos que podem intervir na governança. Assim, a auditoria interna se torna uma poderosa ferramenta para identificar vulnerabilidades, suspeitas e esquemas maliciosos.

O profissional mais adequado para realizar este trabalho é claro que é o auditor interno, que possui uma formação acadêmica, experiência profissional, habilidades e conhecimentos necessários voltados para a prevenção de irregularidades, para a melhoria nos controles internos e para o exame periódico e permanente dos principais processos da organização. E o ideal é que o auditor seja imparcial, com foco exclusivamente no que está sendo auditado.

No entanto, é importante destacar que a responsabilidade por implementar controles internos, prevenir, detectar e mitigar riscos e evitar que irregularidades e fraudes ocorram, impedir que evoluam para esquemas fraudulentos e combater as causas que abrem espaço para que se instalem, são dos gestores e da alta direção da organização.

Os auditores internos têm apenas a função de realizar uma avaliação independente da gestão dos riscos, controles e governança da organização de modo a identificar deficiências em processos, controles e sistemas.

Quando realizar uma auditoria interna?

Como a auditoria tem a função mais de auxiliar a empresa a lidar melhor com processos e dados, deixando a “casa arrumada”, do que punir a organização ou trazer prejuízos, ela deve ser realizada toda vez que o gestor sentir necessidade, ou quiser analisar seus procedimentos e funcionamento, ou ainda diagnosticar como estão os seus controles internos, ou para melhorar práticas financeiras, operacionais e até ambientais.

Isso porque não há uma periodicidade definida, ela apenas depende de demanda. Para realmente atingir resultados mais satisfatórios, recomenda-se a realização da auditoria interna ao menos uma vez ao ano.

Quais as etapas da auditoria interna pode ajudar na identificação de irregularidades?

De forma resumida, as etapas para realizar uma auditoria interna são:

1. Prepare-se: aqui são estabelecidos os objetivos da auditoria para definir quais informações são extremamente necessárias e quais processos devem ser auditados com ainda mais atenção;

2. É feito também o planejamento detalhado, no qual todas as partes interessadas serão comunicados sobre a realização da auditoria, para que não sintam medo, mas que se sintam envolvidos no processo.

3. Faça um cronograma: transforme o planejamento em um cronograma, detalhando qual processo será primeiro auditado, os requisitos avaliados, as demandas que isso vai gerar, entre outras informações que você acredita serem indispensáveis.

4. Realize uma reunião de abertura: é quando o auditor explica quais os objetivos da auditoria.

5. A auditoria propriamente dita: é quando é realizada a auditoria, através de entrevistas com os colaboradores e coleta de evidências. Existem muitas formas para o auditor coletar informações durante a auditoria: revisão de registros, conversas com empregados, análise de dados de processos chave ou até mesmo observação do processo em execução.

6. Realize a reunião de encerramento: é quando os resultados da auditoria serão apresentados à empresa, demonstrando ao responsável o que há de positivo, o que precisa ser melhorado, onde podem estar as possíveis irregularidades e se existem riscos que precisam ser tratados.

7. Elabore um relatório de auditoria interna, acompanhamento das ações corretivas e manutenção das avaliações. Não esqueça do plano de ação, justificando os motivos de cada nova atitude necessária.

A importância da auditoria interna na identificação de irregularidades

A auditoria interna possibilita melhorar os diferentes processos de rotina, identificar problemas e avaliar os riscos que eles trazem, atuar na correção de possíveis falhas, monitorar as atividades empresariais e aumentar a satisfação dos clientes.

Assim, garante o devido cumprimento dos regimentos, das normas e das políticas internas empresariais, agregando valor à organização e melhorando sua imagem perante investidores.

Ao examinar os dados fornecidos pelo controle interno e comprovar sua eficiência e eficácia, observar o cumprimento de leis e normas internas, trazer proteção aos bens da entidade, diminuir indícios de irregularidades e perda financeiras e formular um parecer sobre a situação em que se encontra a empresa.

Assim, a auditoria interna melhora a forma que uma empresa lida com suas atividades, oferecendo uma melhor compreensão a respeito da sua realidade e da eficácia dos diferentes processos que fazem parte da sua rotina.

Por isso, a auditoria interna é uma aliada estratégica para a organização, sendo verdadeiramente um agente fiscalizador que auxilia e é eficaz quanto à proteção, identificação e prevenção das irregularidades ao analisar as informações prestadas.

Desse modo, investiga-se os ocorridos, determinando as diferenças entre fraudes e erros cometidos no âmbito interno.

Quer saber como funciona na prática o Módulo Auditoria? Agende uma apresentação do SOGI com a nossa Equipe de Consultoria SOGI.

Será um prazer ajudá-lo!

Como é a produção de Cervejas no Brasil?

Se você ainda não está por dentro de tudo o que precisa seguir para fabricar a sua própria cerveja ou para saber se aquela cerveja que você tanto gosta está sendo produzida da maneira correta, então leia este artigo.

Cerveja: Paixão nacional do brasileiro

A cerveja é uma das paixões nacionais do brasileiro. Tanto é verdade que estima-se, de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que o setor cervejeiro do Brasil é o terceiro maior do mundo, com mais de 1.000 empresas registradas e 14 bilhões de litros consumidos por ano.

O setor ainda gera cerca de 2,7 milhões de empregos com um faturamento de R$ 100 bilhões e arrecadação de impostos da ordem de aproximadamente R$ 30 bilhões. Mas fazer parte do mercado produtor de cerveja não é tão simples como possa parecer, e é necessário seguir algumas normas e procedimentos para chegar ao consumidor com qualidade e de maneira segura.

Aqui vamos falar sobre a Instrução Normativa (IN) n°65 do MAPA, publicada em 11 de dezembro de 2019 no Diário Oficial da União (DOU), que estabelece os padrões de identidade e qualidade para os produtos de cervejaria.

A IN n° 65 complementa a alteração feita em julho, no Decreto n° 6.871/2009, trazendo as disposições específicas para a produção, comercialização e rotulagem da cerveja no Brasil. A IN também revoga instruções normativas anteriores que traziam regras para a produção do produto, como a IN n° 54, de 05/11/2001 e a IN n° 68, de 06/11/2018.

Então, vamos conhecer mais sobre a produção de cervejas!

O que é cerveja e quais os seus tipos?

A IN n° 65/2019 do MAPA define as classificações e as denominações do produto, determina os ingredientes permitidos e proibidos e estabelece padrões de rotulagem para a cerveja. 

Cerveja, de acordo com esta Instrução Normativa, é “a bebida resultante da fermentação, a partir da levedura cervejeira, do mosto de cevada malteada ou de extrato de malte, submetido previamente a um processo de cocção adicionado de lúpulo ou extrato de lúpulo, hipótese em que uma parte da cevada malteada ou do extrato de malte poderá ser substituída parcialmente por adjunto cervejeiro”.

O mosto é a solução em água potável de compostos resultantes da degradação enzimática do malte, com ou sem adjuntos cervejeiros e ingredientes opcionais, realizada mediante processos tecnológicos adequados.

Independente de qual tipo seja, a cerveja deve obedecer ao que está disposto na IN n° 65/2019.  E há vários tipos, como por exemplo:

  • Cerveja Gruit: que é a cerveja na qual o lúpulo é totalmente substituído por outras ervas, aprovadas para consumo humano como alimento por órgão competente;
  • Cerveja sem glúten: elaborada com cereais não fornecedores de glúten, ou que contenha teor de glúten abaixo do estabelecido em regulamento técnico específico;
  • Cerveja de múltipla fermentação: sendo aquela que passa por outra fermentação, seja na garrafa, em tanques, ou em ambos;
  • Cerveja light: é a cerveja cujo valor energético apresente teor máximo de 35 kcal/100 mL;
  • Chopp ou Chope: ou seja, a cerveja que não foi submetida a processo de pasteurização, tampouco a outros tratamentos térmicos similares ou equivalentes;
  • Cerveja Malzbier: aquela cerveja adicionada de açúcares de origem vegetal exclusivamente para conferir sabor doce.
VGCast – #001 – O Caso Backer e a Segurança de Alimentos

A classificação das cervejas

A classificação das cervejas também pode ser bem variada e precisa seguir as determinações da IN n° 65/2019. Em relação à proporção de matérias-primas, as cervejas são classificadas como:

  • Cerveja: possui mosto cujo extrato primitivo contém no mínimo 55% em peso de cevada malteada e no máximo 45% de adjuntos cervejeiros. O extrato primitivo significa quantidade de substâncias do mosto que deu origem à cerveja;
  • Cerveja 100% malte ou Cerveja puro malte: recebe essa classificação quando é elaborada a partir de um mosto cujo extrato primitivo provém exclusivamente de cevada malteada ou de extrato de malte;
  • Cerveja 100% malte de (nome do cereal malteado) ou Cerveja puro malte de (nome do cereal malteado): elaborada a partir de um mosto cujo extrato primitivo provém exclusivamente de outro cereal malteado;
  • Cerveja de (nome do cereal ou dos cereais majoritário(s), malteado(s) ou não): elaborada a partir de um mosto cujo extrato primitivo provém majoritariamente de adjuntos cervejeiros, sendo que poderá ter um máximo de 80% em peso da totalidade dos adjuntos cervejeiros em relação ao seu extrato primitivo e o mínimo de 20% em peso de malte de cevada, ou malte de (nome do cereal utilizado); ou quando dois ou mais cereais contribuírem com a mesma quantidade para o extrato primitivo.

A IN n° 65/2019 permite também, no processo de fabricação da bebida, a adição de produtos de origem animal como o leite e mel, além de madeira às leveduras do gênero Saccharomyces. E qualquer eventual uso de outros ingredientes deverá ficar explícito na rotulagem.

Classificação quanto ao conteúdo alcoólico

A classificação que as cervejas recebem quanto a seu conteúdo alcoólico seguem as seguintes normas:

  • “cerveja sem álcool” ou “cerveja desalcoolizada”: o conteúdo alcoólico é inferior ou igual a 0,5% em volume (0,5% v/v);
  • “cerveja com teor alcoólico reduzido” ou “cerveja com baixo teor alcoólico”: o conteúdo alcoólico é superior a 0,5% em volume (0,5% v/v) e inferior ou igual a 2,0% em volume (2,0% v/v);
  • “cerveja”: seu conteúdo alcoólico é superior a 2,0% em volume (2,0% v/v).
ISO 22000:2018 – Medidas de Controle

A importância da IN n° 65/2019

A IN n° 65/2019 estava em discussão desde 2012 e contou com a participação da sociedade e do setor produtivo, além da realização de numerosas consultas e audiências públicas.

Com isso, esta IN veio para facilitar a vida das cervejarias (especialmente as artesanais), do consumidor e de todo aquele apaixonado por cerveja. Por meio dela foram simplificadas as informações constantes nos rótulos, tornando-a mais simples e direta, facilitando a comunicação entre produtor e mercado consumidor.

Segundo informações constantes em nota do próprio MAPA, o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Cerveja, Carlo Lapolli, reconhece que a IN n° 65/2019 “não vai alterar o custo final do produto e vai facilitar o registro de novas cervejarias no Ministério. É consenso no setor cervejeiro que o consumidor está ávido por novidades e o país precisa acompanhar o mercado internacional, com produtos modernos e de maior valor agregado”.

O prazo para que todos se adequam às alterações constantes na IN n° 65/2019 é de 365 dias da data de publicação. Ou seja, até 11 de dezembro de 2020, todas as cervejas produzidas e comercializadas no Brasil precisam seguir os padrões de identidade, qualidade e rotulagem, garantindo maior segurança para todo o processo, desde a fabricação até o consumo final.

Qual a importância de um Planejamento Jurídico preventivo?

Descubra que um planejamento jurídico preventivo é muito mais barato do que você imagina e que traz muito mais benefícios e vantagens para a organização, reduzindo riscos e prejuízos financeiros.

Por que fazer gestão dos Passivos da Organização?

As organizações muitas vezes não se preocupam com seus passivos, mas são estes os responsáveis, em sua maioria, por elevar os custos e influenciar a economia da organização. Os passivos de uma organização são custos diretos relacionados aos seus produtos e/ou ao serviço fim, bem como os custos fixos, variáveis. Existem também os passivos ocultos, os indiretos, que muitas vezes as organizações não identificam e que comprometem diretamente na lucratividade da organização.

Por isso, é importante ter como objetivo a gestão dos passivos para dar continuidade aos negócios sem ser pego de surpresa com valores astronômicos provenientes dos passivos. E como fazer isso? Esses passivos podem ser antevistos através de um planejamento jurídico preventivo.

O planejamento jurídico preventivo geralmente é percebido pelas organizações como algo irrelevante, por considerarem um gasto desnecessário e alto, já que estamos falando de “prevenção do problema”, ou seja, algo que pode ou não acontecer. Mas esta ideia está completamente equivocada e errada, e é isso que vamos mostrar para você neste artigo.

O que é planejamento jurídico preventivo?

O planejamento jurídico preventivo é uma ação que proporciona a toda a alta direção de uma organização uma segurança maior, visto que há diminuição de processos contenciosos, já que ele não se refere apenas ao valor gerado, mas ao não cumprimento da legislação que ocasiona custos processuais, honorários, juros, entre outros encargos para a organização.

O seu objetivo é de identificar problemas que envolvem o negócio e assim, evitá-los que ocorram, para que não haja os passivos e gastos desnecessários.

Como atender a um Planejamento Jurídico Preventivo?

Mesmo tendo esse objetivo, muitos líderes e gestores das empresas ainda veem o planejamento jurídico preventivo como um gasto, e não como um investimento, exatamente por se tratar de prevenção de algo que possa nunca vir a ocorrer. Mas esse tipo de pensamento é muito errado, porque este serviço é capaz de verificar pontos que podem trazer lucros à empresa ou, pelo menos, prevenir gastos desnecessários. Podemos afirmar com toda a segurança que remediar é muito mais caro que prevenir.

Por exemplo, através do planejamento jurídico preventivo, constata-se que cumprir determinada lei na área ambiental teria um custo de 15 mil reais. Se não for cumprida essa lei, o custo com multas e penalizações pode variar de 5 a 15 milhões, dependendo da atividade desempenhada pela empresa e do tamanho do impacto causado. Então pense: o que na verdade sai caro nessa história toda?

Quando se faz o planejamento torna-se possível gerir seus recursos e processos de tal maneira que será capaz de agir sempre na prevenção, poupando sua companhia da remediação. Lembra-se do ditado: “é melhor prevenir que remediar”? Então, o planejamento jurídico preventivo é basicamente isso.

Qual a importância do planejamento jurídico preventivo?

É importante fazer o planejamento jurídico preventivo devido ao próprio cenário brasileiro, de constantes modificações legislativas e pelas novas obrigações jurídicas que surgem cotidianamente. Por isso, estar atento ao ambiente jurídico da empresa e à antecipação dos riscos garante maior estabilidade e segurança ao negócio.

O planejamento jurídico estratégico permite que o gestor tenha mais embasamento para tomar decisões estratégicas, priorizar recursos, realizar investimentos e gerar relatórios de seu desempenho legal.

Além disso, é o planejamento que vai evitar prejuízos financeiros para a empresa, como por exemplo reparação de danos e pagamento de multas e penalidades por não cumprimento de conformidades. Ele também evita perda de reputação e de imagem da organização, duas coisas que, se perdidas, dificilmente serão recuperadas – sem contar o gasto exorbitante que se terá nesse processo todo. Consequentemente, o planejamento protege o valor de mercado da empresa, tanto valor de capital quanto valor humano.

Então, novamente vale destacar que o planejamento jurídico preventivo sai muito mais barato do que deixar de fazê-lo, e ainda pode ser usado como um diferencial, pois o cumprimento da legislação traz confiabilidade por parte do mercado e agrega valor à instituição.

Assessoria especializada para planejamento jurídico preventivo

O planejamento jurídico estratégico é um dos pilares mais importantes para a empresa, juntamente com a gestão de riscos, pois é ele que vai oferecer segurança jurídica para a organização e ainda evitar riscos e prejuízos financeiros, reconhecendo e tratando de forma diferenciada e eficiente os seus passivos.

Os gestores devem estar cientes da relevância da gestão dos passivos para a continuidade do negócio, pois o objetivo do planejamento jurídico preventivo é identificar problemas que envolvem o negócio e, assim, evitá-los que ocorram, para que não gerar passivos e gastos desnecessários.

Sabemos ainda que o planejamento jurídico preventivo bem executado pode ser algo complicado, visto que a regulação jurídica é muito ampla e são diversas leis específicas com constantes alterações que devem ser analisadas por especialistas. Por isso, é importante contar com a orientação de uma assessoria especializada que garantirá que a empresa esteja com toda a parte jurídica em ordem, eliminando possíveis riscos legais.

Como a Verde Ghaia pode te ajudar?

A Verde Ghaia é a empresa mais indicada e especializada para trabalhar com planejamento jurídico preventivo. Há mais de 20 anos no mercado de sistemas de gestão, ela possui especialistas qualificados para auxiliar organizações de todos os segmentos e portes a atingirem o crescimento sustentável através de uma gestão de riscos eficiente.

Se você quer conhecer seus passivos, reduzir seus riscos e evitar prejuízos, então fale com os consultores Verde Ghaia. Eles estão prontos para tirar suas dúvidas e comprovar que prevenir é realmente muito mais barato do que remediar.

Inteligência Artificial: confiança e confiabilidade dos dados

A Inteligência Artificial (IA) é um ramo da ciência de computação que tem como foco elaborar dispositivos capazes de simular o raciocínio humano, particularmente a capacidade de aprendizado.

IA: mecanismos que facilitam as tarefas operacionais

Quando utilizada adequadamente, ela pode ser muito benéfica, criando mecanismos para facilitar nossas tarefas, em especial no ambiente de trabalho. A principal vantagem da IA é a capacidade de processamento de grande volume de informações em pouquíssimo tempo. Um simples sistema anti-phishing (que faz varredura de páginas da internet fraudulentas, aquelas capazes de roubar dados de usuários), pode rastrear bilhões (isso mesmo, bilhões) de páginas por dia. É um exemplo no qual a IA se mostra muito necessária, afinal seria impossível um ser humano realizar o mesmo trabalho.

No Brasil, o governo tem avançado para regular o uso da IA. O Ministério de Ciência, Tecnologia, Informações e Comunicações abriu uma consulta pública para definir a chamada Estratégia Nacional de Inteligência Artificial, cujo objetivo é debater formas de potencializar os benefícios da tecnologia e mitigar seus impactos negativos. A medida foi tomada logo depois de o Brasil aderir – juntamente a outros 41 países – às recomendações da OCDE [FL1]  (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que anunciou uma série de princípios para o desenvolvimento da IA.

O principal deles é que “a inteligência artificial deve beneficiar as pessoas e o planeta para crescimento inclusivo, desenvolvimento sustentável e bem-estar”. O documento também reitera que a tecnologia respeite as leis, direitos humanos e valores democráticos.

A Inteligência Artificial no Sistema de Gestão

A questão é que a IA ainda levanta uma série de desconfianças, principalmente no que diz respeito à segurança dos dados e sobre a confiabilidade das informações geradas pelas máquinas, já que elas não são capazes de fazer a mesma distinção sensível tal qual um ser humano. ​​Quando aplicada nos Sistemas de Gestão, a Inteligência Artificial pode ser muito interessante.

Os softwares de processamento de requisitos legais, por exemplo, são muito úteis. Se você é dono ou gestor de uma empresa, sabe que precisa seguir uma quantidade imensa de leis para estar em dia com suas obrigações legais. Muitas vezes, gerenciar o cumprimento dessas leis pode ser complicado, não apenas pelo volume de informação, mas também pela necessidade de interpretação dos dados.

Quando você dispõe de um programa de IA para processar esses dados, a tarefa fica muito mais fácil. Um software como o SOGI da Verde Ghaia, por exemplo, é capaz de registrar milhares de informações e cruzá-las com os dados fornecidos pela sua empresa, apontando assim aquelas que são pertinentes ao seu negócio. É um trabalho que, se executado por humanos, seria cansativo, demorado e complicado de se gerir.

Por que algumas empresas consideram a IA um problema para o Sistema de Gestão?

Na gestão de pessoas, por exemplo, embora a IA também possa ser bastante útil nesse aspecto, ela ainda não substitui a sensibilidade humana. Um exemplo: você precisa contratar um novo funcionário para seu setor de manutenção. Você pode recorrer a um software para fazer a triagem de currículos e organizar o cadastro dos candidatos. Pode até mesmo selecionar os melhores com base em informações técnicas. Mas a máquina dificilmente vai conseguir captar as sutilezas que uma pessoa captaria numa entrevista cara a cara. Nesse ponto, a IA ainda é incapaz de substituir a inteligência humana.

Por que a IA melhora a Segurança de dados?

Mas, e os meus dados (e consequentemente os dados da minha empresa)? Eles estarão protegidos? Bem… Um sistema de Inteligência Artificial depende da obtenção de dados para funcionar. E obviamente, quanto mais dados este sistema receber, mais precisas serão as informações fornecidas. Por conta disso, vários governantes têm tentado interferir para não macular a privacidade das pessoas. Por isso, temos leis bem regulamentadas que asseguram os dados dos clientes das organizações.

No Brasil, já entrou em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP) – Lei nº 13.709 de 14 de agosto de 2018. A previsão de vigência total é para agosto de 2020. De qualquer forma, mesmo sem estar completamente vigorante, ela já chancela e direciona a proteção de dados pessoais, com dez capítulos e 65 artigos determinando como dados pessoais podem ser coletados e tratados no Brasil, especialmente no que diz respeito aos meios digitais (porém não limitados a eles).

Ela abrange principalmente os “dados pessoais”, que neste caso são definidos como “uma informação relacionada à pessoa natural identificada ou identificável”. Ou seja: são aquelas informações que, isoladas ou em conjunto, são capazes de levar à identificação de um indivíduo. Exemplos: nome, apelido, endereço residencial, endereço de e-mail, endereço de IP, fotografias, formulários cadastrais, números de documentos etc.

A Inteligência Artificial vai roubar meu emprego?

No caso dos empregos, é inevitável que algumas funções sejam extintas ou modificadas ao longo dos anos. Mas se você parar para pensar, isso é perfeitamente normal num cenário de evolução. Basta pensar que não temos mais acendedores de postes de iluminação pública ou telegrafistas.

No caso da IA, a aposta é muito mais na evolução pura e simples de cargos do que no desaparecimento deles. Sabendo fazer uso da Inteligência Artificial, o profissional terá seu trabalho facilitado e vai poder processar mais informações e aproveitar os dados coletados de maneira muito mais interessante. O segredo é não se acomodar e buscar conhecer as novas tecnologias.

A IA ​​é um grande facilitador nos processos de logística, por exemplo, pois calcula rotas de maneira muito mais eficaz, ou na identificação de pendências num Sistema de Gestão. Na prática isso pode representar a redução da força de trabalho e um consequente reequilíbrio entre a vida pessoal e profissional dos funcionários, aumentando a qualidade de vida.

Fale conosco e agende uma apresentação para conhecer a LIA!


 [FL1]Fonte: https://epocanegocios.globo.com/Tecnologia/noticia/2019/05/ocde-cria-principios-para-desenvolvimento-de-ia-brasil-e-um-dos-42-signatarios.html

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