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Como avaliar os riscos do negócio?

Usando novamente o exemplo de Brumadinho: várias vidas foram perdidas, destruindo uma grande quantidade de famílias – tanto em termos sociais quanto econômicos. Também foi destruída uma cidade inteira, causando impactos socioambientais negativos em várias outras. Então, quando falamos em compliance não estamos apenas falando do cumprimento das obrigações legais. Falar em compliance é falar sobre fazer o certo. É respeitar as comunidades do entorno da organização e também prezar pela segurança dos funcionários, ao mesmo tempo em que há uma preocupação em preservar o meio ambiente.

Por ela não ter cumprido com tudo o que era exigência legal e por isso ter ocorrido o rompimento da barragem, ela foi obrigada a pagar indenizações emergenciais, trabalhistas e também às famílias das vítimas, a oferecer atendimentos médicos e psicossociais, trabalhar em obras emergenciais para tentar recuperar o que foi destruído pelo rio de rejeitos, realizar atividades de recuperação ambiental e implementar mais ações de segurança em relação às outras barragens que ela possui, para evitar novos desastres.

Além de todo o prejuízo financeiro decorrente dessas ações, ela ainda viu a produção de minério de ferro diminuir, manchou sua reputação em todo o mundo e perdeu valor de mercado. Estima-se que dia 25/01/2019, dia do rompimento da barragem, a Vale valia R$ 287,8 bilhões. Quinze dias depois, passou para R$ 215,4 bilhões. Ou seja, perdeu R$ 72,4 bilhões. Um ano depois boa parte já foi recuperada, e hoje o valor da companhia está em R$ 275,9 bilhões.

Claro que você não precisa ser uma Vale para sentir os prejuízos em bilhões. Importante lembrar que as consequências de não estar em compliance são proporcionais à atividade desempenhada pela organização e o seu porte. E a única certeza que existe é que, se você não cumprir os requisitos exigidos e o arcabouço legal que rege a sua organização, você vai sofrer as consequências negativas de não estar em compliance.

Como avaliar os Riscos do Negócio com mais segurança e assertividade?

Como evitar esse cenário negativo e ainda gerar crescimento para sua empresa, um crescimento sustentável e sólido ao longo do tempo, que possa reduzir os riscos e obter melhores resultados?

A resposta está no compliance integrado a um sistema de certificação ISO. Os motivos para isso, é que pudemos observar ao longo do tempo, que as empresas que contam com um processo de certificação implementado possuem mais recursos para estarem em compliance em relação aos requisitos legais aplicados. Ou seja, existe uma nítida correlação entre o processo de certificação e estar em compliance, e vamos explicar o porquê disso.

É importante ter um sistema de gestão na sua empresa porque um de seus itens é atender os requisitos legais que são obrigatórios para a atividade desempenhada. Falar em sistemas de gestão significa também estar em conformidade com as normas e com todos os requisitos aplicados à empresa, em qualquer área que for, seja ela ambiental, saúde e segurança, qualidade, responsabilidade social, entre outras.

A importância do comprometimento de todos na organização

Todas essas áreas, quando são mapeadas e identificadas, é criado um comprometimento da empresa com elas, e então podemos dizer que a organização está em busca do compliance. E o sistema de gestão contribui exatamente para isso, obrigando os gestores a estarem em conformidade com a legislação específica de cada área.

O princípio maior que rege o compliance é fazer o que é o certo. Então, se existem regras a serem cumpridas e essas regras são transformadas em leis, ou em algum documento internacional como a ISO, as organizações devem cumpri-las.

E mesmo que um gestor busque a certificação ISO sem o objetivo de estar em compliance, ele vai acabar indiretamente estando em compliance de qualquer forma, porque uma vez que existe, dentro do programa de certificação, um requisito ou um item, que exige da empresa um atendimento aos requisitos legais, automaticamente ele é direcionado para estar em compliance.

Por isso, fazer hoje a implementação de um sistema de gestão – como por exemplo o Sistema de Gestão da Qualidade da ISO 9001 – significa estar em compliance, porque na busca pelo cumprimento das exigências de uma norma ISO, a empresa está fazendo o que é o certo, cumprindo o que é exigido.  

Relação do Compliance e Integridade com a aplicação dos Requisitos ISO

Além disso, essa relação entre compliance e certificação nas normas ISO é tão importante porque podemos notar que dentro do programa de certificação, além do compliance, existem outros itens que compõem o programa de gestão, não apenas o atendimento a requisitos legais e outros requisitos.

E não são apenas normas de meio ambiente, saúde e segurança, responsabilidade social ou validade, que são normas que são atendidas especificadamente para as ISOs, correlacionadas ao programa em si.

Fale conosco e saiba como avaliar seus riscos com assertividade e segurança através do SOGI. Estamos à disposição para ajudá-lo!

SOGI GRC: Governança, Risco e Compliance

O mapeamento de risco nada mais é do que o reconhecimento de ameaças ou perigos — ou até mesmo de oportunidades (o chamado “risco positivo”) — dentro de determinado ambiente.

Numa empresa, esses trabalhos de identificação geralmente são acompanhado por uma análise dos riscos, bem como controle e propostas de tratativas que envolvam todos os processos da organização.

Qual a necessidade de se realizar o mapeamento de risco?

Os riscos sofridos por uma empresa podem ser de diversas naturezas:

Risco Legal: quando a organização não está em acordo com a legislação e códigos de conduta que regem as operações de seu negócio;

Risco Operacional: quando a empresa utiliza de recursos (humanos e operacionais) não eficientes e que, portanto, podem trazer prejuízos;

Risco de Imagem: quando, por um descuido de conduta, a empresa arranha sua reputação perante clientes, fornecedores e a sociedade em geral.

Existem também aspectos externos que podem afetar as organizações e aumentar os riscos do negócio, como fatores de natureza política no país, instabilidade econômica, eventos sociais e tecnológicos.

A importância da governança

Quando falamos em mapeamento de riscos, é essencial que haja a visão da governança, ou seja, a capacidade de enxergar a empresa como um todo, e não sob a ótica da departamentalização, pois só assim a gestão se revela realmente eficaz.

A departamentalização costuma ficar muito evidente em casos específicos. Quando a empresa possui um Setor de Compras de Suprimentos, por exemplo, é essencial que este se comunique com todas as outras áreas. Em geral, o setor de compras não distingue as necessidades por trás da compra de uma caneta ou da compra de uma bomba hidráulica; é apenas sabido existe a necessidade de adquirir determinados suprimentos, no entanto, as prioridades de cada setor quase sempre são desconhecidas ou ignoradas.

Só que quando não existe conhecimento das necessidades de cada setor, a empresa pode se deparar com encrencas que poderiam muito bem ser evitadas. Vamos conhecer um caso clássico.

Exemplo de empresa que cometeu erro clássico

Um dia, o setor de produção da indústria XYZ teve um problema. Uma peça de um maquinário muito importante sofreu um dano, fazendo cessar completamente a produção. O problema precisava ser solucionado com urgência. Acontece que a tal peça era importada.

Quando o gestor Everaldo, responsável pela área de produção, consultou o setor de compras, descobriu que a reposição levaria um mês para chegar. Como interromper a produção por um mês inteiro? Impossível, não é? Desesperado, Everaldo pensou em uma solução rápida: ligou para o gerente Siqueira, que por acaso estava em reunião nos Estados Unidos e estaria de volta ao Brasil dali a dois dias, e solicitou que este realizasse a compra da peça em seu cartão corporativo.

Como era uma peça pequena, Siqueira poderia trazê-la no bolso. Em dois dias, a peça estava instalada e a produção estava a todo vapor. Everaldo foi um herói e salvou o dia, certo? Sob o ponto de vista da produção, sim. Sob o ponto de vista jurídico e tributário, não. Porque no dia em que a empresa XYZ passou por uma auditoria, o auditor percebeu que aquela era uma peça nova.

– Onde está a documentação da compra desta peça?

– Ah, não foi nosso setor de compras que realizou a aquisição. Foi o Siqueira, nosso gerente, que trouxe dos Estados Unidos.

Siqueira tinha feito uma importação ilegal, pois a peça não fora declarada à Receita Federal. Com a melhor das intenções ( eno desespero para botar algo pra funcionar), Siqueira e Everaldo colocaram a empresa numa encrenca tributária.

Se a governança corporativa fosse de fato valorizada na empresa XYZ, muito provavelmente tal problema não teria ocorrido. Everaldo estaria ciente da vida útil daquela peça tão importante e poderia planejar a próxima aquisição com antecedência. Ou então teria uma lista de fornecedores capazes de entregá-la em tempo hábil sem cobrar valores exorbitantes. Ou ainda: a troca da peça poderia ser prevista em manutenção preventiva de tantos em tantos anos. Enfim… A empresa poderia ter vindo com N soluções que não resultassem num grave problema.

O setor financeiro, por exemplo, costuma ter muito mais noção de conformidade do que o setor de produção, cujas preocupações estão mais voltadas para os problemas de ordem prática.

Como evitar esse tipo de problema então?

O ideal é que a empresa tenha à sua disposição um software que permeie de forma estruturada as etapas do negócio. A área de finanças, precisa se comunicar com a área tributária, com a área de produção, com o RH etc. Todos os setores precisam identificar as necessidades alheias, sem exceção.

SOGI GRC – Governança, Risco e Compliance, da Verde Ghaia, permite que a organização identifique e implemente ações eficazes para monitorar os riscos e as oportunidades de suas atividades, produtos, serviços ou tarefas, auxiliando na no desenvolvimento de critérios de avaliação e de cálculos através de metodologia própria ou se adaptando à metodologia preferencial da empresa.

O Módulo GRC não apenas aponta se os riscos e oportunidades são significativos, como permite a criação de ações preventivas, corretivas e emergenciais personalizadas, com um campo para determinar os responsáveis e prazos individualmente.

Benefícios do GRC

  • Gera relatórios e gráficos gerenciais.
  • Realiza avaliações através de métodos quantitativos personalizados (como Matriz de Risco).
  • Envia notificações sobre prazos e ações a todos os interessados.
  • Apresenta espaço para gestão dos riscos de não atendimento à legislação, evitando passivos e danos à empresa.
  • Constrói a matriz de riscos aliada à metodologia de credibilidade e confiabilidade nas análises.
  • Pode ser integrado a outros módulos do sistema e visão corporativa.
  • Classifica a origem e severidade de cada risco.
  • Calcula a probabilidade de ocorrência de cada risco.
  • Auxilia na gestão e monitoramento da relação da empresa com terceiros.

O Módulo GRC foi desenvolvido com base na ISO 31000, motivado pelas novas versões da ISO 9001 e ISO 14001, que enfatizam o tema.

SOGI GRC – Detalhes Completos da sua Gestão

Todas as organizações, de todos os setores, estão sujeitas a algum tipo de risco. Portanto, é fundamental que os gestores compreendam a aceitem que o risco é intrínseco a qualquer atividade — e que por isso é tão importante realizar seu monitoramento.

A gestão de risco, quando bem executada, agrega valor ao negócio, facilita a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos, valoriza o capital humano e intelectual dos colaboradores e permite um processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.

Fale com nossa Equipe especializada em Gestão de Riscos e Compliance e implemente o SOGI GRC na sua gestão! Se preferir, solicite a equipe uma demonstração do Software e descubra o que o GRC fará por você!

Qual a necessidade de se realizar o mapeamento de risco?

O mapeamento de risco nada mais é do que o reconhecimento de ameaças ou perigos — ou até mesmo de oportunidades (o chamado “risco positivo”) — dentro de determinado ambiente. Numa empresa, esses trabalhos de identificação geralmente são acompanhados por uma análise dos riscos, bem como controle e propostas de tratativas que envolvam todos os processos da organização.

Por que realizar o mapeamento de risco?

Os riscos sofridos por uma empresa podem ser de diversas naturezas.

  • Risco Legal: quando a organização não está em acordo com a legislação e códigos de conduta que regem as operações de seu negócio;
  • Risco Operacional: quando a empresa utiliza de recursos (humanos e operacionais) não eficientes e que, portanto, podem trazer prejuízos;
  • Risco de Imagem: quando, por um descuido de conduta, a empresa arranha sua reputação perante clientes, fornecedores e a sociedade em geral.

Existem também aspectos externos que podem afetar as organizações e aumentar os riscos do negócio, como fatores de natureza política no país, instabilidade econômica, eventos sociais e tecnológicos. Quando falamos em mapeamento de riscos, é essencial que haja a visão da governança, ou seja, a capacidade de enxergar a empresa como um todo, e não sob a ótica da departamentalização, pois só assim a gestão se revela realmente eficaz.

A importância da Governança

A departamentalização costuma ficar muito evidente em casos específicos. Quando a empresa possui um Setor de Compras de Suprimentos, por exemplo, é essencial que este se comunique com todas as outras áreas. Em geral, o setor de compras não distingue as necessidades por trás da compra de uma caneta ou da compra de uma bomba hidráulica; é apenas sabido existe a necessidade de adquirir determinados suprimentos, no entanto, as prioridades de cada setor quase sempre são desconhecidas ou ignoradas.

Só que quando não existe conhecimento das necessidades de cada setor, a empresa pode se deparar com encrencas que poderiam muito bem ser evitadas. Vamos conhecer um caso clássico.

Um dia, o setor de produção da indústria FactorX teve um problema. Uma peça de um maquinário muito importante sofreu um dano, fazendo cessar completamente a produção. O problema precisava ser solucionado com urgência. Acontece, que a tal peça era importada. Quando o gestor Everaldo, responsável pela área de produção, consultou o setor de compras, descobriu que a reposição levaria mais de um mês para chegar. Como interromper a produção por mais de um mês inteiro? Impossível, não é?

Desesperado, Everaldo pensou em uma solução rápida: ligou para o gerente Siqueira, que por acaso estava em reunião nos Estados Unidos e estaria de volta ao Brasil, dali a dois dias. Solicitou que este realizasse a compra da peça em seu cartão corporativo. Como era uma peça pequena, Siqueira poderia trazê-la na mala. Em dois dias, a peça estava instalada e a produção estava a todo vapor.

Everaldo foi um herói e salvou o dia, certo? Sob o ponto de vista da produção, sim. Sob o ponto de vista jurídico e tributário, não. Porque no dia em que a empresa FactorX passou por uma auditoria, o auditor percebeu que aquela era uma peça nova. Onde está a documentação da compra desta peça? Ah, não foi nosso setor de compras que realizou a aquisição. Foi o Siqueira, nosso gerente, que trouxe dos Estados Unidos.

Siqueira tinha feito uma importação ilegal, pois a peça não fora declarada à Receita Federal. Embora, tivesse tido a melhor das intenções (e no desespero para botar algo pra funcionar), Siqueira e Everaldo colocaram a empresa em risco.

Como evitar esse tipo de problema então?

Se a governança corporativa fosse de fato valorizada na empresa XYZ, muito provavelmente tal problema não teria ocorrido. Everaldo estaria ciente da vida útil daquela peça tão importante e poderia planejar a próxima aquisição com antecedência. Ou então teria uma lista de fornecedores capazes de entregá-la em tempo hábil sem cobrar valores exorbitantes. Ou ainda: a troca da peça poderia ser prevista em manutenção preventiva de tantos em tantos anos. Enfim… A empresa poderia ter vindo com N soluções que não resultassem num grave problema.

O setor financeiro, por exemplo, costuma ter muito mais noção de conformidade do que o setor de produção, cujas preocupações estão mais voltadas para os problemas de ordem prática. O ideal é que a empresa tenha à sua disposição um software que permeie de forma estruturada as etapas do negócio. A área de finanças, precisa se comunicar com a área tributária, com a área de produção, com o RH etc. Todos os setores precisam identificar as necessidades alheias, sem exceção.

O Módulo GRC (Governança, Risco e Compliance), da Verde Ghaia, permite que a organização identifique e implemente ações eficazes para monitorar os riscos e as oportunidades de suas atividades, produtos, serviços ou tarefas, auxiliando na no desenvolvimento de critérios de avaliação e de cálculos através de metodologia própria ou se adaptando à metodologia preferencial da empresa.

Outros benefícios para o Sistema de Gestão

O Módulo GRC não apenas aponta se os riscos e oportunidades são significativos, como permite a criação de ações preventivas, corretivas e emergenciais personalizadas, com um campo para determinar os responsáveis e prazos individualmente.

  • Gera relatórios e gráficos gerenciais.
  • Realiza avaliações através de métodos quantitativos personalizados (como FMEA e Matriz de Risco).
  • Envia notificações sobre prazos e ações a todos os interessados.
  • Apresenta espaço para gestão dos riscos de não atendimento à legislação, evitando passivos e danos à empresa.
  • Constrói a matriz de riscos aliada à metodologia de credibilidade e confiabilidade nas análises.
  • Pode ser integrado a outros módulos do sistema e visão corporativa.
  • Classifica a origem e severidade de cada risco.
  • Calcula a probabilidade de ocorrência de cada risco.
  • Auxilia na gestão e monitoramento da relação da empresa com terceiros.

O Módulo GRC foi desenvolvido com base na ISO 31000, motivado pelas novas versões da ISO 9001 e ISO 14001, que enfatizam o tema.

Empresas estão sujeitas a Risco

Todas as organizações, de todos os setores, estão sujeitas a algum tipo de risco. Portanto, é fundamental que os gestores compreendam a aceitem que o risco é intrínseco a qualquer atividade — e que por isso é tão importante realizar seu monitoramento.

A gestão de risco, quando bem executada, agrega valor ao negócio, facilita a tomada de decisões em todos os níveis hierárquicos, valoriza o capital humano e intelectual dos colaboradores e permite um processo de melhoria contínua em todos os processos da organização.

Fale conosco e saiba como mapear seus riscos com mais segurança!

COVID-19 e a Continuidade dos Negócios

No dia 18 de março de 2020, foi publicado no Diário Oficial do Município de Belo Horizonte o Decreto nº. 17.304, como medida protetiva à disseminação do COVID-19.

Dentre outras coisas, tal Decreto determina a suspensão temporária dos Alvarás de Localização e Funcionamento e autorizações emitidas para a realização de atividades com potencial de aglomeração de pessoas, para enfrentamento da Situação de Emergência Pública causada pelo agente Coronavírus.

Isto significa dizer que, a partir do dia 20 de março do corrente ano, ficam suspensos, por tempo indeterminado, os Alvarás de Localização e Funcionamento – ALF de:

(i) casas de shows e espetáculos de qualquer natureza;

(ii) boates, danceterias, salões de dança;

(iii) casas de festas e eventos;

(iv) feiras, exposições, congressos e seminários;

(v) shoppings centers, centros de comércios e seminários;

(vi) cinemas e teatros;

(vii) clubes de serviços e lazer;

(viii) academia, centros de ginástica e estabelecimentos de condicionamento físico;

(ix) clínicas de estéticas e salão de beleza;

(x) parques de diversão e parques temáticos;

(xi) bares, restaurantes e lanchonetes.

Não se discute aqui a medida em si adotada pela Prefeitura de Belo Horizonte e também por outras Prefeituras, como a de Nova Lima, ou Rio de Janeiro, mas sim como ficarão as obrigações contraídas pelos empresários, como pagamento de salários dos colaboradores, pagamento de aluguéis, tributos e demais insumos?

As organizações conseguirão honrar com suas obrigações e se manter vivas, mesmo diante da diminuição de receita?

Nesse viés, faz-se premente analisar as consequências jurídicas de um  descumprimento da obrigação, o que motivou o inadimplemento, assim como a possibilidade de configuração de hipótese de força maior ou de onerosidade excessiva, previstos nos artigos 393 e 478, ambos do Código Civil Brasileiro.

Para que seja levantada a hipótese de ocorrência de onerosidade excessiva, especificamente, torna-se indispensável o preenchimento de alguns requisitos, como o do (i) desequilíbrio econômico-financeiro; (ii) acontecimento superveniente, extraordinário e imprevisível; (iii) contrato de execução continuada ou diferida.

Diante do preenchimento de todos os requisitos acima, pode o contratante (de um aluguel, por exemplo) ir a Juízo visando a revisão do contrato que entende como oneroso, para que seja proferida sentença a qual considere novas condições contratuais e, consequentemente, arbitre um novo valor do contrato.

Mas melhor do que ir a Juízo, e abarrotar ainda mais o “já abarrotado Poder Judiciário”, sugere-se bom senso de todos, para que renegociem os contratos de forma pacífica e equilibrada, amenizando-se assim os efeitos negativos causados por essa pandemia no emprego e na renda.

Será possível mensurar os impactos do COVID 19 na gestão empresarial?

O caos está instaurado, e, inegavelmente todos estão sofrendo com isso. Logo, é hora de sermos positivos e resilientes. É hora de contermos a agitação social. No caso das organizações, é hora de minimizar o impacto sobre a equipe e sobre a cadeia de suprimentos organizacional, protegendo a reputação corporativa, reduzindo o impacto financeiro, e fazendo de tudo para minimizar o impacto nas entregas dos produtos e serviços.

Enfim, é hora de nos unirmos e de pensarmos no bem de todos e no restabelecimento e crescimento do País.

Julia Belisário e Raquel Varoni – Gestão de Risco e Compliance

Gestão dos aspectos e impactos ambientais e seus benefícios – Parte II

Na parte 01 deste artigo, explicamos o que são os Aspectos e Impactos Ambientais e o processo de Levantamento desses aspectos. Agora, vamos falar sobre sua gestão e seus benefícios.

A gestão dos aspectos e impactos ambientais é feita com base no processo do LAIA. E essa gestão é de extrema importância para uma organização porque ela tem a função de amenizar o impacto ambiental negativo e, se possível, criar o impacto ambiental positivo.

As etapas do processo do LAIA

O processo do LAIA segue as seguintes etapas:

Planejamento: a primeira etapa deve ser o planejamento estratégico decidindo o que será avaliado primeiro. Aqui busca-se também responder “quem vai participar?”, “todos os colaboradores envolvidos são capacitados?”. Neste momento, é muito importante que a empresa seja dividida por áreas para que seja analisado detalhadamente cada uma delas.

Identificação: aqui são mapeadas todas as atividades desenvolvidas na empresa que tenha alguma relação com o meio ambiente. Mas são todas mesmo, para que nada possa passar despercebido.

Se uma atividade não for identificada já vai ser demonstrado que a organização não tem controle dos aspectos ambientais associados a ela. Essa falta de controle pode causar impactos negativos, podendo gerar multas ou não conformidades em auditorias para certificação.

Por isso, o processo do LAIA deve conter dados relacionados à:

  • Identificação das áreas, processos e atividades da empresa;
  • Identificação dos aspectos e impactos ambientais;
  • Frequência ou probabilidade do aspecto ambiental;
  • Abrangência do impacto ambiental;
  • Severidade do impacto ambiental;
  • Classe do impacto ambiental; e
  • Identificação dos aspectos ambientais significativos.

Importante também destacar que o monitoramento das atividades de uma organização deve acontecer desde o planejamento até a execução e produção final.

Avaliação: gestão de controle e melhoria

Após identificar as atividades, os dados precisam ser catalogados e separados. Então, nesta etapa é feita uma análise para avaliar a significância que elas possuem para a empresa. Geralmente é utilizada uma metodologia chamada Failure Mode and Effects Analysis (FMEA), conhecida como Análise do Tipo e Efeito de Falha. Ela reduz as chances de potenciais falhas, apura os riscos potenciais, aumenta a confiabilidade de processos e da qualidade dos procedimentos de gestão e controle, apontando ações de melhoria. As atividades são avaliadas considerando:

  • O operacional;
  • A responsabilidade de execução;
  • A natureza do impacto ambiental;

A relevância, que são considerados a abrangência da atividade, seu potencial dano e a probabilidade de ocorrer um impacto ambiental; e

Os requisitos legais, ou seja, se um aspecto se relaciona com alguma legislação que precisa ser atendida. Nesse caso, quando há legislação, o aspecto ambiental passa a ser considerado crítico.

Controles Operacionais para evitar os impactos

Depois de identificar todas as atividades desempenhadas pela empresa, seus aspectos e impactos ambientais e qual o grau de criticidade e importância de cada um para a organização, chega-se na etapa de identificar os controles operacionais para evitar os impactos ambientais.

Por fim, elabora-se um relatório final em que conste todo o levantamento dos aspectos e impactos ambientais que as atividades desempenhadas pela empresa possam gerar, de forma a conter todas as situações em que as atividades poderão afetar, positiva e negativamente, o meio ambiente. Nele também deve haver recomendações de ações para tratar cada aspecto e cada impacto ambiental da organização.

Quando seguimos as orientações da norma ISO 14001, também é feita a identificação e avaliação dos aspectos e impactos ambientais relacionadas com as atividades desempenhadas pela empresa. No entanto, na versão atual da norma, de 2015, é incluído a análise do ciclo de vida, tornando o processo do LAIA muito mais completo ao permitir que a organização trabalhe considerando desde a origem de um processo até o descarte final do produto.

Os benefícios proporcionados pelo LAIA – aspecto e impacto

No caso das empresas que desejam obter a certificação na norma ISO 14001, como o LAIA é um processo obrigatório para a certificação, ele permite a redução de riscos de acidente e penalidades, aumenta a qualidade dos produtos, serviços e processos, economiza no uso de recursos naturais, melhora de forma contínua seu desempenho ambiental e produtividade, capta mais clientes e investidores, melhora a imagem e reputação da organização e, principalmente, preserva o planeta.

Mas vamos supor que você não quer a certificação. Nesse caso, o processo do LAIA também traz inúmeros benefícios para sua organização. Alguns deles são:

  • Faz com que a empresa tenha conhecimento de todos os riscos que suas atividades podem oferecer, e que estabeleça ações que possam minimizá-los e controlá-los;
  • Informa aos gestores e acionistas sobre o possível impacto econômico gerado pelos aspectos e impactos ambientais da empresa, melhorando os processos de tomada de decisões;
  • Proporciona ganhos de qualidade ambiental, uso e consumo mais consciente dos recursos naturais e um desenvolvimento mais sustentável;
  • Promove a educação ambiental, impactando positivamente os colaboradores e também a comunidade em seu entorno;
  • Oferece a certeza de estar atendendo aos requisitos legais aplicáveis às atividades desempenhadas e assim cumprir com as normas e legislações ambientais;
  • Dá subsídios para programas e projetos de melhorias ambientais;
  • Previne danos ambientais, acidentes ocupacionais, penalidades, multas e sanções, bem como danos à imagem e reputação da organização;
  • Fortalece a imagem da empresa junto à comunidade, aos fornecedores, stakeholders, clientes e Poder Público;
  • Permite obter juros mais baixos, menores taxas de seguros, melhores opções de financiamento bancários e governamentais e maior atração de investidores.

Realizar o processo do LAIA permite adotar um sistema de gestão ambiental eficaz, que pode ser considerado um importante investimento capaz de gerar retorno no curto, médio e longo prazo, tanto em termos econômicos quanto sociais e ambientais.

Quem pode realizar o LAIA na minha organização?

O LAIA pode ser feito por funcionários da própria empresa que possuam amplo conhecimento sobre gestão ambiental. Envolvê-los sempre é muito importante, mas é essencial que haja a participação dos gestores e da alta direção também, a fim de que se possa tomar as melhores decisões diante dos resultados obtidos, indicar melhorias de processos e produtos e adotar medidas que valorizam mais o meio ambiente e o uso consciente dos recursos naturais.

Porém, para gerar maior segurança nos resultados e ter um sistema de gestão ambiental eficiente, o ideal é que ele seja executado por uma consultoria especializada com experiência no mercado em que atua. E a Verde Ghaia tem mais de 20 anos de trabalho com consultoria e assessoria em sistemas de gestão, sendo especialista em gestão ambiental.

Entre em contato com nossos consultores para saber mais informações e como começar agora a mesmo a implementar um sistema de gestão de aspectos e impactos ambientais em seu negócio para obter todos os benefícios de ser uma empresa ambiental e socialmente responsável.

Gestão dos aspectos e impactos ambientais – Parte I

PARTE 01 – O que são aspectos e impactos ambientais e o LAIA?

Toda empresa séria, íntegra e comprometida deve conhecer quais são os aspectos e os impactos ambientais que sua atividade pode gerar a fim de controlar e prevenir riscos que possam vir a comprometer o meio ambiente, a sociedade como um todo e o funcionamento da própria organização.

Mas, o que são os aspectos e impactos ambientais, como fazer a gestão deles e quais são os benefícios de realizá-lo em sua organização?

Porque identificar os Aspectos e Impactos Ambientais?

Identificando os aspectos e os impactos ambientais, é possível fazer a sua gestão, que além de evitar prejuízos financeiros, diminui consideravelmente as chances de que a empresa e todos os responsáveis sofram sanções caso esteja em desacordo com a legislação ambiental.

Ficou interessado no assunto? Então continue a leitura deste artigo, feito especialmente para você. Ele está dividido em duas partes. Na primeira, vamos falar sobre os aspectos e impactos ambientais e o que significa o LAIA. Na segunda parte você vai aprender como fazer a gestão dos aspectos e impactos ambientais identificados no LAIA e quais os seus benefícios para a sua empresa.

O que as empresas devem compreender quanto aos impactos ambientais?

Utilizando a própria definição dada pela norma ISO 14001, aspecto ambiental é entendido como “um elemento da atividade, produtos e/ou serviços de uma organização que possa interagir com o meio ambiente. A partir da identificação dos aspectos ambientais de seus produtos, processos e serviços é possível estabelecer um Sistema de Gestão Ambiental (SGA)”.

Desse modo, os aspectos ambientais é todo e qualquer elemento que pode causar alguma modificação no meio ambiente, podendo interagir com a natureza ou alterá-la durante uma atividade ou processo. Por sua vez, um SGA seria um conjunto de políticas, práticas e procedimentos técnicos e administrativos de uma empresa com o objetivo de obter um melhor desempenho ambiental.

Já o impacto ambiental é definido, segundo o Artigo 1º da Resolução n° 001/86 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) como “qualquer forma de matéria ou energia resultante de atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetem: a saúde, segurança e o bem-estar da população; as atividades sociais e econômicas; a biota; as condições estéticas e sanitárias e o meio ambiente e a qualidade dos recursos ambientais”.

Isso significa que um impacto ambiental seria uma consequência da interação que gera modificações no meio ambiente, seja ela positiva ou negativa.  E quando são impactos ambientais negativos, as empresas, bem como seus responsáveis, ficam sujeitos a sofrerem penalidades por terem causado crimes ambientais contra à fauna, à flora e/ou à saúde humana.

Por que identificar os aspectos ambientais na sua gestão?

Portanto, ao identificarmos os aspectos ambientais de uma organização, estamos analisando quais são os elementos que podem causar alguma modificação no meio ambiente, causando algum tipo de impacto ambiental, que seria o efeito desses aspectos. Por exemplo, uma empresa que entre suas atividades consta o descarte de resíduos sólidos. Este é um aspecto ambiental.

A partir do momento que esse descarte é feito de forma irregular e causa a contaminação do solo, torna-se um impacto ambiental.

A tragédia de Brumadinho, ocorrida no início de 2019, é um bom exemplo de negligência no sistema de gestão dos aspectos e impactos ambientais de uma organização. A Vale tinha estudos que indicavam quais eram os aspectos ambientais de sua atividade, quais os impactos a eles relacionados e os riscos que corria diante de um acidente. Com certeza existia um levantamento desses aspectos e impactos ambientais. E mesmo assim não foi feito nada que verdadeiramente impedisse o rompimento da barragem.

Seria possível evitar essa tragédia? Sabemos que sim, desde que fosse levado a sério o Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais (LAIA), porque é ele que permite identificar detalhadamente quais são os aspectos e impactos ambientais a que uma organização está sujeita e assim controlar e prevenir os riscos à saúde humana e ao meio ambiente.

Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais

O processo do LAIA é o diagnóstico dos aspectos e impactos ambientais de uma empresa que visa auxiliar os processos de tomada de decisão, permitindo a construção de planos de ação para minimizar e até evitar riscos ligados ao negócio.

O LAIA subsidia e é uma das etapas mais importantes do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), cujas diretrizes para a implementação e operação são fornecidas pela norma ISO 14001. O processo do LAIA também é um dos requisitos para uma empresa conseguir um licenciamento ambiental, por exemplo.

No caso de desejar pela certificação, o processo do LAIA é obrigatório, pois o conteúdo da norma ISO 14001 dispõe sobre o controle das atividades causadoras de impacto ambiental e determina que as empresas realizem esse levantamento, apontando prioridades e seus níveis de criticidade.

Agora, se uma organização não quer se certificar na norma ISO 14001, ela não necessariamente precisa realizar o LAIA. No entanto, muitas organizações solicitam sua realização para poderem firmar contratos com outras empresas, porque o LAIA acaba por vir gerar uma maior segurança a elas exatamente por ser capaz de identificar os riscos ambientais a que poderia estar sujeita caso fechasse acordo. existindo a noção de responsabilização solidária por danos causados.

Por isso, o processo do LAIA é muito importante mesmo não sendo obrigatório por lei, porque pode vir a evitar multas e sanções legais devido ao descumprimento de leis ambientais, além de desastres que podem chegar ao nível do que ocorreu em Brumadinho.


Através do Módulo GAIA, é possível ter certeza que os controles estão sendo eficazes, analisar quais os riscos mais relevantes para seu negócio e também avaliar se há oportunidades de redução de custo ou de novos investimentos para sua organização.

MÓDULO GAIA do SOGI
Módulo GAIA: Gerencie seus riscos ambientais com o melhor software de Sistema de Gestão.

Atendimento legal: como garantir a sustentabilidade do seu negócio?

É imporante entender, primeiramente, que uma Auditoria de Conformidade Legal serve para garantir o atendimento aos requisitos legais aplicáveis ao seu ramo de atividade.

Atendimento legal: como garantir a sustentabilidade do seu negócio?

Vamos começar este texto citando algumas situações que muitas empresas podem enfrentar em seu dia a dia.

Situação 1: A empresa X recebe uma proposta formidável de um ótimo cliente. É o contrato dos sonhos, que pode render um crescimento total de 7% naquele ano. No entanto, ao analisar as condições, a empresa X se flagra travada pela ausência (ou irregularidade) de algum registro legal que lhe foi solicitado. O negócio com o cliente não se concretiza.

Situação 2: num belo dia, de surpresa, a empresa Y recebe a visita de um Auditor Fiscal do Trabalho ou de um agente de fiscalização do órgão ambiental de sua cidade. O desespero se instala, pois não há certeza se todos os requisitos legais estão sendo cumpridos como exigido por lei.

Situação 3: um ex-empregado da Empresa Z entra na justiça para requerer adicional de periculosidade, insalubridade e horas extras. A empresa Z não possui todas as evidências necessárias para se resguardar do litígio. A empresa Z perde a ação e precisa pagar dividendos altíssimos.

O que as empresas X, Y e Z têm em comum? Simples: nenhuma delas deu a devida atenção ao atendimento/cumprimento dos itens normativos relacionados à verificação de atendimento aos requisitos legais. Às vezes, a empresa pensa que está cumprindo todos os requisitos (como a Empresa X da Situação 1, exemplificado acima), mas, infelizmente não está. E é aí que entra a importância da Auditoria de Conformidade Legal (ACL).

A importâncida da Auditoria de Conformidade Legal

A Auditoria de Conformidade Legal ou ACL é uma inspeção detalhada, realizada por profissionais qualificados, nas instalações de um empresa, a fim de periciar a situação na qual ela se encontra. Os responsáveis pela auditoria são os responsáveis por gerar laudos cujas informações devem conter todos os problemas detectados, para que a empresa auditada possa resolve-los o quanto antes através das equipes responsáveis.

Em geral, a ACL vai focar em requisitos legais que devem atender à legislação (municipal, estadual e federal), e também nos requisitos legais aplicáveis às atividades daquela empresa, ou seja, aqueles específicos da atividade que ela exerce.

Uma auditoria não apenas vai detectar rapidamente, caso a empresa esteja deixando de cumprir algum requisito importante, como também vai ajudar a antever problemas e possíveis ameaças, além de melhorar seus processos e reforçar a segurança de todos os colaboradores.

Auditoria não é gasto, é investimento!

É muito comum empresas ignorarem auditorias por considerarem o processo trabalhoso e caro. Em alguns outros casos, acontece de contratar profissionais autônomos, em vez de empresas especializadas, tudo com o objetivo de baratear o processo.

Contudo, no fim, a economia não compensa e os resultados deixam a desejar, gerando a necessidade de retrabalho, a inversão de procedimentos internos e até mesmo, resultando em sanções e paralisação das atividades. Exemplificando essa situação, há um caso real, ocorrido em 2003.

Uma grande montadora de carros lançou um modelo compacto que se caracterizava por algumas inovações, destacando os olhares para o espaço a mais no lado do motorista, para acomodar as pernas longas de alguns motoristas. Todavia, um ano depois, o modelo começou a se tornar notícia negativa, devido a um motivo totalmente surpreendente: o sistema de rebatimento do banco traseiro do veículo estava decepando o dedo de seus usuários.

Para realizar o rebatimento dos encostos, era necessário puxar uma alça no porta-malas que liberava a trava do banco (o qual funcionava por um mecanismo corrediço). Só que a tal alça ficava presa numa argola, e a tendência natural do usuário era enfiar o dedo nessa argolinha. Ao puxar a alça com força, a trava vinha num tranco e acabava decepando a ponta do dedo do usuário. Pelo menos oito consumidores sofreram danos permanentes. [FL1]

A montadora alegou mau uso por parte dos usuários, mas foi condenada pelo Ministério da Justiça a fazer o recall dos veículos (oferecendo uma peça emborrachada para cobrir as argolas das alças), e ainda foi multada e teve de indenizar todos os prejudicados.

Curiosamente, essa mesma montadora se envolveu em um escândalo internacional, alguns anos depois do incidente com o compacto. Em 2015, ela foi acusada de manipular mais de 11 milhões de veículos [FL2] por adulterar os testes de emissões de poluentes. O incidente foi tão sério que resultou na renúncia do presidente-geral da companhia à época.

Por que realizar auditorias periódicas?

O SOGI (Software Online de Gestão integrada) da Verde Ghaia possui um excelente módulo para a realização de auditorias de conformidade legal. É uma ferramenta que garante o cumprimento dos itens normativos relacionados à verificação do atendimento aos requisitos legais.

Através do módulo Auditoria do SOGI, é possível selecionar os requisitos legais que serão auditados, registrar as evidências objetivas e avaliar a conformidade. Por conseguinte, é importante realizar auditorias periódicas (anuais, por exemplo), para que todos os processos da empresa sejam revisados com regularidade e haja certeza de que a legislação está sendo cumprida.

Isso é essencial no caso de empresas que possuam os selos ISO de qualidade, pois a renovação deles depende totalmente da aprovação de todos os requisitos relatados nas auditorias. Inclusive, as normas ISO são baseadas no ciclo de gestão PDCA (Plan-Do-Check-Act), o qual envolve as fases Planejar, Fazer, Verificar e Agir. O processo de auditoria pertence à fase “Verificar”, e pode servir como parâmetro para medir o índice de sucesso no atendimento dos objetivos do Sistema de Gestão.

A Auditoria de Conformidade Legal é importantíssima para que a empresa se adeque às boas práticas — evitando receber multas, autuações, prevenindo acidentes com funcionários e consumidores — e até mesmo para evitar que sofra a paralisação de suas atividades por não estar seguindo a lei.

Passos para uma auditoria de sucesso

É bem possível que uma auditoria de conformidade legal realizada por uma empresa idônea e experiente teria evitado todos os problemas que a montadora enfrentou. Afinal, essa é a função principal de uma auditoria, ou seja, antever os riscos, influenciando diversos aspectos de uma organização, tais como os testes de qualidade dos produtos e a responsabilidade ambiental.

Alguns passos básicos auxiliam na formatação dos requisitos principais para se implementar a Auditoria de Conformidade Legal.

Reuniões internas

Meses antes da auditoria, realize reuniões com todos os seus gestores, de modo que todos possam contribuir. Essa etapa é muito importante para que sejam alinhadas as estratégias e as metodologias, bem como os processos realizados de todas as áreas. Quanto mais definidos os processos estiverem, mais fácil será o trabalho dos auditores. Sugerimos criar uma lista de verificação de itens críticos a serem auditados diaremente pelos próprios colaboradores.

Análise de processos

Busque compreender e analisar todas as atividades realizadas por sua empresa, sejam elas diretas ou indiretas. Estabeleça o escopo das atividades e liste todas as unidades, instalações e processos.

Preparação da equipe

A auditoria propriamente dita envolverá uma série de entrevistas, análise de documentos, visitas e buscas por evidências. Garanta que toda a sua equipe seja colaborativa com os auditores. Se alguma área estiver necessitando de organização (principalmente da papelada), este é o momento de fazê-lo.

Lembre-se que há ferramentas que ajudam com o controle de documentos, com a gestão das tratativas de não conformidades.

Prazo para a solução de problemas

Ao fim da auditoria, a empresa normalmente recebe um relatório listando todas as não conformidades e a justificativa legal do que não foi cumprido. Depois que este documento tiver sido entregue, a empresa deverá montar um cronograma para resolução de todas as pendências.

Ajuda especializada

Nosso país possui muitas leis, decretos, portarias, resoluções e instruções, por isso é recomendável que a equipe responsável pela auditoria não apenas detenha pleno conhecimento das leis, como saiba interpretá-las corretamente. Escolha seus auditores com propriedade.

Conheça o Módulo Auditoria

 [FL1]Fonte: https://jornaldocarro.estadao.com.br/fanaticos/defeitos-famosos-o-vw-fox-que-decepava-dedos/

 [FL2]Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/09/fraude-de-emissoes-da-volkswagen-perguntas-e-respostas2309.html

O que é uma Auditoria interna para certificação da qualidade ISO 9001?

A norma ISO 9001 define requisitos para o sistema de gestão da qualidade (SGQ) e a forma como uma empresa deve ser gerenciada, tendo o objetivo de identificar e atender as necessidades dos clientes. Ela é aplicada em todo o mundo e seu foco principal é a melhoria contínua da qualidade dos produtos e serviços de uma organização e a satisfação de seus clientes.

Qualquer empresa, de qualquer porte e segmento e de qualquer lugar do mundo pode implementar um sistema de gestão da qualidade e buscar a certificação ISO 9001.

Quando Implementar a Norma ISO 9001:2015?

Entretanto, a decisão de implantar a norma ISO 9001 em uma organização deve partir da alta direção, tendo um papel fundamental na documentação, implantação e manutenção do SGQ. E, caso você tenha decidido pela certificação, você deverá passar pela auditoria ISO 9001 para verificar se a sua organização atende aos requisitos da norma.

Primeiro será feita uma auditoria interna, na qual o auditor pode ser da própria empresa ou pode ser um terceirizado. A tarefa desse auditor interno é verificar se tudo está conforme e o que precisa ser solucionado antes de receber a próxima auditoria e, assim, diminuir a chance de reprovação. Ele pode participar na auditoria de certificação e na auditoria de recertificação da ISO 9001.

Depois da auditoria interna é realizada a auditoria final, também chamada de auditoria de conformidade. Nela o auditor entrevista o responsável por cada processo para acompanhar cada passo, verificando a conformidade dos produtos e serviços ofertados. Caso esteja tudo conforme à norma, a organização recebe o certificado que vale em todo o mundo.

Dada a importância do processo de auditoria interna para certificação da qualidade, pensamos em escrever um artigo sobre este tema, explicando com mais detalhes o que significa essa auditoria interna, alguns princípios que podem – e devem – ser utilizados pelos gestores para sua realização e também alguns pontos que você deve sempre se lembrar quando for fazer uma auditoria interna.

O que é Auditoria Interna para Certificação da Qualidade?

A própria norma ISO 9001 diz sobre auditoria interna:

“A organização deve conduzir auditorias internas a intervalos planejados para prover informação sobre se o sistema de gestão da qualidade:

a) está conforme com:

– os requisitos da própria organização para o seu sistema de gestão da qualidade;

– os requisitos desta Norma;

b) está implementado e mantido eficazmente”.

Ou seja, uma auditoria interna para certificação da qualidade tem o objetivo de fornecer informações sobre o sistema de gestão da qualidade, preparando a empresa para a norma ISO 9001 e deixando indicações para a melhoria contínua dos processos.

Através dessa auditoria interna será possível verificar se o SGQ estará conforme através da análise do funcionamento de seus processos bem como a qualidade com que estão sendo executados. E as informações obtidas irão auxiliar nos processos de tomada de decisão referentes ao SGQ, de forma que atinja a excelência nos seus resultados.

Alguns exemplos do que pode ser analisado em uma auditoria interna são a análise das reclamações dos clientes e compreender como estas reclamações podem estar relacionadas à falta de qualidade de um processo; verificar se todos os colaboradores estão cientes da política de qualidade da empresa e como isso afeta a rotina de trabalho, tanto positiva quanto negativamente; e identificar se os planos de ação que estão em andamento estão surtindo o efeito desejado.

Auditoria Interna para certificação da qualidade

Vale destacar que a auditoria interna para certificação da qualidade, por fornecer informações sobre o SGQ, tem a capacidade de promover melhorias em toda a organização, e não somente nos aspectos exigidos pela norma ISO 9001. Então, você pode realizar uma auditoria interna para obter uma certificação, a manutenção da certificação ou apenas para avaliar o seu desempenho da qualidade, verificando o que poderia funcionar melhor com algumas mudanças.

A norma ISO 9001 não exige uma periodicidade regular da auditoria interna. Entretanto, para que a auditoria tenha resultados e realmente ofereça melhorias para seu SGQ, é preciso que haja uma rotina de avaliações, ou períodos de intervalos planejados. E é você mesmo, gestor, que determina o período em que devem ser feitas estas auditorias, considerando as especificidades da sua própria organização.

Alguns princípios para realizar a auditoria interna

Quem sempre realiza auditorias internas para certificação da qualidade sabe que existem alguns princípios essenciais utilizados pelos gestores em sistemas de gestão da qualidade para conduzir a auditoria para a certificação. Por exemplo:

  1. Definir metas para estabelecer objetivos compreensíveis para todos, tais como: o que será analisado, em quanto tempo e por quais motivos? O que se espera obter com cada análise?
  1. Entender os processos e o contexto da organização em relação à própria norma ISO 9001, para verificar o que já está sendo cumprido e o que ainda está distante do ideal, bem como onde ainda precisa trabalhar mais ou verificar os impactos dos possíveis riscos existentes. Esse conhecimento também permite conhecer os problemas de cada área da empresa e as melhorias que podem ser feitas;
  1. Procurar sempre a conformidade, comparando critérios com evidências para gerar constatações. Se não achar, então registrar uma não-conformidade;
  1. Não utilizar formatos prontos de auditoria, mas considerar as particularidades da sua empresa, levando em conta a natureza dos processos, o ramo de atuação, a cultura, a política e, principalmente, o contexto em que ela está inserida;
  1. Ser perfeccionista para olhar todos os detalhes e trabalhar de forma antecipada, organizando as etapas antes para preparar as ações com tempo hábil;
  1. Trabalhar de forma que a auditoria seja compreendida por todos como parte de um processo de melhoria da organização, para evitar aquele medo que existe sobre auditorias, ou aquela visão de que os auditores são “os chatos”;
  1. Utilizar a tecnologia para melhorar a execução das auditorias, tornando todo o processo mais fácil, seguro, confiável e rápido. Nós da Verde Ghaia podemos ajudar seu negócio fornecendo toda a tecnologia necessária para promover a excelência do seu sistema de gestão da qualidade, junto com uma assessoria personalizada para atender as suas necessidades. Se quiser saber mais sobre isso, após a leitura deste artigo entre em contato conosco.
  1. Mudar a visão sobre os problemas. Problemas são oportunidades de melhoria. Portanto, nada de ter medo ou receio de falar sobre eles. Pense sempre que são a chance de melhorarmos cada vez mais.

O que é importante saber sobre auditorias internas para a certificação ISO 9001

Uma auditoria interna permite analisar de perto os processos da organização, os planos de ação, a evolução do SGQ e as tratativas de não-conformidade. As não conformidades apresentadas pela auditoria interna são importantes para que a organização possa alinhá-las, visto que a auditoria funciona como um processo de verificação de atendimento aos requisitos da norma em questão.

Neste caso, a auditoria interna para a certificação da qualidade, que vai validar se os processos estão de acordo com o que foi planejado, é uma forma de se preparar para a auditoria externa, possibilitando antecipar possíveis não conformidades e erros, como também melhorar a qualidade dos processos sem a necessidade de que um auditor externo venha a exigir isso da empresa.

Passando pela etapa seguinte, da auditoria externa, é obtida a recomendação para a certificação, que leva aproximadamente 40 dias para ser emitida e precisa ser disponibilizada para conhecimento dos clientes de acordo com o manual da norma.

Como tornar sua Auditoria mais efetiva?

Para tornar mais efetivo ainda o processo de auditoria, o melhor seria contratar um auditor de fora da empresa, pois ele será capaz de analisar todos os dados do modo mais imparcial possível. Por exemplo, a Verde Ghaia possui uma auditoria interna ISO 9001 que traz uma perspectiva imparcial sobre o SGQ da empresa, avaliando a sua performance, o atendimento aos requisitos da norma ISO 9001, os pontos fortes e possibilidades de melhoria para o sistema.

Portanto, realizar uma auditoria interna para a certificação da qualidade significa ter “a casa arrumada”, dando a certeza de que existe na organização um sistema de gestão da qualidade funcionando corretamente e com excelência.


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Gestão de fornecedores: o que é? E como fazer com excelência

Vamos imaginar que você investe muito dinheiro para lançar um novo produto. Está tudo indo muito bem, a estratégia de produção já foi aprovada, já foi verificada a execução correta dela, todos os colaboradores estão envolvidos, o marketing e a comunicação estão funcionando perfeitamente.

Porém, o fornecedor está demorando para entregar a matéria-prima, o material que chega está fora das especificações combinadas, ou na hora de distribuir o produto ele sofre danos.

De que adiantou todo o seu investimento dentro da sua empresa se o problema acontece com os fornecedores? Você terá um ótimo trabalho colocado em risco, gerando prejuízo porque não ter uma gestão de fornecedores ou se detectar qualquer tipo de falha na gestão.

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O que poderia evitar uma situação como essa?

Sem dúvida uma gestão de fornecedores eficiente. Dada a importância desse assunto e sabendo que ela pode ser o calcanhar de Aquiles de uma organização, neste artigo vamos mostrar como fazer a gestão de fornecedores, de modo que ela seja eficiente para maximizar a produtividade e os lucros e minimizar os custos operacionais.

O que é a gestão de fornecedores

De acordo com o Artigo 3º do Código de Defesa do Consumidor, fornecedor é “toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividades de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços”.

Diante disso, a gestão de fornecedores é um processo de análise e de controle de todas as atividades operacionais de uma empresa e de seus fornecedores, incluindo identificação, aquisição e gerenciamento de produtos, suprimentos e/ou recursos necessários para administrar uma empresa como também a seleção e a avaliação dos fornecedores.

Alguns dos objetivos da gestão de fornecedores é a possibilidade de controlar custos, alocar os recursos de forma mais eficiente e coletar informações para serem usadas em decisões estratégicas, aumentando assim os lucros da organização.

Quais os tipos de fornecedores que existem?

Há diferentes tipos de fornecedores e para cada negócio há o mais adequado. Mas basicamente podemos dividi-los em três tipos principais: monopolista, habitual ou especial.

  • Monopolistas: são os fornecedores de produtos exclusivos. Geralmente fixam o preço que acham interessante para a sua empresa, cobrando pela exclusividade do produto ao defenderem o valor agregado. Eles não têm concorrentes e o interesse pela aquisição de seus produtos ou serviços parte do comprador. Caso a empresa necessite de algum produto comercializado e não substituível, ela torna-se dependente deste fornecedor.
  • Habituais: são os fornecedores chamados de tradicionais, que normalmente dispõem dos produtos básicos necessários para o funcionamento da empresa. Estes fornecedores são sempre consultados durante o processo de compra (cotações/negociações). Por terem uma grande concorrência, dependem do comprador para fechar o negócio. A vantagem deste caso é a facilidade que se tem de melhorar os preços de venda.
  • Especiais: são fornecedores ocasionais, que normalmente suprem eventos diferenciados ou atípicos. Eles podem ser desde gêneros alimentícios provenientes de determinados locais até artigos de decoração relacionados ao tema. Geralmente os produtos não estão disponíveis nos fornecedores habituais.

A compra desses tipos de fornecedores pode ser direta, ou seja, de insumos e matérias-primas para produção da atividade principal da empresa; ou indireta, de insumos e matérias-primas de suporte, tais como materiais de escritório, serviços de viagens, computadores, limpeza, entre outros.

Como avaliar a qualidade dos Fornecedores para minha empresa?

 Para avaliar os fornecedores e analisar a sua eficiência, é necessário levar alguns fatores em conta, como por exemplo:

  • O atendimento deles em relação à possibilidade de negociação de prazos, produtos, formas de pagamento;
  • Agilidade na entrega;
  • A localização do fornecedor, ou seja, se estão localizados próximo à empresa ou não (isso contribui para a estratégia de logística e de redução de custos);
  • Relação custo-benefício, para analisar se os preços correspondem à média do mercado, se a qualidade do produto justifica o preço cobrado;
  • Experiência no mercado, como por exemplo verificar se há referências positivas dele em seu ramo de atuação;
  • Se respeitam as normas de segurança, de saúde e ambientais e as certificações de fornecedores, que são as garantias de produtos ou de prestação de serviços de qualidade;
  • Se existem sigilos de informações em relação aos negócios realizados;
  • Uso de tecnologias adequadas; e
  • Disponibilidade de atender a sua empresa, ou seja, ter a certeza de que vai dar conta de entregar tudo o que você precisa da forma que você definiu, apesar de todos os outros clientes que este fornecedor já possua.

A importância da gestão de fornecedores

A importância de cada um destes fatores depende da atividade desempenhada por cada empresa. Por isso, um fator pode ter mais peso que o outro na hora de fazer a seleção dos fornecedores. Mas o importante é sempre buscar conhecer cada fornecedor e a qualidade do que ele entrega, pois isso permite que a empresa planeje melhor as suas tomadas de decisões operacionais e avalie se os seus fornecedores em questão poderão atender a toda a sua demanda.

É essa atitude que vai garantir a eficiência e a qualidade na prestação de serviço e a agilidade na entrega do que você precisa.

A gestão de fornecedores, por ser o coração da empresa e um dos temas mais estratégicos da organização, está diretamente ligada à produtividade e à eficiência de sua empresa. E algumas de suas vantagens demonstram essa importância:

  • Não ficar com produtos em falta no estoque;
  • Controlar os prazos de entregas e de pagamentos, dando maior segurança para cumprimento dos compromissos assumidos;
  • Realizar boas negociações de preço e opções de pagamento;
  • Verificar possíveis falhas em todos estes processos, reduzindo-as;
  • Maior racionalização na cadeia de suprimentos, consolidando-a;
  • Não correr o risco de ficar sem produto por conta de má seleção de fornecedores, entre outras vantagens.

Por isso, a gestão de fornecedores permite que a organização reduza seus custos e tenha vantagem competitiva diante dos concorrentes, se destaque no mercado e possibilite oferecer preços mais atrativos aos clientes, não deixando de entregar produtos de qualidade e dentro do prazo.

Ou seja, é garantia de boas vendas e de sucesso!

SOGI SUPPLIER - Como fazer a gestão de fornecedores com excelência.

Como fazer a gestão de fornecedores com excelência

E então, depois de entender o que é a gestão de fornecedores, quais os tipos existentes, como avalia-los para o seu negócio e as vantagens que tudo isso traz para sua empresa, agora vamos falar sobre como fazer a gestão de fornecedores com excelência.

Um dos primeiros passos na gestão de fornecedores é ter um sistema de gestão informatizado, que permita que você economize tempo em todo esse processo e tenha fácil acesso a todas as informações necessárias. Tendo esse sistema bem estruturado, é possível passar para os passos seguintes:

  • Quais os objetivos da sua empresa: um passo fundamental é ter bem claro quais são os objetivos da sua empresa e de todos os seus setores. Ao ter claro o que se quer, é muito mais fácil saber o que você precisa.
  • Organização! Crie e mantenha processos organizados para todos os setores da sua empresa. Todos mesmos, desde colaboradores até os suprimentos. É isso que vai permitir a redução dos riscos e a otimização dos processos.
  • Qual o custo e valor de toda a cadeia, desde a criação de produtos até o consumidor final? Ou seja, analise e avalie qual o custo-benefício de cada fornecedor a ser escolhido.
  • Manter um bom relacionamento com os fornecedores é essencial, porque vai garantir boas negociações, bons produtos e inúmeras vantagens. Traduzindo: um bom relacionamento vai trazer um ganho enorme de eficiência e de tempo para você e seu negócio.
  • Atenção para a logística de seus fornecedores! Isso inclui saber administrar os estoques, ter cuidado ao manusear os suprimentos e conferir sempre o embalamento dos produtos.

Gestão de Fornecedores deve ser um Processo Contínuo

Outra questão muito importante sobre a gestão de fornecedores é que ela deve ser um processo contínuo dentro de sua empresa, para que nada passe despercebido e coloque todo o trabalho em risco. Por isso, a gestão deve ser eficiente para poder ser estabelecida uma boa relação com os fornecedores, visando manter o controle e o monitoramento das atividades e assim obter todas as vantagens que esse processo traz.

Por fim, a gestão dos fornecedores é de extrema importância para qualquer organização que deseja reduzir custos, ter eficiência, otimizar processos, ter um melhor direcionamento de recursos e que deseja ganhar competitividade e crescer de forma sustentável, entregando sempre qualidade para seus clientes.


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Qual a importância de um Planejamento Jurídico preventivo?

Descubra que um planejamento jurídico preventivo é muito mais barato do que você imagina e que traz muito mais benefícios e vantagens para a organização, reduzindo riscos e prejuízos financeiros.

Por que fazer gestão dos Passivos da Organização?

As organizações muitas vezes não se preocupam com seus passivos, mas são estes os responsáveis, em sua maioria, por elevar os custos e influenciar a economia da organização. Os passivos de uma organização são custos diretos relacionados aos seus produtos e/ou ao serviço fim, bem como os custos fixos, variáveis. Existem também os passivos ocultos, os indiretos, que muitas vezes as organizações não identificam e que comprometem diretamente na lucratividade da organização.

Por isso, é importante ter como objetivo a gestão dos passivos para dar continuidade aos negócios sem ser pego de surpresa com valores astronômicos provenientes dos passivos. E como fazer isso? Esses passivos podem ser antevistos através de um planejamento jurídico preventivo.

O planejamento jurídico preventivo geralmente é percebido pelas organizações como algo irrelevante, por considerarem um gasto desnecessário e alto, já que estamos falando de “prevenção do problema”, ou seja, algo que pode ou não acontecer. Mas esta ideia está completamente equivocada e errada, e é isso que vamos mostrar para você neste artigo.

O que é planejamento jurídico preventivo?

O planejamento jurídico preventivo é uma ação que proporciona a toda a alta direção de uma organização uma segurança maior, visto que há diminuição de processos contenciosos, já que ele não se refere apenas ao valor gerado, mas ao não cumprimento da legislação que ocasiona custos processuais, honorários, juros, entre outros encargos para a organização.

O seu objetivo é de identificar problemas que envolvem o negócio e assim, evitá-los que ocorram, para que não haja os passivos e gastos desnecessários.

Como atender a um Planejamento Jurídico Preventivo?

Mesmo tendo esse objetivo, muitos líderes e gestores das empresas ainda veem o planejamento jurídico preventivo como um gasto, e não como um investimento, exatamente por se tratar de prevenção de algo que possa nunca vir a ocorrer. Mas esse tipo de pensamento é muito errado, porque este serviço é capaz de verificar pontos que podem trazer lucros à empresa ou, pelo menos, prevenir gastos desnecessários. Podemos afirmar com toda a segurança que remediar é muito mais caro que prevenir.

Por exemplo, através do planejamento jurídico preventivo, constata-se que cumprir determinada lei na área ambiental teria um custo de 15 mil reais. Se não for cumprida essa lei, o custo com multas e penalizações pode variar de 5 a 15 milhões, dependendo da atividade desempenhada pela empresa e do tamanho do impacto causado. Então pense: o que na verdade sai caro nessa história toda?

Quando se faz o planejamento torna-se possível gerir seus recursos e processos de tal maneira que será capaz de agir sempre na prevenção, poupando sua companhia da remediação. Lembra-se do ditado: “é melhor prevenir que remediar”? Então, o planejamento jurídico preventivo é basicamente isso.

Qual a importância do planejamento jurídico preventivo?

É importante fazer o planejamento jurídico preventivo devido ao próprio cenário brasileiro, de constantes modificações legislativas e pelas novas obrigações jurídicas que surgem cotidianamente. Por isso, estar atento ao ambiente jurídico da empresa e à antecipação dos riscos garante maior estabilidade e segurança ao negócio.

O planejamento jurídico estratégico permite que o gestor tenha mais embasamento para tomar decisões estratégicas, priorizar recursos, realizar investimentos e gerar relatórios de seu desempenho legal.

Além disso, é o planejamento que vai evitar prejuízos financeiros para a empresa, como por exemplo reparação de danos e pagamento de multas e penalidades por não cumprimento de conformidades. Ele também evita perda de reputação e de imagem da organização, duas coisas que, se perdidas, dificilmente serão recuperadas – sem contar o gasto exorbitante que se terá nesse processo todo. Consequentemente, o planejamento protege o valor de mercado da empresa, tanto valor de capital quanto valor humano.

Então, novamente vale destacar que o planejamento jurídico preventivo sai muito mais barato do que deixar de fazê-lo, e ainda pode ser usado como um diferencial, pois o cumprimento da legislação traz confiabilidade por parte do mercado e agrega valor à instituição.

Assessoria especializada para planejamento jurídico preventivo

O planejamento jurídico estratégico é um dos pilares mais importantes para a empresa, juntamente com a gestão de riscos, pois é ele que vai oferecer segurança jurídica para a organização e ainda evitar riscos e prejuízos financeiros, reconhecendo e tratando de forma diferenciada e eficiente os seus passivos.

Os gestores devem estar cientes da relevância da gestão dos passivos para a continuidade do negócio, pois o objetivo do planejamento jurídico preventivo é identificar problemas que envolvem o negócio e, assim, evitá-los que ocorram, para que não gerar passivos e gastos desnecessários.

Sabemos ainda que o planejamento jurídico preventivo bem executado pode ser algo complicado, visto que a regulação jurídica é muito ampla e são diversas leis específicas com constantes alterações que devem ser analisadas por especialistas. Por isso, é importante contar com a orientação de uma assessoria especializada que garantirá que a empresa esteja com toda a parte jurídica em ordem, eliminando possíveis riscos legais.

Como a Verde Ghaia pode te ajudar?

A Verde Ghaia é a empresa mais indicada e especializada para trabalhar com planejamento jurídico preventivo. Há mais de 20 anos no mercado de sistemas de gestão, ela possui especialistas qualificados para auxiliar organizações de todos os segmentos e portes a atingirem o crescimento sustentável através de uma gestão de riscos eficiente.

Se você quer conhecer seus passivos, reduzir seus riscos e evitar prejuízos, então fale com os consultores Verde Ghaia. Eles estão prontos para tirar suas dúvidas e comprovar que prevenir é realmente muito mais barato do que remediar.

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