Saúde e Segurança Ocupacional - SSO: tudo que você precisa saber
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Aplicação da Norma ISO 45001 e o conceito de SSO

Entenda melhor o conceito de SSO – ISO 45001 e como ele está relacionado a várias medidas que uma empresa precisa adotar para proteger seus colaboradores de riscos de acidentes, prevenir doenças e riscos ocupacionais.

Norma ISO 45001 e o Conceito SSO

De acordo com dados coletados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), estima-se que 2,3 milhões de pessoas morrem anualmente de doenças e acidentes de trabalho. Por isso, dentro das normas internacionais de certificação, foi criada a norma ISO 45001, cujo foco é a gestão de riscos, avaliação de riscos, conscientização dos indivíduos envolvidos, melhoria contínua do sistema de gestão, tudo de maneira preventiva e englobando todo o negócio, incluindo também as partes interessadas que possuem acesso ao local e trabalho, como visitantes, fornecedores e clientes, por exemplo.

Qual o objetivo de uma Gestão com foco em SSO?

De acordo com a ISO 45001, a gestão de risco é a ferramenta principal dentro de um sistema de gestão, agregando valor para qualquer organização, protegendo seus colaboradores, cumprindo os requisitos legais e facilitando o aprimoramento contínuo.

Dessa forma, a ISO 45001 enfatiza o gerenciamento de riscos de sistema de gestão de saúde e segurança ocupacional (SSO). A “saúde ocupacional” diz respeito aos perigos ergonômicos ao qual o colaborador está exposto. Por sua vez, a “segurança ocupacional” está ligada à ideia de segurança do trabalhador, visando reduzir acidentes aos quais os colaboradores estão sujeitos, garantindo assim a integridade social, física, mental e que estão associados a diversos fatores, como por exemplo higiene, controle e prevenção dos riscos, ambiente, doenças do trabalho, entre outros.

Portanto, o objetivo de uma gestão de SSO é permitir que uma organização forneça locais de trabalho seguros e saudáveis para proteger seus colaboradores de riscos de acidentes e prevenir lesões, doenças e riscos ocupacionais.

Então, vamos conhecer um pouco mais sobre SSO e os riscos a que os trabalhadores estão expostos que você precisa necessariamente estar atento em sua empresa.

Entendendo os riscos ocupacionais

Risco ocupacional é o risco de acidentes ou doenças possíveis a que estão expostos os trabalhadores no exercício do seu trabalho ou por motivo da ocupação que exercem.

Embora muitos ignorem a sua importância, é preciso salientar que mesmo aquelas atividades que, aparentemente, não apresentam nenhum risco, elas podem sim se tornar um problema, como por exemplo os riscos ergonômicos.

Imagine um colaborador com Lesão por Esforço Repetitivo (ou LER), que pode surgir se não forem tomadas medidas de prevenção de riscos ergonômicos. Quanto um gestor perde por ter esse funcionário afastado, ou o trabalho que ele deixa de realizar de forma satisfatória porque encontra-se lesionado? Sem dúvida a prevenção vai sair muito mais barato. Por isso não se deve ignorar nenhum tipo de risco.

Riscos Ocupacionais e sua classificação

Além dos riscos ergonômicos, existem outros riscos ocupacionais igualmente importantes, classificados de acordo com sua natureza:

  • Físicos: são considerados Grupo 1, de cor verde, e se referem a ruídos, vibrações, radiações ionizantes, frio, calor, pressões anormais e umidade;
  • Químicos: fazem parte do Grupo 2, da cor vermelha, e são as poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e substâncias compostas ou produtos químicos que possam ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão e podem prejudicar a saúde do trabalhador;
  • Biológicos: é do Grupo 3, de cor marrom e corresponde a vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas e bacilos;
  • Ergonômicos: já citados aqui, que correspondem ao Grupo 4, de cor amarela, e pode ocorrer através de esforço físico excessivo, levantamento e transporte de peso exagerados, exigência de postura inadequada, controle rígido de produtividade, trabalho noturno, jornadas de trabalho extensas, monotonia e repetitividade, entre outras situações que se ligam ao estresse físico ou psicológico do trabalhador;
  • De acidentes: são riscos operacionais, do Grupo 5, de cor azul. No próximo item ele será melhor explicado.

Riscos de acidentes: atenção redobrada

Um destaque especial deve ser dado aos riscos de acidentes, porque muitas vezes são fatais ou irreversíveis, tais como a perda de um membro.  Esse risco muitas vezes advém da falta de manutenção dos maquinários ou mesmo o não uso dos Equipamentos de Proteção Individuais, conhecidos como EPIs, que são exatamente os dispositivos e produtos de uso individual utilizado pelo trabalhador com o intuito de protegê-lo dos riscos capazes de ameaçar a sua segurança e a sua saúde.

Para evitar que os trabalhadores estejam expostos a esse tipo de risco ou minimizar sua exposição, é preciso que a organização identifique os riscos e faça a prevenção com ajuda de um profissional especializado em SSO, visto que esses profissionais estão aptos e detém conhecimentos sobre as normas, requisitos e diretrizes.

Os profissionais especializados em SSO são os mais capacitados para auxiliar as organizações e se protegerem e se prevenirem dos riscos a que estão expostas. Por exemplo, a norma regulamentadora NR09 orienta as empresas sobre o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), cujo objetivo é de preservar a integridade física e mental dos colaboradores por meio do reconhecimento e avaliação total do controle dos riscos no local de trabalho.

Por que fazer o PPRA nas organizações?

O PPRA deve ser feito por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, sempre que necessário e ao menos uma vez ao ano para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades. A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PPRA poderão ser feitas pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) ou por pessoa ou equipe de pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto na NR 09.

Portanto, a NR09, ao estar diretamente relacionada ao PPRA, estabelece sua obrigatoriedade como, por exemplo, desenvolver um PPRA para cada setor da empresa, de modo que haja melhor controle dos riscos. Além disso, a NR 09 estabelece quais são as etapas importantes do PPRA:

  • Antecipação e reconhecimento dos riscos;
  • Prioridades e metas de avaliação e controle;
  • Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
  • Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
  • Monitoramento da exposição aos riscos; e
  • Registro e divulgação dos dados.

A importância da saúde e segurança ocupacional nas empresas

De tudo o que foi exposto, fica claro que ter como foco a saúde e segurança ocupacional significa redução de acidentes, redução de gastos com processos trabalhistas e multas, melhor produtividade dos colaboradores, diminui índices de afastamento e absenteísmo, promove-se um ambiente de trabalho mais saudável e harmonioso, aumenta a credibilidade da marca no mercado, entre tantos outros benefícios.

Como o conceito de SSO está diretamente ligada à norma ISO 45001, com a implementação de um sistema de gestão baseado nessa norma sua empresa passa a conhecer e gerenciar melhor os seus riscos, estabelecendo controles e definindo objetivos focados na prevenção e alinhados à estratégia da empresa. E quando uma organização coloca as pessoas em primeiro lugar e investe em sua saúde e segurança ocupacional, ela demonstra que ela prioriza a vida, a saúde das pessoas e, principalmente, a sustentabilidade financeira do seu negócio e a credibilidade da empresa. Isso é o que faz toda a diferença.

Se você quer saber mais sobre a norma ISO 45001, o conceito de SSO e o que você precisa para gerenciar seus riscos, entre em contato conosco!


Caso deseje, continue navegando em nosso blog que tem muitos outros artigos que falam sobre os mais diversos assuntos e que podem ajudá-lo com a sua gestão.

Como monitorar Planos de Ação com o Módulo PRSSO?

Saiba como monitorar os Planos de Ação dos Perigos e Riscos em Saúde e Segurança Ocupacional.

Os perigos e riscos da segurança e saúde ocupacional (SSO) num ambiente organizacional são infinitos. Um simples escorregão num piso molhado pode resultar num acidente sério. Um movimento repetitivo (como a digitação ou o ato de marretar, por exemplo), pode causar uma lesão que acompanha o trabalho pelo restante de sua vida. Sendo assim, é inegável que o levantamento e a identificação dos perigos no ambiente laboral deve ser contínuo e proativo, e seu foco deve ser sempre na prevenção e continuidade das ações.

Como fazer o Levantamento de Perigos e Riscos?

Toda organização séria se preocupa com o registro, avaliação e gerenciamento dos perigos e riscos da SSO no ambiente de trabalho. Fazer esse levantamento nem sempre é uma tarefa simples.

Como saber se estou analisando os perigos e riscos corretamente? Será que estou exagerando nas medidas de prevenção? Será que meu tipo de negócio exige que meus funcionários usem EPIs (Equipamentos de proteção individual)? As dúvidas são muitas.

Foi por isso que a Verde Ghaia desenvolveu o Módulo PRSSO, um software no qual o usuário consegue criar e monitorar as ações para tratar seus perigos significativos.

No Módulo PRSSO, você registra as ações, aí define os responsáveis por cada tarefa, determinando marcos e deadlines. Também é possível monitorar o prazo de vencimento de licenças via e-mails/alertas, e gerar relatórios de análise de eficácia de cada ação registrada. No módulo PRSSO você visualiza todos os itens cadastrados de modo rápido e prático, e gera relatórios personalizados (podendo segmentar com filtros para que as informações fiquem precisas), e tem a opção para download em Word, pdf ou Excel.

Benefícios do Software PRSSO em Perigos e Riscos

  • Identificação dos riscos e oportunidades dos perigos e riscos da segurança no trabalho (relacionados a cada atividade), bem como a probabilidade, severidade e frequência de cada um;
  • Avaliação da perspectiva do ciclo de vida dos seus perigs;
  • Prevenção e diminuição de acidentes, multas, processos trabalhistas, doenças ocupacionais etc;
  • Interface para visualização de melhorias tais como aumento de produtividade, alterações de processos, produto ou serviços, uso eficiente de EPIs, comunicação interna, programas de conscientização e mais;
  • Separação do maior número possível de riscos gerados, reais e potenciais, benéficos e adversos, decorrentes de cada perigo identificado, considerando sempre se são significativos;
  • Gerenciamento dos perigos e riscos da saúde e segurança no trabalho;
  • Armazenamento de informações e históricos;
  • Geração automática de relatórios e gráficos gerenciais;
  • Envio automático de e-mails com o status dos planos de ação;
  • Maior agilidade nos controles e possibilidade de controle centralizado, com monitoramento de permissão de acesso e alterações nas planilhas;
  • Registro, avaliação e análise de sua matriz de perigos e riscos;
  • Criação e gerenciamento de planos de ação para cada perigo em suas atividades e processos;
  • Visualização dos requisitos legais para cada perigo identificado, com acesso às evidências e ações de cada caso;

Com todas as informações inseridas, o software é capaz de responder a questões importantes como:

  • Quais os perigos e riscos significativos em meu ambiente de trabalho?
  • Os controles utilizados estão sendo eficazes?
  • Quais os riscos mais relevantes para o meu negócio?
  • Onde existem oportunidades de redução de custos ou de novos investimentos?

Como auxiliar, identificar, avaliar e monitorar seu SG em SSO?

O Módulo PRSSO foi desenvolvido para auxiliar a identificar, avaliar e monitorar quaisquer perigos e riscos de acidentes, incidentes e doenças ocupacionais,  sejam eles físicos, psíquicos, emocionais — presentes ou futuros —, sempre levando em conta o contexto da organização. Com ele você cria e gerencia planos de ação acompanhados de gráficos que monitoram os dados de maneira sólida e precisa.

Sua equipe tem a saúde preservada e seus riscos e oportunidades são monitorados de maneira ideal; com isso sua empresa fica pronta para conquistar certificações sempre que desejar, pois sempre estará em conformidade.

Qual a relevância da ISO 45001 para a organização?

A ISO 45001 visa, exatamente, ajudar as empresas a repensarem seus processos, a fim de reduzir doenças ocupacionais e acidentes, proporcionando assim, um ambiente seguro e saudável para seus colaboradores e visitantes.

De acordo com Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima-se que a cada ano 374 milhões de pessoas sejam lesionadas ou sofram doenças não fatais relacionadas ao ambiente de trabalho (sendo que destas, 2.78 milhões vão a óbito).

A substituição do OHSAS

Qual a relevância da ISO 45001 para as organizações?

A ISO 45001 surgiu em março de 2018 para substituir o OHSAS — sigla em inglês para Occupational Health and Safety Assessment Series, que em tradução livre seria o já conhecido Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (SSO). O OHSAS consiste numa série de normas britânicas, desenvolvidas pelo BSI Group, de orientação para a formação de um sistema de gestão da saúde e segurança do trabalhador.

Todas as empresas que já adotam o OHSAS devem migrar para a ISO 45001, e terão o prazo de três anos para realizar a substituição e adequação, contando a partir da data de publicação da ISO 45001 (12 de março de 2018).

A ISO 45001 é uma boa diretriz para montar um plano de identificação de riscos e perigos. No entanto, deve-se atentar ao fato de que a versão mais recente da Norma não trabalha mais com ações preventivas, e sim ações corretivas. Mas embora não haja foco em prevenção propriamente dita, a Norma define padrões da metodologia de trabalho, o que por sua vez também funciona para evitar acidentes ou lesões ocupacionais.

OHSAS e ISO 45001: o que mudou de fato?

OHSAS e ISO 45001: o que mudou de fato?

A ISO 45001 facilita bastante a integração do Sistema de Saúde e Segurança Ocupacional (SSO) quando combinada à ISO 9001 e à ISO 14001 (sobre as quais já apresentamos um tutorial de implementação), mas também pode ser implementada sozinha — e é uma das Normas mais importantes a se adotar no ambiente laboral.

A ISO 45001 possui uma estrutura que se conecta diretamente às outras normas de Sistemas de Gestão, sendo assim, se sua empresa já conquistou um dos selos ISO, não terá dificuldades para se adequar.

Assim como todas as outras Normas, a ISO 45001 também reforça a importância do envolvimento dos líderes da companhia no sistema de gestão de SSO, devendo partir deles o exemplo máximo na prevenção de lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho, bem como sendo de sua responsabilidade o fornecimento de estrutura para garantir a saúde e segurança de todos.

Também é uma Norma que se concentra no levantamento de perigos e riscos relacionados às atividades exercidas na empresa, focando no registro documental, avaliação e melhoria contínua de todos os processos.

A ISO 45001 na prática

Um Sistema de Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional é dos mais importantes, e sua existência é obrigatória em qualquer empresa.

Veja abaixo o passo a passo para conquistar o selo ISO 45001, pois isto não apenas garante um sistema de gestão de SSO eficaz, como também traz reconhecimento internacional e torna a empresa um lugar valorizado pelos seus empregados.

1. Levantamento de perigos e riscos

Significa estudar todos os processos da empresa, bem como o ambiente físico, a fim de avaliar tudo o que precisa ser feito para garantir a saúde/segurança do trabalhador. A varredura deve ser completa. Um simples vaso de plantas mal posicionado pode dificultar a evacuação em caso de emergência, por exemplo.

Eis as áreas que devem ser avaliadas: processos produtivos; máquinas e equipamentos; instalações; layout das áreas de trabalho (inclusive mobiliário); materiais utilizados no ambiente; fatores humanos (comportamento e capacitação dos funcionários); atividades rotineiras e não rotineiras; atividades de terceirizados e visitantes; mudanças de processos, métodos e atividades; requisitos legais e técnicos; situações de emergência.

2. Conscientização

O ser humano tem uma tendência natural a acreditar que um acidente só vai acontecer com os outros, nunca com ele mesmo. E é sob esse pensamento que a diligência normalmente deixa de se fazer presente.

É muito importante conscientizar a todos que normas de segurança e cuidados para com a saúde existem por um motivo importante, não são medidas vazias, que estão ali por pura “implicância” do gestor. Vale adotar todos os recursos possíveis: palestras, cartazes educativos, alertas de segurança. O tratamento de perigos e riscos é dever de todos.

3. Usufrua da tecnologia

Para organizar e padronizar processos, tire pleno proveito da tecnologia. Hoje já temos vários softwares de gestão que auxiliam desde a organização das tarefas ao monitoramento legal da atividade do negócio. É importante também manter um bom controle estatístico a respeito de acidentes de trabalho. Se determinado departamento estiver apresentando problemas frequentes, é urgente descobrir os motivos e tomar as medidas cabíveis.

4. Auditorias internas e externas

Toda organização que pretende conquistar um selo ISO precisará passar por uma auditoria, cuja função será exatamente constatar que todos os requisitos necessários para conquistar a certificação estão sendo cumpridos. Auditorias são a melhor forma de apontar não conformidades e oportunidades de melhorias. São uma fonte excelente para composição da lista de levantamento de perigos e riscos. A auditoria interna vai preparar a empresa para a auditoria externa, aquela que concederá o selo ISO à organização.

Consideração Final

A certificação ISO 45001 reduz custos com seguros, reduz o absenteísmo dos funcionários e a rotatividade dos empregados, evita afastamentos por lesões ocupacionais e garante que a empresa esteja em dia com os requisitos legais relacionados à SSO.

Mas, mais importante do que isso: ela assegura que a organização está cumprindo um de seus maiores deveres, que é zelar pela saúde e pela vida de todos os seus trabalhadores.


Como usar o SOGI “PRSSO” para implementar ações em saúde e segurança?

Nenhum indivíduo é capaz de levar uma vida tranquila e plena se não gozar de boa saúde, e esta máxima, vale principalmente para o ambiente de trabalho, local onde a maioria de nós passamos parte considerável do nosso dia.

Por isso é essencial que toda empresa implemente em sua gestão ações voltadas à saúde e segurança ocupacional, não apenas para cumprir a legislação vigente, mas também para proporcionar o melhor ambiente a seus colaboradores.

Por que implementar ações em SSO na sua Gestão?

Saber como implementar na sua Gestão ações que contribuam na identificação de Perigos e Riscos à Saúde e Segurança Ocupacional (PRSSO) é o primeiro passo para busca de melhoria nos processos e principalmente na qualidade do que você faz.

Abaixo, elegemos alguns pontos importantes para àqueles que buscam pela Implementação de um Programa em Perigos e Riscos de Saúde e Segurança Ocupacional que possam gerar resultados palpáveis.

1 – Crie uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Conforme estabelecido por lei, a CIPA se faz necessária em empresas que tenham mais de 20 funcionários ou que exerçam atividades perigosas. Em todo caso, é sempre interessante contar com a ajuda dessa comissão, que estará atenta quanto à segurança e saúde de todos os colaboradores e poderá auxiliar na realização de eventos pontuais para informar sobre a importância da prevenção de acidentes e cuidados com a saúde.

Em caso de dúvidas sobre como implementar o modelo, busque a NR 5, norma responsável por reger a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

2 – Envolva todos os funcionários

Para implementar um bom sistema de gestão em SSO é preciso envolvimento de 100% dos trabalhadores da organização. A prevenção de acidentes é uma responsabilidade de todos.

O excesso de confiança, a negligência, a imprudência e a imperícia estão entre as maiores causas de acidentes no trabalho. Quer um exemplo? Quando passar diante de algum canteiro de obras na sua cidade, experimente observar os operários que ali estão trabalhando. Todos usam EPI? Aqueles que estão no alto da obra estão presos por cintos ou cordas? Uma breve busca no Google nos mostra que quedas de trabalhadores de grandes altitudes não são nada incomuns.

E muitas vezes, esse tipo de acidentes ocorre devido ao excesso de confiança, porque muitos operários simplesmente confiam que jamais vão cair.

3 – Forneça condições adequadas

É preciso mais do que apenas conscientizar as equipes, se a empresa não fornecer condições adequadas para o cumprimento de todas as normas de segurança. É obrigação das organizações fornecer os EPIs e EPCs em estado adequado, e tomar algumas medidas rotineiras, como a análise das condições físicas dos ambientes laborais, estudos de ergonomia, a identificação e mitigação de perigos e riscos, etc.

4 – Atenção à legislação vigente

Quanto mais Normas Regulamentadoras, o sistema de gestão de SSO atender, mais completo ele será. Além disso, é preciso que as organizações cumpram os prazos legais à risca, até mesmo para evitar multas e custos desnecessários.

Lembrando também, que a segurança e a proteção à saúde do trabalhador são direitos fundamentais previstos em nossa Constituição brasileira.

Como funciona o Módulo PRSSO do SoGI?

O Módulo PRSSO (Perigos e Riscos da Saúde e Segurança Ocupacional) do SoGI foi desenvolvido pela Verde Ghaia para auxiliar na identificação, avaliação e monitoramento de quaisquer perigos e riscos de acidentes, incidentes e doenças ocupacionais,  sejam eles físicos, psíquicos ou emocionais — e sempre levando em conta o contexto de cada organização.

É um sistema que permite o registro e a avaliação da matriz de perigos e riscos, identificando os principais riscos e avaliando a significância dos perigos e de seus controles operacionais, e a partir daí criando e gerenciando planos de ação voltados para cumprir todas as exigências práticas e legais para assegurar a saúde de seus colaboradores.

Quais são os diferenciais para a sua Gestão?

Conheça alguns diferenciais do Módulo PRSSO – Perigos e Riscos em Saúde e Segurança Ocupacional:

I – Identificação dos riscos e oportunidades dos perigos e riscos da segurança no trabalho (relacionados a cada atividade), bem como a probabilidade, severidade e frequência de cada um;

II – Avaliação automática, plano de controle de revisões, planos de ação integrados à legislação aplicável à empresa;

III – Avaliação da perspectiva do ciclo de vida dos seus perigos;

IV – Interface para visualização de melhorias tais como aumento de produtividade, alterações de processos, produto ou serviços, uso eficiente de EPIs, comunicação interna, programas de conscientização e mais;

V – Separação do maior número possível de riscos gerados (reais e potenciais; benéficos e adversos) decorrentes de cada perigo identificado, e sempre levando em conta se são significativos;

VI – Geração automática de relatórios e gráficos gerenciais;

VII – Envio automático de e-mails com o status dos planos de ação;

VIII – Visualização dos requisitos legais para cada perigo identificado, com acesso às evidências e ações de cada caso.

Considerações importantes para Implementação em SSO

Quando colaboradores gozam de boa saúde e se sentem seguros em seu ambiente laboral, eles certamente trabalham mais felizes e produzem com mais qualidade. Além disso, uma empresa atenta ao seu Sistema em SSO sempre estará em conformidade e apresentará condições mais favoráveis para conquistar os selos ISO referentes à segurança e à saúde ocupacional.

Enfim, um bom sistema de gestão de SSO só traz benefícios para e organização, gerando redução de custos, retenção de talentos e valorizando um bem importantíssimo que é o capital humano.

Não se esqueça: funcionários saudáveis, empresa saudável.


Conheça a funcionalidade da ferramenta PRSSO do SOGI na prática. Agende uma apresentação com um dos nossos consultores.

Como evitar Acidentes de trabalho?

Acidentes de trabalho segundo a ISO 45001. Acidentes de trabalho podem ser evitados a partir de uma mentalidade mais cuidadosa. Afinal, você sabe o que é acidente de trabalho e como evitá-lo?

Você sabe o que é acidente de trabalho? Esse é um termo razoavelmente simples, e muito conhecido dentro das empresas. Mas nem todo mundo sabe explicar detalhadamente o que ele significa, ou mesmo qual é a sua finalidade.

Esse caso é considerado quando ocorre um acidente de um funcionário durante o exercício de sua profissão. O acidente pode causar lesões simples ou graves, e ainda gerar problemas de cunho psicológico, ou mesmo reduzir a mobilidade e raciocínio.

Para qualquer dessas situações, se o fato se dá durante horário de trabalho, caracteriza-se um acidente de trabalho. É claro que muitos acidentes são realmente imprevisíveis!

Mas, existem aqueles que podem ser previstos e até mesmo evitados. É justamente isso o que entende a norma ISO 45001, que entende que é possível implementar uma mentalidade voltada para a prevenção.

Ou seja, se a empresa entender o que é acidente de trabalho, e os riscos que estão à espreita, poderá criar estratégias funcionais para que nenhum acidente aconteça. É o velho e bom hábito de se antecipar!

O que é acidente de trabalho?

O que é acidente de trabalho?
A importância do Monitoramento Legal na prevenção de acidentes

Como falamos logo no início, existem alguns tipos de acidente de trabalho. É importante entender a diferença, e até mesmo analisar as atitudes que devem ser tomadas caso venha a acontecer esse problema.

  • Acidente de trabalho típico: esse tipo de acidente é o mais comum, e se refere a uma ocorrência em horário de trabalho, e dentro do ambiente de trabalho. São acidentes que acontecem enquanto o funcionário realizar as suas tarefas rotineiras.
  • Acidente de trabalho atípico: já para esse caso falamos de fatos que podem acontecer tanto dentro quanto fora da empresa, mas desde que em razão do exercício do trabalho.
  • Acidente de trajeto: esse tipo considera o profissional durante todo o seu trajeto de ida ou volta do trabalho, considerando que a partir daí o cidadão já é responsabilidade da empresa contratante. Ele contempla todos os meios de transporte.

São três tipos diferentes, mas todos são caracterizados como casos de acidente de trabalho, e por isso são equiparados pela lei para que haja um procedimento por parte da empresa.

Isso significa prestar desde o socorro inicial até o suporte e amparo familiar e de dependentes para a recuperação total – ou indenização em caso de morte ou sequelas. Os acidentes enquadrados como atípicos aparecem nos 20 e 21 da Lei nº 8.213/91. Veja quais são eles:

  • Doença profissional;
  • Doença do trabalho;
  • Acidente que colabore direta ou indiretamente para a morte ou a perda de capacidades;
  • Ato de agressão, sabotagem ou terrorismo praticado por colega de trabalho ou terceiro;
  • Imprudência, negligência ou imperícia de colega de trabalho ou terceiro;
  • Ato de pessoa privada do uso da razão;
  • Desabamento, inundação, incêndios;
  • Contaminação acidental durante o trabalho;
  • Acidente sofrido na execução de ordem ou realização de serviço fora do horário e local de trabalho;
  • Viagem profissional – para estudos e capacitação ou reuniões e trabalhos em geral – desde que tenha sido custeada pelo empregador.
  • Acidente ocorridos no horário de pausa ou almoço;

Em cada uma dessas situações estão caracterizados e podem ser identificados casos de acidente de trabalho. Quando isso acontece, é hora de preencher o CAT.

O que fazer em caso de acidente de trabalho? O que é e para que serve o CAT? 

Agora que você já sabeo que é acidente de trabalho, é hora de falarmos um pouco sobre a formalização utilizada para que haja o modelo de investigação de acidente de trabalho.

 Quando essa ocorrência acontece, é obrigatória a criação de um CAT – comunicado de acidente de trabalho modelo do acidente de trabalho.

Esse documento deve conter todas as informações acerca da circunstância em que o acidente trabalho ocorreu. É importante ressaltar que, ainda que a ocasião não gere afastamento, o CAT deve ser emitido.

Além disso, a comunicação do acidente de trabalho pode ser realizada para casos em que ocorrem dentro das dependências da empresa, o CAT também será emitido em situações de ocorrências no horário de almoço, durante o trajeto de ia e vinda ao trabalho, viagens a serviço, entre outros.

Investigar a origem dos acidentes é a melhor estratégia!

A partir do momento em que você entende o que é acidente do trabalho, e compreende a importância sobre a comunicação do acidente de trabalho, entramos em uma nova etapa: a de modelo de investigação de acidente de trabalho.

Tão importante quanto estar de acordo com todos os requisitos legais referentes a execução de sua atividade, a empresa precisa também apostar em métodos de conscientização e prevenção de acidentes.

Para isso, é importantíssimo que a liderança esteja envolvida em todo o processo de investigação de acidente de trabalho, e identifique quais foram as situações que levaram ao ocorrido, podendo assim desenvolver estratégias para evitar que se repitam.

Aposte na gestão de SSO para evitar acidentes na sua empresa!

Você pode perceber até aqui que as respostas para “o que é acidente de trabalho?” vai muito além do que imaginava. Essa é uma questão que demanda atenção, e precisa ser tratada com o devido cuidado.

Para evitar casos de acidente de trabalho, ou mesmo diminuir as possibilidades de isso acontecer, a implantação de um sistema de gestão em SSO (Saúde e Segurança Ocupacional) é a melhor alternativa.

Nesse caso, é possível acompanhar o surgimento dos riscos, e promover uma conscientização coletiva dentro da empresa para que acidentes sejam evitados, antecipando soluções.

A implantação de um SSO sugere práticas que vão desde a análise de riscos ocupacionais, investigação de incidentes e análise crítica da Liderança, e que juntas podem trazer bons resultados no que diz respeito aos cuidados e bem-estar de seus funcionários.

Os cuidados relacionados ao acidente de trabalho é responsabilidade de todos da empresa. Desde o funcionário que identifica situações de risco e comunica a gestão, até o RH, que deve estar sempre pronto para emitir o CAT com informações corretas.

Saber o que é acidente de trabalho é o primeiro passo para trabalhar de maneira que isso não aconteça dentro de sua empesa. Mas, diante de uma ocorrência, o mais indicado é sempre prosseguir com as instruções dentro das normas regentes.

Como implementar o Módulo PRSSO para avaliação de riscos e oportunidades?

Nenhum indivíduo é capaz de levar uma vida tranquila e plena se não gozar de boa saúde, e esta máxima vale principalmente para o ambiente de trabalho, local onde a maioria de nós passamos parte considerável do nosso dia.

Por isso, é essencial que toda empresa adote um sistema de gestão da saúde e segurança ocupacional, não apenas para cumprir a legislação vigente, mas também para proporcionar o melhor ambiente a seus colaboradores. Lembrando também que a segurança e a proteção à saúde do trabalhador são direitos fundamentais previstos em nossa Constituição.

Veja como implementar um sistema de gestão para identificação de Perigos e Riscos à Saúde e Segurança Ocupacional (PRSSO).

Crie uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA)

Pela lei, a CIPA se faz necessária em empresas que tenham mais de 20 funcionários ou que exerçam atividades perigosas. Em todo caso, é sempre interessante contar com a ajuda dessa comissão, que estará atenta quanto à segurança e saúde de todos os colaboradores e poderá auxiliar na realização de eventos pontuais para informar sobre a importância da prevenção de acidentes e cuidados com a saúde.

Em caso de dúvidas sobre como implementar o modelo, busque a NR5, norma responsável por reger a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes ou faça um curso online através da plataforma EAD da Verde Ghaia.

Envolva todos os funcionários

um bom sistema de gestão da SSO só funciona se houver envolvimento de 100% dos trabalhadores da organização. A prevenção de acidentes é uma responsabilidade de todos.

O excesso de confiança, a negligência, a imprudência e a imperícia estão entre as maiores causas de acidentes no trabalho. Quer um exemplo? Quando passar diante de algum canteiro de obras na sua cidade, experimente observar os operários que ali estão trabalhando.

Todos usam EPI? Aqueles que estão no alto da obra estão presos por cintos ou cordas? Uma breve busca no Google nos mostra que quedas de trabalhadores de grandes altitudes não são nada incomuns. E muitas vezes os acidentes ocorrem devido ao excesso de confiança, porque muitos operários simplesmente confiam que jamais vão cair.

Forneça condições adequadas

não basta conscientizar suas equipes se a empresa não fornecer condições adequadas para o cumprimento de todas as normas de segurança. Sempre forneça EPIs e EPCs em estado adequado, e tome algumas medidas rotineiras, como a análise das condições físicas dos ambientes laborais, estudos de ergonomia, a identificação e mitigação de perigos e riscos etc.

Atenção à legislação vigente

Quanto mais NRs o sistema de gestão de SSO atender, mais completo ele será. E os prazos legais devem ser cumpridos à risca, até mesmo para evitar multas e custos desnecessários.

Módulo PRSSO do SoGI

O Módulo PRSSO (Perigos e Riscos da Saúde e Segurança Ocupacional) do SoGI foi desenvolvido pela Verde Ghaia para auxiliar na identificação, avaliação e monitoramento de quaisquer perigos e riscos de acidentes, incidentes e doenças ocupacionais,  sejam eles físicos, psíquicos ou emocionais — e sempre levando em conta o contexto de cada organização.

É um sistema que permite o registro e a avaliação da matriz de perigos e riscos, identificando os principais riscos e avaliando a significância dos perigos e de seus controles operacionais, e a partir daí criando e gerenciando planos de ação voltados para cumprir todas as exigências práticas e legais para assegurar a saúde de seus colaboradores.

Conheça alguns diferenciais do Módulo PRSSO

  • Identificação dos riscos e oportunidades dos perigos e riscos da segurança no trabalho (relacionados a cada atividade), bem como a probabilidade, severidade e frequência de cada um;
  • Avaliação automática, plano de controle de revisões, planos de ação integrados à legislação aplicável à empresa;
  • Avaliação da perspectiva do ciclo de vida dos seus perigos;
  • Interface para visualização de melhorias tais como aumento de produtividade, alterações de processos, produto ou serviços, uso eficiente de EPIs, comunicação interna, programas de conscientização e mais;
  • Separação do maior número possível de riscos gerados (reais e potenciais; benéficos e adversos) decorrentes de cada perigo identificado, e sempre levando em conta se são significativos;
  • Geração automática de relatórios e gráficos gerenciais;
  • Envio automático de e-mails com o status dos planos de ação;
  • Visualização dos requisitos legais para cada perigo identificado, com acesso às evidências e ações de cada caso;

Conclusão

Quando colaboradores gozam de boa saúde e se sentem seguros em seu ambiente laboral, eles certamente trabalham mais felizes (e produzem mais). Além disso, uma empresa atenta à SSO sempre estará em conformidade e apresentará condições mais favoráveis para conquistar os selos ISO referentes à segurança e à saúde ocupacional.

Enfim, um bom sistema de gestão de SSO só traz benefícios para e organização, gerando redução de custos, retenção de talentos e valorizando um bem importantíssimo que é o capital humano. Não se esqueça: funcionários saudáveis, empresa saudável.


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Por que adotar um Sistema de Gestão da Saúde e Segurança Ocupacional?

Nenhum indivíduo é capaz de levar uma vida tranquila e plena se não gozar de boa saúde, e esta máxima vale principalmente para o ambiente de trabalho, local onde a maioria de nós passamos parte considerável do nosso dia. É essencial que toda empresa adote um Sistema de gestão da saúde e segurança Ocupacional, não apenas para cumprir a legislação vigente, mas também para proporcionar o melhor ambiente para seus colaboradores.

Veja como implementar um sistema de gestão de segurança e saúde ocupacional adequado.

Envolva todos os funcionários

Um bom sistema de gestão da saúde ocupacional e segurança no trabalho só funciona se houver envolvimento de 100% dos trabalhadores de uma organização. Se necessário, realize eventos pontuais para informar sobre a importância na prevenção de acidentes e cuidados com a saúde, lembrando que isto é uma responsabilidade de todos.

O excesso de confiança, a negligência, a imprudência e a imperícia estão entre as maiores causas de acidentes no trabalho. Em empresas com mais atividades perigosas, o ideal é que exista uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).

Forneça condições adequadas

Não basta conscientizar suas equipes se a empresa não fornecer condições adequadas para o cumprimento de todas as normas de segurança. Isto inclui o fornecimento de EPI e EPC, análise das condições físicas dos ambientes, estudos de ergonomia, adoção de um sistema gestão de riscos etc.

Atenção à legislação vigente

O ideal é que haja alinhamento com as Normas Regulamentadoras Brasileiras (NRs). Quanto mais NRs o sistema de gestão de SSO atender, mais completo ele será. E os prazos legais devem ser cumpridos à risca, até mesmo para evitar multas e custos desnecessários.

Implemente um Sistema de Gestão eficiente

Um bom sistema integrado de gestão pode trazer uma série de soluções para a empresa e facilitar muito a coordenação de todos os aspectos referentes à saúde e segurança do trabalhador. Veja o que levar em conta ao contratar um serviço do tipo:

# Capacidade de integração de dados: um sistema integrado facilita a administração da documentação legal e agiliza aspectos práticos, como a compra de EPIs. Se houver integração com os setores de gestão ambiental e gestão de riscos, melhor ainda, pois são nichos que fazem parte da manutenção da segurança e saúde do trabalhador.

# Gestão de questões obrigatórias: alguns assuntos são obrigatórios num sistema de gestão de SSO. A emissão do ASO (Atestado de Saúde Ocupacional), por exemplo, é essencial em qualquer empresa, bem como o registro de acidentes de trabalho.

# Registro de históricos: para acompanhar a saúde de cada trabalhador, o ideal é que o sistema permita o registro e gestão de um histórico, de preferência com um banco de dados que permita a anexação de exames, laudos e outros.

# Avisos importantes: escolha um sistema que avise quanto à realização de exames  obrigatórios (como a renovação do ASO, por exemplo) e à atualização de documentos referentes à legislação da SSO;

# Gestão de EPIs: escolha um sistema capaz de identificar os riscos do local de trabalho, com os respectivos EPIs relacionados a cada um, bem como a higienização, manutenção e validade dos equipamentos de segurança.

# Emissão de documentos específicos: dependendo do seu ramo de atuação, a empresa precisará emitir uma série de certificados específicos. A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), por exemplo, exige a presença do CIV (Certificado de Inspeção Veicular) e do CIPP (Certificado de Inspeção para o Transporte de Produtos Perigosos) para o transporte de produtos perigosos.

Levantamento de dados para implementar um Sistema de Gestão

Para iniciar esse processo é importante que seja feito um levantamento geral dos dados e das informações da empresa. Além de um bom planejamento, é importante criar metas, visualizando onde você deseja chegar e qual deverá ser as ações a serem tomadas para atingir esse objetivo.

É essencial que haja uma estrutura organizada a ser seguida, de modo que a implementação ocorra da maneira mais simples possível. Cada sistema de gestão, de acordo com seu segmento, terá exigências específicas para seguir. Entretanto, existem seis categorias bases na estrutura de um sistema de gestão. 

Com estas dicas, sua empresa estará pronta para escolher o melhor sistema que apoirá a sua gestão de forma eficiente trazendo resultados posivitos quanto o SG em saúde e segurança ocupacional. Consequentemente, os seus resultados trarão melhorias a saúde dos colaboradores e a “saúde” da empresa.


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A Revolução Industrial: marco da evolução da Saúde e Segurança dos Trabalhadores

Na época da escola, muito provavelmente você estudou sobre a Revolução Industrial Inglesa, na segunda metade do século XVIII. Sabe que o evento foi um marco para a humanidade e que, com suas máquinas a vapor, resultou num aumento vertiginoso da atividade industrial e modificou completamente os processos de manufatura.

No entanto, a Revolução Industrial também trouxe uma série de condições inóspitas aos trabalhadores. Imagine um ambiente fabril totalmente artesanal, repleto de maquinário manual. De repente, este ambiente ganha um equipamento a vapor — imenso e volumoso —, porém não passa por qualquer tipo de adaptação para acondicionar a novidade. Foi mais ou menos isso o que aconteceu em muitas fábricas naquela época. Subitamente, muitos trabalhadores se viam expostos a uma série de condições inéditas e nada agradáveis: exposição excessiva ao calor, má ventilação nos prédios, excesso de umidade etc. É óbvio que muitos trabalhadores começaram a sentir os efeitos daqueles novos agentes no ambiente, tendo a saúde seriamente afetada e ainda correndo o risco de sofrer acidentes mais graves em vista da robustez dos novos equipamentos.

As consequências se tornaram tão críticas, que muitos trabalhadores se juntaram para realizar as primeiras reivindicações por uma condição mais  humanizada para se atuar nas fábricas. A partir daí, nasceram as primeiras medidas relacionadas à Saúde e Segurança Ocupacional dos Trabalhadores.

A evolução industrial foi um marco no mundo inteiro, e como vimos, trouxe também uma série de condições inóspitas aos trabalhadores, tais como exposição excessiva ao calor, má ventilação nos prédios, excesso de umidade. Naquele período, as fábricas não ofereciam sequer condições mínimas para que um ser humano pudesse trabalhar sem ter sua saúde seriamente afetada. Além disso, muitos dos maquinários ofereciam todo tipo de riscos aos operadores.

As consequências se tornaram tão críticas que daí nasceram as primeiras reivindicações para que houvesse o mínimo de condição humana para se trabalhar.

No início no século XIX, foram noticiados na Inglaterra os primeiros regulamentos para proteger a vida dos trabalhadores. Com a expansão da Revolução Industrial no restante da Europa, a Alemanha também ditou normas semelhantes, em 1839, e foi acompanhada pela França, em 1841. A Espanha aderiu em 1873. Nos Estados Unidos, muito embora a industrialização tivesse se desenvolvido de forma acentuada a partir da segunda metade do século XIX, apenas no século seguinte surgiu uma legislação referente a indenizações por acidente de trabalho; logo depois surgiram os primeiros serviços médicos nas empresas com o objetivo de reduzir o custo das referidas indenizações.

O nascimento da Organização Internacional do Trabalho (OIT)

Os primeiros regulamentos para proteger a vida dos trabalhadores de que se tem notícia surgiram na Inglaterra, no início do século XIX. Com a expansão da Revolução Industrial no restante da Europa, a Alemanha também começou a ditar normas semelhantes, em 1839, logo a seguir sendo acompanhada pela França, em 1841. A Espanha aderiu em 1873. Nos Estados Unidos, muito embora a industrialização tivesse se desenvolvido de forma acentuada a partir da segunda metade do século XIX, apenas no século seguinte surgiu uma legislação referente a indenizações por acidente de trabalho; logo depois, foram criados os primeiros serviços médicos nas empresas, cujo objetivo era focar na prevenção a fim de evitar o alto custo por indenizações trabalhistas.

Em 1919, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT), responsável por formular e aplicar as normas internacionais do trabalho (convenções e recomendações) como conhecemos.

No Brasil, a evolução mais significativa na indústria se deu por volta da década 1930; mas só em 1970, quando registrávamos quantidades altíssimas de acidentes laborais, começou a haver algum tipo de preocupação para com a segurança e a saúde do trabalhador.

Espinha Dorsal da Legislação de SSO

Posteriormente, em 1943, entrou em vigor a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). E finalmente, em 1978, o Ministério do Trabalho e Emprego publicou a Portaria 3.214/78, a qual aprovou as Normas Regulamentadoras, conhecidas como a “espinha dorsal” da legislação de segurança e saúde brasileiras. Atualmente, a segurança e a proteção à saúde do trabalhador são direitos fundamentais previstos em nossa Constituição.

No entanto, devemos nos lembrar de que o foco da SSO não é seguir a legislação mecanicamente apenas para evitar punições, e sim conscientizar a todos de que é muito importante cuidar da saúde e da segurança no ambiente de trabalho.

A Organização Internacional do Trabalho estima que a cada ano 2.78 milhões de pessoas vão a óbito e 374 milhões sofram lesões e doenças não fatais relacionadas ao ambiente de trabalho.

A OIT estima que, a cada ano, ocorram 2.78 milhões de mortes e 374 milhões de lesões e doenças não fatais relacionadas ao ambiente de trabalho. Por isso, é muito importante que toda empresa busque implementar um programa de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional – SSO, visto que o afastamento do trabalhador representa um prejuízo imenso para a indústria (isso sem mencionar o valor imensurável causado por um óbito).

De acordo com dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, entre 2012 e 2018, o Brasil registrou 16.455 mortes e 4,5 milhões acidentes. Os gastos da Previdência com Benefícios Acidentários corresponderam a R$79 bilhões, e foram perdidos 351.7 milhões dias de trabalho devido a afastamentos.

Benefícios de se Implementar uma Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional – SSO

Gerencie os perigos e riscos da saúde e segurança ocupacional. Identifique, registre e analise sua matriz de perigos e riscos, avalie controles operacionais para mitigar riscos de acidentes, incidentes e doenças ocupacionais.

Dentre os principais benefícios da Gestão de SSO, podemos citar:

– A identificação de perigos (bem como a implementação de controles para gerenciá-los), fator que auxilia também na implementação de um programa de Gestão de Riscos e Gestão de Compliance;

– A redução de acidentes e doenças laborais, que por sua vez diminuem custos com indenizações ou afastamentos de funcionários;

-O engajamento e motivação dos funcionários, que certamente trabalham mais felizes sob condições melhores e mais seguras (gerando um consequente aumento na produtividade);

– A demonstração de conformidade para clientes e fornecedores, e também o alinhamento à conformidade legislativa;

– Condições extremamente favoráveis para se conquistar selos ISO referentes à segurança e à saúde ocupacional.

Um bom sistema de gestão da saúde e segurança a só traz benefícios para e empresa, pois gera redução de custos, aumenta a qualidade de vida dos funcionários, retém talentos e consolida a reputação daquela organização, que estará sempre mostrando que valoriza seu bem mais importante: o capital humano.


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 [Fonte: http://www.fundacentro.gov.br/noticias/detalhe-da-noticia/2019/4/acoes-regressivas-gestao-de-riscos-e-impacto-dos-acidentes-de-trabalho-foram-temas-de-debate

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