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Como alinhar seu negócio às transformações digitais?

Com a Pandemia de Covid-19, todas as empresas que ainda seguiam uma mentalidade de gestão vertical sentiram diretamente o impacto disso, percebendo no susto que era hora de se transformar. A grande questão é que realizar uma transformação bem no auge de uma crise pode ser perigoso e até mesmo colocar os negócios em risco.

O ideal é que sua organização esteja sempre na vanguarda. E neste momento o mais indicado é adequar seu modelo para uma grande transformação digital.

O que é transformação digital?

Significa reestruturar os processos de sua empresa, fazendo uso da cultura digital/tecnologia para ganhar em produtividade — produtividade esta que pode refletir tanto nos lucros da organização quanto na qualidade de vida de seus colaboradores.

A transformação digital não ocorre somente porque a empresa implantou alguma nova tecnologia. Esse tipo de transformação é muito mais grandiosa e deve gerar uma mudança de mindset em toda a empresa (sobre o qual já falamos aqui), refletindo principalmente no relacionamento com os clientes.

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Benefícios da transformação digital

A TD não apenas torna todos os processos mais ágeis e eficazes, mas também traz outras vantagens:

  • Melhora a experiência de clientes e fornecedores, pois estes terão mais facilidade para se comunicar com a empresa
  • Torna os processos operacionais mais eficientes, simplificando processos muitas vezes complexos e trazendo assim mais qualidade de vida à equipe
  • Baixa custos no longo prazo
  • Simplifica/Facilita a gestão de modo geral
  • Estimula a criação de novos modelos de negócios
  • Abre caminhos para a realização de Inbound Marketing, ou seja, atrair e converter novos clientes através de canais digitais, como mecanismos de busca, blogs e redes sociais.

Como realizar a transformação digital?

Para realizar a TD, não basta atrelar todos os processos da empresa ao uso da internet ou de equipamentos modernos, ou limitar-se a construir um site atraente, estar nas redes sociais ou associado a digital influencers. O conceito vai muito além disso; exige mudanças estruturais na empresa e na mentalidade das pessoas que ali trabalham.

Visão, missão e valores

Todos os aspectos da transformação digital são guiados pelos objetivos organizacionais. Sendo assim, a TD precisa estar intimamente atrelada à visão, missão e valores da empresa, caso contrário será em vão.

A cultura digital só se firma quando as atitudes e os comportamentos dos colaboradores são capazes de sustentar o uso das ferramentas digitais, fazendo delas um valioso artifício para oferecer mais valor ao cliente e, consequentemente, garantir o crescimento da organização.

Empresas que priorizam a cultura da empresa durante a transformação digital comprovadamente obtêm retorno financeiro superior quando comparadas àquelas que não o fazem. Em suma: não faz sentido adotar novas tecnologias ou implementar soluções digitais se seus usuários (ou seja, os colaboradores) não entenderem o propósito disso.

Mudança de mindset da gestão

Para que a transformação realmente aconteça, a adesão à cultura digital deve começar na liderança. Foi-se o tempo em que era aceitável aquela figura do líder “dinossauro” que deixa tudo por conta dos mais “jovens e descolados”.

Esta imagem clichê está completamente ultrapassada. É muito importante que o líder esteja bem inserido no contexto da cultura digital, até mesmo porque ele será o principal responsável por vencer quaisquer obstáculos que possam surgir ao longo do caminho — os quais não excluem resistência de equipes em adotar processos inéditos.

Infraestrutura física

Inegavelmente, a transformação digital exige infraestrutura e esta deve ser pensada no longo prazo, já que não é barata. Será preciso investir em equipamentos, softwares, aplicativos, armazenamento em nuvem, servidores e muito mais.

No entanto, devemos lembrar que é o tipo de investimento que vale a pena, pois traz muito retorno. Caso sua empresa não possua experiência com tecnologia, vale buscar consultoria externa — inclusive no que diz respeito à expansão digital dos negócios.

Planejamento estratégico

Nem só de maquinários e softwares vive a transformação digital. Se não houver um bom plano estratégico, de nada valerá tanto investimento em treinamentos e programas.

Mantenha os objetivos de gestão em dia. A inserção de tecnologia pura e simplesmente nunca é garantia de sucesso.

Análise de dados

Na cultura digital, a análise de dados é extremamente importante. Adote indicadores e conheça bem todos os recursos existentes nesse meio (SEO, analytics, adwords, adsense etc). Isso ajuda na tomada de decisão e na gestão de riscos, além de reduzir as chances de acontecerem erros crassos.

O mais importante de tudo é a empresa compreender seu posicionamento no mercado, pois não adiante adotar uma roupagem digital e forçar sua presença online se não houver o entendimento real do que isto significa.

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A inteligência artificial substituirá o ser humano?

Já parou para pensar que algumas profissões simplesmente não existem mais? Telefonista, datilógrafo, telegrafista, vendedor de enciclopédias, lanterninha de cinema.

Cientes de como o tempo — e a tecnologia — extinguiram algumas funções outrora essenciais, é inevitável que nos perguntemos: quais profissões virão a ser limadas da sociedade num futuro próximo? Será que o excesso de tecnologia vai deixar o próprio ser humano obsoleto? A inteligência artificial será capaz de substituir uma pessoa em sua totalidade?

De acordo com um relatório do Information Services Group (ISG), empresa norte-americana de consultoria e pesquisa em tecnologia, a automação robótica dos processos (RPA) tem permitido que empresas executem processos de negócios de 5 a 10 vezes mais rápido, e usando 37% menos recursos, em média. Nesse ritmo, estima-se que até 2050 cerca de 80% das atividades realizadas por seres humanos serão automatizadas.

Sugestão de leitura: Como incrementar novas tecnologias na Gestão Empresarial?

Vamos ficar sem emprego?

Devemos nos lembrar de que esse questionamento homem versus máquina não é de hoje, afinal a grande Revolução Industrial ocorrida na Inglaterra no século XVIII também trouxe uma série de dilemas semelhantes. No entanto, também é importante frisar que a tecnologia na maioria das vezes extingue alguns aparatos, mas também cria novos, estes quais geralmente continuam dependendo da operação humana.

Quer ver alguns exemplos?

A máquina de datilografar foi substituída pelo computador. As carruagens saíram de cena (pelo menos como meio de transporte principal em áreas urbanas), mas deram lugar aos automóveis (e note que as carroças continuam a existir!). As locadoras de vídeo foram substituídas pelo serviço de streaming. Os smartphones criaram todo um novo mercado; veja o caso dos influenciadores digitais, que têm se mostrado verdadeiras minas de ouro.  De acordo com a Izea, empresa de marketing digital, em 2019 um atleta poderia receber até US$3 milhões por um único post patrocinado em suas redes sociais.  

Nesse cenário, o que devemos ter em mente é que toda inserção tecnológica vai representar um momento de ruptura na sociedade; no entanto, em vez de repelir tais mudanças, devemos abraçá-las. Até porque, na prática, sabemos que a Inteligência Artificial ainda não é perfeitamente capaz de reproduzir exatamente aquele diferencial que torna o humano puramente humano.

Basta pensar nas diferenças que ocorrem quando ligamos para o serviço de atendimento ao consumidor de determinada marca e somos atendidos por robôs, e quando somos atendidos por pessoas.

Sugestão de Leitura: Sustentabilidade e Tecnologia: Como alcançar melhorias para a sua gestão?

Robôs e a Linguagem Humana

Embora os robôs sejam capazes de compreender a linguagem humana e de correlacionar informações, o atendimento humano continua sendo mais completo e mais certeiro. Um funcionário de call center, por exemplo, tem o computador como ferramenta facilitadora (na hora de encontrar e registrar informações, gravar dados, consultar históricos etc), mas ele — a pessoa — continua sendo indispensável, pois ainda realiza um atendimento melhor do que uma gravação.

Sendo assim, não nos enganemos: se por um lado robôs agilizam a produção e melhoram processos, por outro, os seres humanos continuam sendo essenciais para monitorar, interpretar e gerenciar dados. As máquinas tiram um posto de trabalho, porém criam muitos outros. É bem provável que as funções mais promissoras do futuro sejam aquelas ligadas ao gerenciamento e análise de dados: estatístico, gestor de qualidade, gestor de conteúdo, engenheiro de processos e tudo o mais que possa ser ligado a estratégia e gestão da informação.

E tem um outro fator: como humanos, somos seres de necessidades constantes. O filósofo Arthur Schopenhauer dizia que a vontade é a força motriz da existência humana. Sendo assim, ainda que haja a ruptura pós boom tecnológico, novas necessidades sempre serão criadas. Faz parte da nossa natureza.

Sugestão de leitura: Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

O avanço tecnológico é inevitável

Sejamos realistas: o processo de mudança rumo a um mundo cada vez mais tecnológico é inevitável. E isso não é ruim. A melhor forma de se adaptar é questionando: como posso evoluir e me adequar a esse novo futuro? Quais competências devo desenvolver? Que tipo de abertura posso criar no mercado? Como aliar essas novas tendências ao que gosto de fazer?

A partir de agora estaremos sempre diante de um novo e imenso campo a ser explorado.

E respondendo ao título deste texto de forma muito objetiva: muito provavelmente jamais seremos totalmente substituídos por máquinas. Elas vão facilitar muito nosso trabalho, porém, só sobreviverá aquele que estiver disposto a acolher a inovação e fazer dela um fiel aliado.

E você, concorda? Deixe seus comentários abaixo!

Mundo Virtual: novas formas de se fazer negócios

A Covid-19 provavelmente vai mudar a vida de todo mundo. Não apenas agora, enquanto ocorre o isolamento social, mas de forma mais profunda, criando novos hábitos para um cenário pós-pandemia.

De acordo com Organização Mundial de Saúde, pode ser que cientistas precisem de pelo menos 18 meses para criar uma vacina contra o vírus. Na prática, significa que vamos alternar períodos de isolamento e de permissão de saída, até que as coisas se normalizem de vez.

Obviamente, até lá, todos os setores serão afetados: político, econômico, bem como as relações empresariais e sociais, as manifestações culturais, dentre outros.

Sendo assim, é obrigatório que as empresas repensem sua forma de fazer negócios e implementem soluções definitivas, principalmente para aquelas que fazem uso de recursos remotos e digitais, tais como integração de dispositivos e softwares, vendas via internet e mais. E você também, precisa ter uma mentalidade digital para tudo isso acontecer de forma mais rápida!

A Era Digital chegou, trazendo muitas vantagens

Há tempos já sentimos o peso da chamada Era Digital, o conceito da Internet das Coisas (do inglês Internet of Things), conceito que designa as conexões autônomas entre objetos e a internet no geral, visando tornar o dia a dia das pessoas (ou seja, o nosso!) mais confortável e produtivo.

A Internet das Coisas não se refere apenas a computadores e smartphones, como tenderíamos a pensar. Na verdade, sua aplicação é praticamente ilimitada e pode envolver até objetos originalmente não-eletrônicos, como prestação de serviços em geral.

Como a Internet das Coisas influencia os setores

Percebendo essa nova diâmica da relações de negócios, as organizações precisam se adaptar a essa nova mentalidade, visto a importância da tecnologia para a geração de novos negóciso, fugindo assim do método tradicionalista e “antiquado”. E, todas aquelas empresas que melhor se adaptarem, terão mais chances de se consolidar no mercado, ampliando assim, seu legado.

E quando falamos de Legado, não estamos falando de herança. O conceito de legado no mundo empresarial vai mutio além. Contudo, para explicar sobre o termo sem fugir do assunto aqui, sugerimos a leitura de dois conteúdos sobre o assunto Legado.

  1. Futuro: o quanto ele influencia no seu legado?
  2. Futuro, auto-disrupção e legado: a incrível palestra de Tiago Mattos

Retomando o assunto do nosso artigo, saiba como a Internet das Coisas está influenciando os setores:

1. Agronegócio

É um setor que tem se beneficiado imensamente da tecnologia. Isso porque, é importante aumentar a produtividade por hectare sem ignorar questões de segurança (como contaminação, principalmente de alimentos) e ao mesmo tempo manter a qualidade.

Outro ponto de destaque são os maquinários que têm ficado mais modernos, permitido integração com a internet. Essa velocidade e interação, permitem mais precisão nos dados sobre qualidade do solo, mudanças climáticas, pragas, características biológicas de fauna e flora, além de proporcionar melhorias quanto ao desenvolvimento na área genética.

Os setores de distribuição também têm se aproveitado de rastreamentos via satélite, visando realizar entregas mais precisa dos perecíveis agrícolas.

2. Comunicação

Sem dúvida um dos setores mais afetados pela tecnologia, pois a mentalidade digital modificou totalmente nossa maneira de se comunicar e consumir, principalmente nesse momento de isolamento social. Como consequência do isolamento, buscamos por mais agilidade, velocidade e menos trabalho.

Nas organizações isso também mudou. O contato com clientes tem sido mais rápido (envios de contrato imediato por e-mail, pagamentos via internet banking etc). Destaca-se também, os mais diversos tipos de softwares de gestão, acessados por diversas pessoas simultaneamente e tudo via internet. Claro que há muito mais novidades, basta apenas pesquisar. E por falar em pesquisa, os mecanismos de pesquisas estão ficando mais precisos na hora de buscar alguma informação.

A publicidade digital também trouxe muitos ganhos nessa nova forma de se fazer negócios, facilitando o alcançar pessoas diversas até mesmo para empresas de pequeno porte.

Importante: não há mais pretexto para não responder a clientes e fornecedores, por isso deslizes desse tipo são imperdoáveis. Otimize a comunicação em sua empresa ao máximo.

3. Indústria

A integração entre humanos e máquinas certamente deixou a manufatura mais eficiente, reduzindo falhas e tornando mais eficiente o aproveitamento do tempo de trabalho, com cada vez mais volume de produção num período mais curto.

Hoje temos até impressoras 3D, que facilitam muito a fabricação de protótipo a um custo relativamente baixo. E essas impressoras são usadas até em restaurantes para fabricação de comida no Japão. Com todos os avanços trazidos pela tecnologia, certamente o monitoramento eletrônico dos processos produtivos têm se tornado mais simples e ágil.

4. Saúde

Outra área em desenvolvimento acelerado, impulsionado principalmente pela nanotecnologia e pela biologia sintética (que já reproduz até tecidos que podem imitar a pele), proporcionando a descoberta de novos tratamentos e excelentes reparações em caso de danos causados por acidentes (como queimaduras e amputações). O registro do histórico dos pacientes em plataformas digitais também é uma realidade que facilita os tratamentos.

Diante dos exemplos acima, analise em qual ramo sua empresa se encaixa e procure aproveitar tudo o que a tecnologia tem a oferecer. Pesquise, leia… Não há absolutamente nenhuma área da vida que não tenha sigo beneficiada pela tecnologia.

A seguir, veja também como expandir seus negócios aproveitando ao máximo tudo o que a Era Digital tem a oferecer.

Descubra a necessidade das pessoas

Às vezes temos a sensação de que tudo, do qual o mundo necessita, já foi inventado. Aí um dia, aparece uma ideia inovadora e você diz: “Puxa, por que não pensei nisso antes?” A verdade é que sempre existe algo a se inventar. E não necessariamente, é um produto físico, palpável! Pense nisso!

Muitas vezes, é uma ideia que, quando bem executada, pode gerar lucro; basta pensarmos em negócios como o AirBnb ou o Uber. Mas como ter aquela “grande ideia” que pode mudar os rumos de sua empresa? Simples: pesquise o mercado, procure entender as necessidades das pessoas. Isso porque, quando você compreende intimamente o que está faltando, consegue desenvolver o produto e/ou serviço atendendo realmente o que as pessoas buscam, isso é preencher o nicho e entender as pessoas.

Realize testes

Descobriu um novo nicho a ser preenchido? Vá com calma. Faça testes para inseri-lo no mercado. Aproveite esses testes para corrigir falhas e melhorar o desempenho.

Não necessariamente, todas as ideias vão funcionar no início (ou mesmo que funcione de algum lento), repense suas estratégias, mas não desanime. Faz parte!

Apresente vantagens competitivas

Se você não pretende apresentar um novo produto e/ou serviço ao mercado e sua intenção é apenas diversificar os canais de ofertas, do que sua empresa já possui, então crie diferenciais.

Ofereça vantagens competitivas ao consumidor ou aos fornecedores, de modo que seja possível se destacar dos demais.

Crie um plano de ação com foco em resultados

Se você tem um restaurante e pretende entrar no mercado de entregas em domicílio, não adianta apenas contratar um entregador e comprar embalagens. O processo de transição é muito mais complexo do que isso. E esse conceito vale para toda e qualquer empresa, de qualquer ramo.

É preciso definir indicadores e montar um plano sólido de ação, sempre mirando nos resultados. Uma dica sobre planejamento é fazer uso da Metodologia SMART. Leia sobre esse assunto.

Não ignore as Redes Sociais

Muitas empresas ainda insistem em ignorar o poder das redes sociais. Ou então, até criam perfis/páginas para o seu negócio, mas o fazem de forma displicente.

Portanto, se for aderir às redes sociais, faça-o de forma consciente, com o empenho necessário; se possível, contrate um social media para gerir os perfis e criar ações que realmente façam a diferença perante o consumidor.

Atenção apenas à coleta de dados. Embora ela seja útil para personalizar e racionalizar processos produtivos, atendimentos, ofertas, fiscalizações e todo o tipo de interação, é preciso cuidado para não quebrar a confiança com seu cliente — não deixe de se atentar às leis.

Qual é o papel de um gestor na Era Digital?

Outro grande destaque nessa nova forma de se fazer negócios, é o paple do gestor. Ele deve pensar na tecnologia como um aliado para melhorar e agilizar seus processos de forma produtiva, gerando aproximação e integração com seus parceiros, funcionários, fornecedores e clientes. Além disso, ter a tecnologia como apoio é reduzir custos e melhorar a qualidade dos produtos e serviços que sua empresa oferece.

Sendo assim, o gestor deve se atualizar, não apenas ficando atento às inovações tecnológicas que surgem a todo momento, como também demonstrar disposição para investir na transformação digital da sua equipe, de modo que todos possam estar alinhados às estratégias.

Como aproveitar as vantagens da Tecnologia?

Para aproveitar as vantagens da tecnologia é importante que gestor compreeenda o porquê de te-la como alidada. E eis, algumas dicas de como a tecnologia pode trazer vantagens:

  • Permite formar uma equipe multidisciplinar com foco em inovação;
  • Permite envolver vários perfis de usuários com as mais diversas habildiade (quanto mais diversidade, melhores as ideias que surgem).
  • Usar a tecnologia para integração dos departamentos;
  • Fazer com que os departamentos realizem seus processos de forma padronizada;
  • Tornar os processos disponíveis para conhecimento geral;
  • Gerar dados mais assertivos e promissores para tomada de decisão;
  • Evitar perda de dados e informações importantes;
  • Agilizar processos operacionais, permitindo focar em processos estratégicos.

Bem, essas são apenas algumas vantagens de se investir, cada vez mais em ferramentas digitais, ou se preferir softwares. Eles prometem crescer mais ainda com a chegada de novas tecnologias, como a Inteligência Artificial.

Consegue perceber como é importante que a sua empresa se mantenha conectada a esse nova mentalidade? Use este período de quarentena para pesquisar seus concorrentes e entender o quanto você avançou ou precisa avançar para se destacar no mercado.

Seja criativo, inovador e disruptivo, esse Novo Mundo, não é só tecnológico, ele também é do Homem que souber usar a sua criatividade, inovação e disrupção ao seu favor, a favor da empresa e a favor da Sociedade. Reflita!

Até porque, é possível que as empresas e as pessoas resistentes à tecnologia não sobrevivam se não se adaptarem a esse novo mercado, caso elas se oponham a inovar nos negócios e na vida pessoal.

Já somos digitais e não há mais volta!