como fazer gestão de riscos – SOGI
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Controle operacional para mitigar riscos de acidentes e incidentes.

A gestão de riscos é a elaboração e a implementação de medidas e procedimentos para prevenir, reduzir e controlar os perigos que podem ocorrer num ambiente organizacional.

Um risco pode ser definido como a possibilidade de ocorrência de um evento/perigo (que em empresas simplificamos como incidentes e acidentes), o qual pode causar danos a uma empresa. Um dano pode vir de várias formas: pode ser humano (doenças laborais, óbitos), patrimonial, financeiro, e até mesmo de imagem (uma empresa que gera um dano ambiental significativo, por exemplo, sempre aparece nos noticiários sob um prisma negativo).

O gerenciamento de risco basicamente pressupõe as chances de determinado evento acontecer e faz uma estimativas de sua gravidade. A partir daí, adota todas as medidas preventivas possíveis para evitar sua ocorrência.

Vamos pensar, por exemplo, em dois funcionários de uma mesma empresa. Um deles é operador de empilhadeira, maneja cargas pesadas e circula no ambiente industrial propriamente dito. O outro, cuida da faxina e realiza majoritariamente a limpeza dos escritórios. Qual deles está sujeito a sofrer perigos dentro de seu ambiente de trabalho? A resposta é simples: ambos. No entanto, o operador de empilhadeira é quem estará mais vulnerável a acidentes do que o faxineiro, devido à natureza de sua função. O gestor de riscos atuará tanto em favor do operador de empilhadeira quanto do faxineiro, no entanto, a análise de riscos usará de abordagens diferentes para um e outro.

Uma análise de risco adequada avalia a probabilidade de um perigo acontecer e mensura seus possíveis impactos (e consequente o prejuízo que atingirá a organização), respondendo a perguntas importantes tais como: quais são os perigos existentes em determinado ambiente? Quais as probabilidades de ocorrência de cada um dos perigos identificados? Se um dos perigos vier a ocorrer, quais serão suas consequências? Como posso reduzir ou eliminar tais perigos?

Quando o faxineiro coloca uma plaquinha no corredor para avisar que o piso está molhado, ele está tomando uma medida para redução de um incidente. Parece algo bobo e simples, mas imagine se todos os dias houvesse escorregões e quedas naquele local por falta da plaquinha? Quantos funcionários não seriam afastados devido às fraturas? Segundo dados da Previdência Social, a fratura de pernas (e tornozelos) foi a segunda maior causa de afastamentos do ambiente de trabalho no Brasil em 2017. Foram nada menos do que 79,5 mil casos registrados. [FL1] 

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Implementando a gestão de riscos
Como realizar uma gestão de Riscos e Oportunidades – ISO 45001

Segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho, entre os anos de 2012 e 2018, nós já gastamos mais de R$ 83 bilhões com benefícios acidentários. Estima-se que no mesmo período, no Brasil, tenha ocorrido um acidente a cada 49 segundos; e a cada 3 horas e 34 minutos um cidadão tenha ido a óbito devido a fatalidades laborais.

Segundo o Jornal do Comércio, além disso, existem os gastos de longo prazo com aposentadorias por invalidez (ou seja, os funcionários que sofrem acidentes que os incapacitam para voltar à vida laboral); só em janeiro, foram concedidas 3,4 mil aposentadorias por invalidez pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Estes números só provam que a gestão de riscos no ambiente de trabalho é de suma importância.

Implementando a gestão de riscos

Conheça alguns passos básicos para se implementar a gestão de riscos em sua empresa:

Adoção de um PGR: O PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) é um documento que define a política e as diretrizes de um sistema de gestão. Seu objetivo é estabelecer requisitos para a prevenção de acidentes/incidentes em instalações ou atividades potencialmente perigosas. Este documento deve conter análises quantitativas e qualitativas a respeito dos riscos que rondam o negócio.

Envolvimento de pessoal: a gestão de riscos é um trabalho coletivo e deve obter a participação de absolutamente TODOS os funcionários de uma organização.

As medidas de prevenção de acidentes numa gestão de riscos deve ser inserida como parte da cultura da empresa, de modo que os funcionários não a tratem como uma obrigação tediosa ou desnecessária. Nem parece, mas de certa forma todos nós fazemos uma análise de riscos em nossa vida cotidiana, afinal riscos estão por toda parte. Quando olhamos para os dois lados para atravessar a rua, estamos analisando os riscos, calculando o momento seguro de cruzar para o outro lado. Institua essa mentalidade junto a seus colaboradores.

Treinamento constante: funcionários bem treinados são mais conscientes na prevenção acidentes e doenças laborais, e também sabem como agir em situações de emergência. Deve-se levar em consideração que toda atualização na empresa requer um novo treinamento. Por exemplo: uma reforma num ambiente pode exigir atualizações no processo de evacuação da área ou mesmo em questões de ergonomia. Mantenha seu pessoal sempre atualizado.

Rigidez no controle dos padrões e procedimentos: a melhor maneira de reduzir perigos num ambiente laboral é adotando rígidos controles de qualidade nos processos. Obter a certificação ISO 45001 — que visa ajudar as organizações a repensarem seus processos para diminuir acidentes e doenças ocupacionais – é um belo upgrade.

Análise crítica periódica para correção dos desvios identificados: isto significa realizar inspeções constantes e reavaliar periodicamente o PGR. Deste modo, todo desvio que porventura possa aparecer será corrigido a tempo.

Conclusão

A importância da gestão de riscos reflete diretamente no bem-estar da empresa — e consequentemente de seus funcionários, que trabalharão mais motivados sabendo que se encontram num ambiente seguro e que zela pela saúde de seus empregados. Uma empresa que adota e leva a sério a gestão de riscos assegura a preservação de seu patrimônio e das vidas que o cercam, reforçando também sua reputação no mercado.


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Matriz de Aspectos e Impactos: qual a sua relevância?

Em geral, tendemos a pensar sempre nos aspectos e impactos negativos que uma empresa causa ao meio ambiente — como desmatamento, o não reflorestamento ou rompimento de barragens. Entretanto, uma empresa quando utiliza dos recursos naturais, de forma consciente, ela é capaz de interagir beneficamente com o meio ambiente e ainda crescer de forma sustentável.

Antes de darmos prosseguimento ao assunto, aqui abordado, é importante falarmos sobre a definição de aspectos e impactos ambientais, num conceito simplista. Os aspectos e impactos podem ser definidos como causa x consequência.

Os aspectos ambientais são por definição, as interações entre as operações da empresa e o meio ambiente, sejam elas maléficas ou benéficas. Já os impactos ambientais são, por definição, todas as possíveis modificações causadas no ambiente pelas operações de uma empresa, sejam elas também, benéficas ou maléficas.

Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais – LAIA

Uma das atividades mais importantes da gestão ambiental é a execução do LAIA – Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais. Em outras palavras, a listagem e análise de todos os aspectos da operação de uma empresa que de algum modo, podem afetar o meio ambiente.

O levantamento de aspectos e impactos ambientais envolverá amplo gerenciamento, portanto, é necessário que toda a organização esteja envolvida com o planejamento e a execução de atividades, a fim de facilitar os processos internos.

O gestor responsável deve ser hábil para lidar não apenas com aspectos técnicos da gestão ambiental, como também deverá gerenciar pessoas e lidar com a comunidade que vive em torno da empresa, para a qual ele realizará o LAIA. Se a empresa não tiver nenhum especialista em gestão ambiental, ela pode contratar uma empresa de consultoria ambiental — tomando o cuidado de confiar o serviço a alguém com experiência no ramo, caso contrário, estará assumindo uma série de riscos não controlados.

Embora no Brasil não haja nenhuma lei, que obrigue uma empresa a realizar o levantamento de seus aspectos e impactos ambientais, é fato que a sua execução traga uma série de benefícios. Dentre eles um bom relacionamento entre empresa e Estado, uma vez que podem ser evitadas notificações e multas por descumprimento da nossa legislação ambiental, ressalta-se que a rigorosidade das leis. Além disso, todo o cuidado da organização impactará, direta ou indiretamente, a comunidade local e por conseguinte toda a sociedade.

Matriz de Aspectos e Impactos

O LAIA é feito através de uma  matriz de aspectos e impactos ambientais, que terá como objetivo a criação e o gerenciamento de planos de ação para cada um deles.

Primeiro, lista-se os aspectos e impactos ambientais pertinentes às atividades da empresa, e posteriormente tais dados são catalogados e separados. A partir daí, cruza-se os dados da planilha e faz-se a avaliação deles sob a perspectiva da metodologia FMEA (Failure Mode ans Effect Analysis, ou Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos), uma ferramenta que tem o objetivo evitar possíveis problemas durante um processo industrial.

O método realiza uma análise de falhas potenciais e suas respectivas ações de melhoria, focando principalmente em prevenção, palavrinha essencial, quando falamos em aspectos e impactos ambientais.

O uso dessa metodologia não é obrigatório, pois existem várias outras que podem ajudar seu negócio no Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais. Portanto, a escolha da metodologia a ser usada fica a critério de cada empresa.

Chernobyl: e se fosse hoje?

O LAIA também é importante para a gestão de riscos de qualquer operação, pois o desconhecimento ou o não tratamento de uma não conformidade pode resultar em acidentes com potenciais riscos ao meio ambiente.

O canal HBO lançou neste ano o seriado Chernobyl, uma dramatização daquele que é considerado maior desastre nuclear da história. Embora o seriado da TV esteja repleto de licenças artísticas, ele é um bom exemplo de como a ausência da gestão de aspectos e impactos ambientais pode piorar as proporções de um desastre.

O reator número quatro da usina em Pripyat, Ucrânia, explodiu no longínquo ano de 1986, época em que muitas empresas não davam tanta atenção assim aos aspectos e impactos ambientais. Numa cena emblemática no seriado, logo após o acidente, os principais administradores de Chernobyl se reúnem num bunker para discutir o caso.

Praticamente todos à mesa desconhecem as reais condições do desastre e, de início, apenas demonstram preocupação em esconder o fato da população, amenizando sua gravidade; não há nenhuma preocupação em resolver o problemas ou mitigar suas consequências. O único engenheiro que se mostra realista é imediatamente rechaçado e desacreditado.

Nós da Verde Ghaia, recomendamos muito a minissérie de quatro episódios, pois é uma aula sobre os piores erros que se pode cometer em uma gestão de análise de riscos.

Se houvesse um bom plano de aspectos e impactos ambientais, talvez o acidente na usina de Chernobyl nem mesmo tivesse ocorrido. Ou, caso a explosão fosse mesmo inevitável, muito provavelmente a empresa estaria mais preparada para situações de emergência. Haveria um plano de ação em caso de desastre — o qual incluiria treinamento e evacuação para a população de Pripyat –, bem como ações para amenizar os impactos ambientais na região.

Até hoje, a exposição à radiação vem ocasionando danos genéticos e taxas mais altas de mutações em muitos organismos da região. As aves e mamíferos de Chernobyl têm cataratas nos olhos e cérebros menores, e até 40% dos pássaros machos encontram-se completamente estéreis.

ISO 14001:2015

As empresas que desejam conquistar o selo ISO 14001 também devem ficar atentas ao gerenciamento de seus aspectos e impactos ambientais, que inclusive é abordado na norma 14001 e que deve ser seguido à risca.

Contudo, mesmo que não haja interesse na ISO 14001, é recomendável que toda empresa realize o levantamento de seus aspectos e impactos ambientais, pois hoje é comum as empresa solicitarem a apresentação do LAIA para firmar contratos de parceria.

Além disso, a maioria dos gestores e acionistas deseja conhecer os possíveis impactos econômicos gerado pelo aspecto e impacto ambiental — afinal um passivo ambiental pode prejudicar a atividade e influenciar tomadas de decisão. No mais, ignorar a relação das empresas com o meio ambiente não é mais aceitável no mercado atual. Não estamos mais em 1986.

Quer saber mais detalhes de como fazer o seu Levantamento de Aspectos e Impactos? Fale conosco!


Assista ao Café Conectado sobre Aspectos e Impactos Ambientais


Como elaborar uma Gestão Estratégica baseada em riscos?

Dada as novas exigências, a gestão dos riscos (sem esquecer que as oportunidades também devem ser consideradas) deve ser feita de maneira estratégica e operacional, contando com o compromisso e a participação de todos os níveis e funções da organização. Os passos essenciais a serem seguidos são os seguintes:

Passo 1 – Planejar a gestão de riscos: 

Aqui são definidos como será feito, quem será responsável, como as atividades serão conduzidas, por exemplo.

Passo 2 – Identificar os riscos

Uma primeira identificação pode ser dividida em riscos de saúde e segurança do trabalho, riscos ambientais, riscos de crédito, riscos financeiros ou qualquer outro risco que se enquadre na atividade da sua empresa.

Identificar quais os riscos que a sua empresa está sujeita é de extrema importância. Vale todos, sejam especulativos, de impacto positivo ou negativo. Alguns já foram listados acima e podem te ajudar a realizar esta etapa. Além disso, ao identificar os riscos, sejam internos ou externos, você também encontrará as oportunidades do que pode ser melhorado em seu negócio.

Quanto mais detalhada esta fase, melhor será o desempenho de seu sistema de gestão de riscos. E nunca se esquecer de olhar também os requisitos legais aplicáveis a seu negócio.

Alguns pontos que devem ser considerados nesta etapa, seguindo as orientações da norma ISO 45001, são:

Contexto da organização: aqui deve ser olhado para as questões internas e externas. Uma ferramenta para te auxiliar é a análise SWOT, já que ela permite identificar os pontos fortes e as fraquezas (questões internas) e as oportunidades e ameaças (questões externas).

Partes interessadas: identificar quem são e quais suas necessidades e expectativas, bem como quais estão relacionadas a requisitos legais;

Escopo do sistema de gestão

Como fazer uma gestão estratégica de riscos

Perigos: os perigos também devem ser identificados, tais como: como o trabalho é organizado, fatores sociais, liderança e cultura da organização; atividades e situações de rotina e não rotineiras; incidentes anteriores relevantes; potenciais situações de emergência; pessoas no local de trabalho e vizinhança; questões relacionadas a situações não controladas e mudanças, entre outros, de acordo com a atividade da sua organização.

Passo 3 – Realizar uma análise qualitativa e quantitativa dos riscos

Depois de conhecer os tipos de riscos que sua empresa pode possuir, é fundamental que os riscos sejam quantificados e qualificados. Um primeiro passo é classificar estes riscos entre aqueles que:

  • tem chance muito remota de ocorrer;
  • provavelmente não vai ocorrer, mas pode ser que aconteça;
  • a chance de ocorrer são muito baixas, mas sua existência não pode ser ignorada;
  • tem boa chance de acontecer; e
  • provavelmente vai acontecer, às vezes mais de uma vez.

Após essa prévia classificação por tipo de risco, é importante definir a gravidade das consequências de cada um deles, para saber quais devem ser tratados como prioridade em uma gestão de riscos.

Para essa análise é importante considerar por exemplo o grau de dano ao meio ambiente (perda irreparável, média ou quase nenhum impacto?), aos colaboradores (podem causar a morte, incapacidade total, parcial ou leve?), às instalações e equipamentos da empresa (corre o risco de perder tudo, ou a perda é parcial ou leve?) e à saúde financeira da empresa (os prejuízos serão elevados, médios ou pequenos?).

A quantificação dos riscos e oportunidades auxilia na priorização de ações, ou seja, o que será tratado a curto, médio e longo prazo.

Passo 4 – Planejar a resposta aos riscos

Aqui são definidas quais ações serão tomadas para mitigar ou eliminar os riscos identificados nos passos acima. É o plano de ação, que dará prioridade aos riscos que poderão causar os maiores impactos a seu negócio.

 Para esta etapa devem ser avaliados os limites e a aplicabilidade do sistema de gestão.

Passo 5 – Monitorar e controlar os riscos

Neste passo, o plano de ação é implementado e é feito o seu monitoramento, bem como a identificação de novos riscos e também a avaliação da eficácia dos processos de tratamento dos riscos e sua análise crítica.

 É importante que sua empresa mantenha toda a informação documentada, sejam documentos ou registros para assegurar que o plano de ação ocorrerá conforme o planejado.

Quando fazer gestão de riscos?

Onde fazer a gestão de riscos?

A gestão de riscos pode ser feita para processos, requisitos legais, aspectos e impactos e para o próprio negócio. Quando for para processos, é importante identificar todas as atividades realizadas em cada processo, a fim de identificar as oportunidades e os riscos.

A gestão de riscos para requisitos legais refere-se ao levantamento das legislações pertinentes para a atividade da sua empresa.Se for uma gestão para aspectos e impactos, serão analisados os aspectos e os impactos das atividades e/ou dos processos da sua organização.

Quando a gestão de riscos é para o seu negócio como um todo, então é feito o planejamento estratégico, levando em conta o mercado, a tecnologia, os recursos financeiros, os recursos intelectuais, os recursos humanos e as expectativas passadas, presentes e futuras.

Os benefícios de uma gestão de riscos eficaz para você e sua empresa

  • Proteja seu negócio;
  • Evite perda de valor da empresa devido à ocorrência de crises;
  • Previna e possa prever instabilidades corporativas;
  • Trate as incertezas e os riscos e oportunidades a elas relacionadas;
  • Melhore o relacionamento com as partes interessadas;
  • Maximize o aproveitamento das oportunidades positivas de ganhos;
  • Aumente a probabilidade de atingir os objetivos;
  • Estimule uma gestão proativa;
  • Esteja atento para a necessidade de identificar e tratar os riscos através de toda a organização;
  • Melhore a identificação de oportunidades e ameaças;
  • Melhore o reporte das informações financeiras;
  • Estabeleça uma base confiável para a tomada de decisão e o planejamento;
  • Melhore os controles;
  • Aloque e utilize eficazmente os recursos para o tratamento de riscos.

Uma gestão de riscos eficaz permite que sua empresa:

  • Tenha vantagem competitiva;
  • Esteja mais preparada para se antecipar a problemas;
  • Por saber se antecipar a problemas, estará mais sólida e será mais valiosa aos olhos do mercado;
  • Melhore o planejamento estratégico;
  • Melhore a performance e a produtividade;
  • Atenda às normas internacionais e requisitos legais e regulatórios pertinentes;
  • Melhore a governança;
  • Melhore a confiança das partes interessadas;
  • Melhore a eficácia e a eficiência operacional;
  • Melhore o desempenho em saúde e segurança, bem como a proteção do meio ambiente;
  • Melhore a prevenção de perdas e a gestão de incidentes;
  • Minimize perdas;
  • Melhore a aprendizagem organizacional;
  • Desenvolva uma mentalidade de risco na rotina operacional; e
  • Aumente a resiliência da organização.

Quer saber mais sobre Gestão de Riscos? Fale conosco!

Como ter uma Gestão de Riscos eficiente?

Se você usa, por exemplo, planilhas de Excel para fazer a gestão de riscos para sua empresa, a chance de encontrar muitos problemas no meio do caminho é muito grande. Provavelmente algo pode passar despercebido e comprometer toda a análise final e assim prejudicar a tomada de decisão sobre o que corrigir.

Uma planilha de Excel pode ser também corrompida, e todo o seu trabalho pode ter sido desperdiçado, tendo que fazer tudo novamente. Perceba quanto tempo perdido com retrabalho que você tem. Hoje é possível melhorar seus resultados com base em indicadores de conformidade pautados às necessidades da sua organização sem ter muito trabalho.

Ao mesmo tempo, você pode agilizar seus processos internos e gerenciar suas demandas de forma rápida e ágil, reduzindo, significativamente, seu tempo. Você será eficaz, diminuindo as chances de erros, possuindo uma mentalidade de riscos para transformá-los em oportunidades, e prevenindo ações em vez de remediá-las. Sem dúvida, seu negócio vai se destacar entre tantas outras empresas, gerando resultados e contribuindo para o crescimento da organização.

Gestão de Risco eficiente

Através do SOGI, o mais moderno software online de gestão integrada da Verde Ghaia, que possui um Módulo exclusivo desenvolvido especialmente para te ajudar no gerenciamento de riscos e oportunidades de seu negócio: o Módulo Gestão de Riscos.

Buscar especialistas é essencial para gerir os riscos de maneira eficaz e a Verde Ghaia tem experiência de mais de 20 anos no mercado de assessoria em Gestão Integrada, especializada nas áreas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, Responsabilidade Social, Qualidade, Segurança de Alimentos, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas.

O Grupo Verde Ghaia possui clientes dos mais diversos segmentos, atuando no Brasil e no exterior, e conta com consultores especializados que trabalham com o que há de mais moderno em sistemas de gestão ambiental.

Fatores de Risco de uma Organização

Dentro de uma empresa, existem riscos que podem vir a acontecer devido à fatores e influências externas ou internas.

Os riscos externos referem-se aqueles que não estão sob controle da organização, como a variação cambial, variação das taxas de juros, aumento de impostos, mudanças nas legislações, mudança no mercado que a empresa atua, desenvolvimento de novas tecnologias, questões políticas e econômicas, catástrofes naturais, a velocidade da propagação de notícias, sejam elas boas ou ruins, etc. Os riscos internos são as consequências da atuação da própria empresa.

Conheça os Riscos da sua Organização

Quando se tem conhecimento dos tipos de riscos que podem acontecer em seu negócio, fica mais fácil de evitá-los e agir de maneira a preveni-los antes que aconteça. E então entra a gestão de riscos.

Gestão de riscos é “o processo pelo qual o risco é medido ou estimado e estratégias são desenvolvidas para evitá-lo, reduzi-lo ou mitigá-lo”. Através da gestão de riscos você lida com as incertezas e com a probabilidade da ocorrência de um dano e suas consequências, avaliando-as para que as melhores decisões possam ser tomadas de forma antecipativa e preventiva, priorizando riscos que são mais prováveis que aconteçam ou os mais graves. Agindo dessa maneira você vai conhecer, antes, quais medidas tomar para que o risco seja evitado ou minimizado, e também quais os custos para isso.

A gestão de riscos é um processo contínuo, sujeito a atualizações, e não termina com a identificação inicial dos riscos. Ele deve possuir um bom plano de ação e todos da equipe devem estar alinhados a ele para que não haja surpresas nem problemas no meio do caminho. Por isso a noção de compliance se torna muito importante quando se fala de gestão de riscos.


Quer saber mais? Entre em contato conosco para começar agora mesmo a ter todas as vantagens de uma gestão de riscos eficaz.


Riscos do Negócio: uma nova forma de se fazer Gestão

A atualização das normas ISO, além de trazer mudanças significativas quanto à necessidade de maior envolvimento da Alta Direção e Liderança nos Sistemas de Gestão, trouxe um novo item que tem gerado muitas dúvidas quanto à sua aplicação e atendimento: O item 6.1.

Módulo Riscos do Negócio

Módulo Riscos do Negócio

O item 6.1 – Ações para abordar riscos e oportunidades, presente em normas tais como ISO 9001:2015 – Sistema de Gestão da Qualidade, ISO 14001:2015 – Sistema de Gestão Ambiental,  ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional, ISO 50001:2018 – Sistema de Gestão de Energia e que, com certeza estará presente nas atualizações das demais normas ISO por fazer parte do anexo SL.

Este item exige que a organização faça uma análise contínua dos riscos e oportunidades do seu negócio, o objetivo é que toda a organização tenha uma mentalidade de risco ao planejar e implementar qualquer sistema de gestão.

Se fizermos uma análise do dia a dia da organização, o tempo todo estamos fazendo a gestão dos riscos e oportunidades, mesmo que de forma inconsciente. Quando um gestor decide investir tempo em estudar os seus concorrentes para saber como estar à frente deles no mercado, ele está minimizando o risco de perder clientes para este concorrente. Quando uma liderança decide que irá investir no desenvolvimento de um produto por perceber que ele está se tornando tendência no mercado, ela está potencializando uma oportunidade de crescimento do seu negócio.

Então, qual a novidade deste item?

A novidade é que esses riscos e oportunidades devem ser avaliados e, caso realmente sejam pertinentes, que a sua implementação seja planejada. São tantos riscos e oportunidades que surgem no dia a dia que, se a organização não souber o que priorizar, acabará se perdendo em meio a tanta informação. Torna-se necessário deixar uma cultura de gestão de riscos e oportunidades de forma inconsciente para uma gestão consciente e planejada, afim de que os objetivos do planejamento estratégico da organização seja alcançado.

Pensando em todo este contexto e em como otimizar a gestão de riscos e oportunidades das empresas, a Verde Ghaia criou o módulo Gestão de Riscos do Negócio em sua plataforma SOGI – Sistema Online de Gestão Integrada. O módulo Riscos do Negócio foi elaborado baseado na ISO 31000:2009 – Gestão de Riscos e nas demais exigências das normas ISO para o item 6.1.

Ao longo de sua trajetória no mercado, a Verde Ghaia criou metodologias que, não se preocupam apenas em estabelecer uma forma para atendimento de itens normativos, mas priorizam encaixar o contexto da organização no cumprimento destes itens, para que o Sistema de Gestão não seja algo que dê mais trabalho, mas sim um SGI que ajude a empresa a cumprir com seus objetivos. Criamos o módulo Riscos do Negócio dentro deste mesmo viés, o objetivo da ferramenta é auxiliar a empresa a determinar quais riscos e oportunidades precisam ser trabalhados para o desenvolvimento contínuo de sua organização.

Matriz de Riscos e Oportunidades

A Matriz de Riscos e Oportunidades demonstra através de uma rápida visualização quais são os riscos e oportunidades que precisam ser trabalhados o quanto antes de acordo com sua avaliação, bem como aqueles que já possuem ações estabelecidas:

Matriz de Riscos e Oportunidades - SOGI

O módulo Riscos do Negócio traz uma matriz de riscos e oportunidades, onde todos os riscos e oportunidades identificados, sejam do negócio, do produto, dos processos, requisitos legais, aspectos ambientais, dentre outras origens, estão registrados. E, como ressaltamos ao longo deste artigo, tão importante quanto o levantamento dos riscos e oportunidades de todas as origens possíveis, é a avaliação destes riscos e oportunidades, para que a empresa saiba em quais destes deve investir seu tempo e energia prioritariamente. É possível avaliar os riscos e oportunidade quanto à sua severidade, probabilidade e consequência e, neste ponto, a metodologia Verde Ghaia também traz um direcionamento em como fazer esta classificação e como reagir de acordo com o resultado apontado.

O módulo também possui gráficos que possibilitam visualizar de forma rápida a avaliação de todos os riscos e oportunidades quanto à severidade, probabilidade e consequência, os índices obtidos a partir desta avaliação, a quais áreas da empresa pertencem e suas respectivas origens:

Módulo Riscos do Negócio

Adquirir o módulo Riscos do Negócio é garantir que a sua organização gerencie os riscos e oportunidades da forma mais otimizada possível, de onde estiver, através de uma plataforma online que auxilia sua empresa a fazer com que o Sistema de Gestão esteja realmente integrado no dia a dia da organização.

A Verde Ghaia oferece diversas soluções para alavancar os resultados de seus clientes e manter a eficiência de seus negócios. Além do módulo Riscos do Negócio, para a gestão de riscos e oportunidades da organização, o sistema SOGI ainda oferece apoio em várias outras esferas do sistema de gestão através dos módulos:

LIRA: identificação e monitoramento de Requisitos Legais aplicáveis à organização.

GAIA: Gerenciamento de Aspectos e Impactos Ambientais;

PRSSO: Gerenciamento de Perigos e Riscos de Segurança e Saúde Ocupacional

TNC: Gerenciamento de Não Conformidades, com metodologia completa para realizar a tratativa.

Corporativo: Análise comparativa de indicadores de atendimento legal entre unidades de um mesmo grupo.

Documentos: Gerenciamento de documentos, formulários e registros para o controle do sistema de gestão ou dos processos;

Risco Legal: Identificação de penalidades correlatas aos requisitos aplicáveis à organização;

Licenças: Gestão de licenças e condicionantes;

Auditoria: Sincronização com o módulo LIRA para a realização de auditorias de conformidade l egal e replicação de não conformidades para o módulo TNC.

Fale com a gente e conheça a ferramenta

e-book sobre o módulo GRC - Risco, Governança e Compliance que auxilia no gerenciamento de normas, leis e requisitos legais.
Módulo GRC – Governança, Risco e Compliance